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	<title>Portal Cultura PE &#187; daniela câmara</title>
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		<title>Monólogo &#8220;Mulheres de Sol e Sangue&#8221; sobe ao palco do Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 16:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arrail Ariano Suassuna será palco nesta sexta-feira (10), a partir das 20h, do monólogo lítero-musical &#8220;Mulheres de Sol e Sangue&#8221;. Na montagem, a atriz Daniela Câmara encarna/recita versos de poetisas de São José do Egito, do Cabo de Santo Agostinho, Tabira e Recife. &#8220;São textos que falam de um Pernambuco feminino que ri [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62360" aria-labelledby="figcaption_attachment_62360" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secul-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/monologo-Mulheres-de-Sol-e-Sangue-foto-jan-ribeiro-secult-pe.jpg"><img class="size-medium wp-image-62360" alt="Jan Ribeiro/Secul-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/monologo-Mulheres-de-Sol-e-Sangue-foto-jan-ribeiro-secult-pe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O monólogo já foi encenado dentro da programação do projeto Outras Palavras, realizado no Ginásio Pernambucano, no mês de março de 2018</p></div>
<p>O Teatro Arrail Ariano Suassuna será palco nesta sexta-feira (10), a partir das 20h, do monólogo lítero-musical &#8220;Mulheres de Sol e Sangue&#8221;. Na montagem, a atriz Daniela Câmara encarna/recita versos de poetisas de São José do Egito, do Cabo de Santo Agostinho, Tabira e Recife. &#8220;São textos que falam de um Pernambuco feminino que ri com a generosidade da vida e chora as secas das mulheres nordestinas, mas também a chuva que cai sobre um Capibaribe urbano, difícil e poluído&#8221;, comenta Câmara.</p>
<p>Os poemas foram escolhidos pela atriz, que casam com a encenação, trazendo força em suas interpretações, cobertos de amor, luta, sentimentos e desabafos. Na sua lista estão presentes mulheres que na poesia confessam sua lida, sua condição humana, cotidiana e artística.</p>
<p>O espetáculo estreou na FLIST (Feira Literária de Serra Talhada) e, em seguida, realizou um circuito alternativo em bares e casas de espetáculos no Recife, a exemplo da Casa Cultural Villa Ritinha, além da recente Jornada de Direitos Humanos da Prefeitura do Recife, Mês da Mulher com a apresentação no Ginásio Pernambucano, Caldo de Boteco, Boteco Beco Nu, entre outros. Neste segundo semestre de 2018, a montagem segue para Belém do Pará, onde cumprirá agenda no Sesc e na Casa do Fauno, além de uma oficina de atuação intitulada: &#8220;O Teatro na Poesia, A Poesia no Teatro&#8221;.</p>
<p>Os ingressos para a apresentação do Teatro Arraial Ariano Suassuna custam R$ 40 e poderão ser adquiridos diretamente com a atriz Daniela Câmara, através do telefone: (81) 99741-9653. Um detalhe importante: guardando o canhoto do ingresso do monólogo &#8220;Mulheres de Sol e Sangue&#8221;, o espectador poderá assistir, na sequência às 21h, ao espetáculo <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/espetaculo-profeta-o-bispo-do-povo-cumpre-mini-temporada-no-teatro-arraial/" target="_blank"><strong><em>pro(FÉ)ta – o bispo do povo</em></strong></a>, com os atores Daniel Barros, Júnior Aguiar e Márcio Fecher, por apenas R$ 10.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Monólogo Mulheres de Sol e Sangue<br />
<b>Quando:</b> 10 de agosto, às 20h<br />
<b>Quanto:</b> R$ 40 (preço único). Os ingressos podem ser adquiridos diretamente com a atriz Daniela Câmara, através do telefone: (81) 99741-9653<br />
<b>Onde:</b> Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife)<br />
<b>Informações:</b> (81) 3184.3057</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Leia mais</strong></span><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/daniela-camara-depois-do-teatro-e-do-cinema-e-a-vez-da-literatura/" target="_blank"><strong>Daniela Câmara: depois do teatro e do cinema, é a vez da literatura</strong></a></p>
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		<title>&#8220;Outras Palavras&#8221; para o empoderamento feminino</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-para-o-empoderamento-feminino/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2018 17:49:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[antonieta trindade]]></category>
		<category><![CDATA[As filhas de lilith]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O Ginásio Pernambucano, no centro do Recife, foi cenário de uma edição do Outras Palavras feita com uma programação voltada principalmente para refletir sobre empoderamento e afirmação da mulher na sociedade. A edição, realizada na terça-feira (20), contou também com tradução em libras para alguns estudantes e teve um debate muito rico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58883" aria-labelledby="figcaption_attachment_58883" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230106334_2e33fc4449_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58883 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230106334_2e33fc4449_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa, que já participou de outras edições do Outras Palavras, é poetisa, escritora e secretária da Mulher do Recife</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O Ginásio Pernambucano, no centro do Recife, foi cenário de uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> feita com uma programação voltada principalmente para refletir sobre empoderamento e afirmação da mulher na sociedade. A edição, realizada na terça-feira (20), contou também com tradução em libras para alguns estudantes e teve um debate muito rico sobre a vida e obra da poetisa Cida Pedrosa, secretária da Mulher do Recife, que conversou de perto com as alunas e alunos sobre seu trabalho direcionado ao feminino.</p>
<div id="attachment_58886" aria-labelledby="figcaption_attachment_58886" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230135084_a4e49d18d9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58886 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230135084_a4e49d18d9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A professora Antonieta, gestora do Outras Palavras, lembrou que o projeto já esteve em quase 500 escolas estaduais, levando escritoras e escritores premiados, e mestres da cultura popular para dentro do ambiente escolar</p></div>
<p style="text-align: left;">Para Antonieta Trindade, professora e gestora do projeto, o fato que aconteceu com a vereadora do Rio de Janeiro é resultado da violência contra a mulher, do machismo e do racismo. <em>“E num ambiente como esse, o que a gente faz? A gente resiste! E a cultura aponta para este caminho, porque estimula o senso crítico de vocês”, e</em>xplicou.</p>
<p><em>“É esse o nosso objetivo. Por isso, trouxemos Cida Pedrosa para conversar sobre sua obra e como é necessário batalhar pra chegar aonde ela chegou. E também trouxemos Daniela Câmara, atriz, que já fez várias encenações pela cidade. Esperamos que vocês aproveitem essa oportunidade”,</em> disse Antonieta, lembrando que o <strong>Outras Palavras</strong> já esteve em quase 500 escolas estaduais, levando escritoras e escritores premiados, e mestres da cultura popular para dentro do ambiente escolar.</p>
<div id="attachment_58887" aria-labelledby="figcaption_attachment_58887" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/27067511648_36ad6f4159_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58887 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/27067511648_36ad6f4159_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A edição contou também com uma performance de seis estudantes do 3º ano da escola, que declamaram poesias de Cida Pedrosa</p></div>
<p style="text-align: left;">Antes de começar sua fala, Cida Pedrosa foi surpreendida por seis alunas, com máscaras feitas com o rosto da poetisa, que entraram no auditório e declamaram seis poesias de autoria de Cida, um deles, intitulado <strong>O Abraço</strong>. A poetisa ficou boquiaberta durante toda a encenação, com olhos marejados, e contou depois que se emocionou muito com essa em especial, porque foi uma poesia feita para uma ente querida que havia falecido.</p>
<div id="attachment_58884" aria-labelledby="figcaption_attachment_58884" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230122984_dd670444a9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58884 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230122984_dd670444a9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Pega de surpresa, Cida Pedrosa ficou bastante emocionada com a apresentação</p></div>
<p style="text-align: left;">Maria Helena, uma das alunas que participou da encenação, revelou que foi uma experiência muito emocionante para ela porque ela já escreve e gosta de ler para algumas pessoas. <em>&#8220;Mas ali, na hora, na frente da escritora, fiquei muito nervosa. Nunca vivi uma coisa assim na vida&#8221;,</em> disse, ainda em êxtase com a vivência. Além da Maria Helena, as outras estudantes também disseram que nunca tinham feito algo parecido antes, e estavam muito animadas.</p>
<p>Cida, como boa sertaneja, tratou de contextualizar aos jovens de onde veio, sua terra Bodocó, que tanto inspira sua obra – reflexo por exemplo, observado no livro Claranã, uma homenagem à sua cidade natal. Depois, como militante que é, entrou no seu assunto, talvez, mais preferido, seja pela vocação ou pela luta, no sentido mais verbal da palavra.</p>
<div id="attachment_58882" aria-labelledby="figcaption_attachment_58882" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230089744_3756f91cf2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58882 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230089744_3756f91cf2_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a conversa, falou de suas obras, como Claranã, dedicada à sua terra-natal (Bodocó), e o livro de contos As Filhas de Lilith, sobre o qual discorreu por mais tempo</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Todo o mundo passou por uma construção sob o ponto de vista de homens, e isso faz com que a gente olhe para o universo a partir dessa ótica. A gente apagou da nossa história a figura das deusas. Eu estou aqui apenas fazendo um questionamento político, porque sou uma mulher que penso sobre mulheres, e minha obra inteira perpassa por isso”</em>, contextualizou, antes de falar sobre um de seus livros, o de contos <strong>As Filhas de Lilith</strong>, provavelmente o mais conhecido pelo público.</p>
<div id="attachment_58888" aria-labelledby="figcaption_attachment_58888" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129066830_cd0c9ebabd_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58888 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129066830_cd0c9ebabd_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Cida Pedrosa, existem escritos aramaicos de mais de 1.500 anos que reforçam a tese de que existia uma outra mulher no Paraíso, criada do barro igual ao homem, e que se chamava Lilith</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Alguém sabe quem é essa personagem?”,</em> provocou a autora, para receber em seguida as respostas dos alunos. <em>“Na versão judaica ela é considerada um demônio feminino”,</em> disse um dos jovens. Em seguida, uma aluna pediu a fala e deu a sua opinião. <em>“Ela foi a primeira mulher que Deus criou e eu li que ela não foi escolhida, como Eva, porque não aceitava ser metade do homem. E hoje ela é vista assim, como um demônio feminino”.</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40044432145_f68a864dc6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58880 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40044432145_f68a864dc6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Segundo Cida Pedrosa, Lilith é entregue com essa dualidade. <em>“Existem escritos aramaicos de mais de 1.500 anos, encontrados quando fazem escavações, que davam conta que existia uma mulher além de Eva no Paraíso, criada do barro igual ao homem e que se chamava Lilith. E por conta disso ela é autônoma, e não aceitava ser metade, como a amiga disse. Assim, ela foi expulsa do paraíso. Nesses textos encontrados, por exemplo, há escritos que dizem assim: ‘Adão, porque estás em cima de mim se és tão pesado’. Ou seja, uma mulher que questiona o ato sexual do homem estar sempre por cima. E isso não sou eu quem diz, são textos milenares que contam essa história”,</em> detalha a escritora.</p>
<div id="attachment_58889" aria-labelledby="figcaption_attachment_58889" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129067660_8af242400f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58889 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39129067660_8af242400f_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Entre as conversas, Cida Pedrosa aproveitava para ler algumas de duas poesias, como Diana, presente no livro As Filhas de Lilith</p></div>
<p style="text-align: left;">Um dos assuntos que mais a incomoda, disse Cida, é a tirania do corpo,<em> “o que é algo profundamente machista, porque você vê o homem com aquela barriga proeminente, se achando lindo, dizendo para a mulher está feia porque está com os peitos arriados”,</em> brincou, arrancado risadas da garotada. <em>“Isso faz com que muitas mulheres sofram. Qualquer coisa a gente é chamada de gorda ou dizem que estamos acima do peso. E isso gera uma doença chamada anorexia”,</em> introduziu, para contar em seguida ler <em>Diana</em>, uma das personagens presentes no livro de contos.</p>
<p><em>“O espelho sempre engana Diana / O jogo de luz e sombra / Não camufla mais ninguém / Em busca da próxima dieta / A moça se enche de revistas e terapias alternativas”,</em> diz um trecho lido por ela na ocasião, arrancando aplausos e gritos, principalmente das jovens que estavam no local. A edição teve ao final a performance da atriz Daniela Câmara, que há anos realiza um trabalho de declamação de poesias de poetisas pernambucanas.</p>
<div id="attachment_58881" aria-labelledby="figcaption_attachment_58881" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230083854_5efcd7c8f2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58881 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40230083854_5efcd7c8f2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A edição teve ao final a performance da atriz Daniela Câmara, que há anos realiza um trabalho de declamação de poesias</p></div>
<p>Representando a instituição, o professor Adriano Araújo agradeceu pela oportunidade, <em>“porque acredito que a escola ganha muito mais com essas atividades que tiram o aluno de dentro do ambiente da sala de aula e mostram que aprender é possível em vários espaços e de várias maneiras”,</em> comemorou.</p>
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		<title>Festa Literária dos Artistas da Cidade ocupa as ruas de Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 16:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olinda sedia, neste sábado (23), a primeira edição da Festa Literária dos Artistas da Cidade (FLIDACI). Organizado de maneira independente pelos poetas Sidney Ramos, Eunápio Mário e Daniela Câmara, o evento ocupará a Rua Treze de Maio, entre o Bar de Dona Darcy e a Pousada Alto Astral, a partir das 17h e se estenderá até [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Olinda sedia, neste sábado (23), a primeira edição da Festa Literária dos Artistas da Cidade (FLIDACI). Organizado de maneira independente pelos poetas Sidney Ramos, Eunápio Mário e Daniela Câmara, o evento ocupará a Rua Treze de Maio, entre o Bar de Dona Darcy e a Pousada Alto Astral, a partir das 17h e se estenderá até às 22h, com recitais, apresentações de teatro e música, lançamentos de livros e leituras dramatizadas.</p>
<div id="attachment_56550" aria-labelledby="figcaption_attachment_56550" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/CasaroesDaRua13Demaio.jpg"><img class="size-full wp-image-56550" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/CasaroesDaRua13Demaio.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">A Rua 13 de Maio será palco da primeira edição da FLIDACI</p></div>
<p><em>&#8220;A FLIDACI surgiu a partir do desejo de um trio de poetas, eu, Sidney e Eunápio, em mostrar/fomentar a poesia nas ruas da cidade. A ideia é abrir espaço para os autores declamarem seus textos ao ar livre e levar a arte para espaços mais informais&#8221;</em>, conta Daniela Câmara, uma das organizadoras da Festa Literária. Segundo a poetisa, além de fomentar a relação com o livro, a leitura e a literatura, a <em>FLIDACI </em>abre espaço também para outras linguagens artísticas. <em>&#8220;Visando estreitar ainda mais a relação da literatura com o teatro e a música, teremos ainda a apresentação de dos dois monólogos na abertura do eventos, Mulheres de Sol e Sangue, encenado e dirigido por mim, e Diário Quase Ridículo de Aurora, com direção e texto de Manoel Constantino e encenação de Rose Quirino, fora os shows de André Borges, Luiz Veras, Dido Santos, Carlos JCarlos, Maurício Souza e Talis Ribeiro&#8221;</em>, comenta Câmara.</p>
<p>O recital, ponto alto do evento, contará com as participações de Valmir Jordão, Eunápio Mário, Sidney Ramos, Edgar Diniz, Mauricéa Santana, Odailta Alves, Ana Rosa, Jorge Santos, Marlos Guedes, Daniela Câmara, Luiz Carlos Dias, entre outros autores. A festa será marcada ainda com o lançamento de dois livros, <em>Viva Poesia de França! 10 Anos Sem o Poeta</em>, de Luiz Carlos Dias, e <em>Poesia Afetiva</em>, de Daniela Câmara, e um escambo de livros usados. <em>&#8220;A festa tem caráter democrático e de confraternização, já que a data antecede a noite de Natal. Uma das curiosidades dessa primeira edição é um buffet de livros, onde as pessoas poderão escolher as páginas e montarem seu livro à gosto&#8221;</em>, diz Daniela Câmara.</p>
<p>Confira a programação:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>1ª FLIDACI (Festa Literária dos Artistas de Olinda)</strong></p>
<p><strong>Monólogo Poético Teatral</strong><br />
17h &#8211; Mulheres de Sol e Sangue (Daniela Câmara)<br />
17h40 &#8211; O Diálogo Quase Ridículo de Aurora (Rose Quirino)</p>
<p><strong>Música</strong><br />
18h &#8211; André Borges<br />
18h20 &#8211; Luiz Veras<br />
18h40 &#8211; Dido Santos<br />
19h &#8211; Carlos JCarlos<br />
19h20 &#8211; Maurício Souza<br />
19h40 &#8211; Talis Ribeiro</p>
<p><strong>Literatura</strong><br />
20h &#8211; Lançamento dos livros Viva Poesia de França! 10 Anos Sem o Poeta, de Luiz Carlos Dias, e Poesia Afetiva, de Daniela Câmara.</p>
<p><strong>Recital</strong><br />
20h10 &#8211; Maurício Santana, José Evangelista, Sílvia Albuquerque, Rodrigo Santos, Fabrícia Gomes, Eunápio Mário, Ana Rosa, Walmir Jordão, Jorge Santos, Odailta Alves, Edgard Diniz, Sydney Ramos, Luiz Carlos Dias, Marlos Guedes, Jamerson Nascimento e Fred Caju.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
I FLIDACI - Festa Literária dos Artistas da Cidade<br />
Quando: 23/12 (sábado), das 17h às 22h,<br />
Onde: R. Treze de Maio &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE.<br />
Informações: (81) 997419653</p>
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		<title>Fruto de uma oficina literária, antologia poética reúne vários autores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 17:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir da oficina literária A palavra confessa, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26928" aria-labelledby="figcaption_attachment_26928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Fernandes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26928" alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento cultural localizado no Bairro do Recife recebe o lançamento da antologia</p></div>
<p>A partir da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/oficina-de-poesia-confessa-resgata-o-eu-poetico-dos-participantes/" target="_blank">oficina literária A palavra confessa</a>, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro <strong>A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos</strong>, impresso pela editora Castanha Mecânica e com obras dos autores participantes da oficina citada, será lançado neste domingo (13), às 15h, na Torre Malakoff – local que abrigou as aulas e deu título à obra. A entrada é gratuita e o evento será seguido de um debate e sarau com os escritores.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento.png"><img class="size-medium wp-image-52222 aligncenter" alt="A-TORRE-capa do evento" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento-607x227.png" width="607" height="227" /></a><br />
Organizadora da oficina, a coordenadora de Literatura da Secult-PE explica a importância dos encontros que possibilitaram o surgimento deste livro. <em>“A Torre foi erguida por diversas vozes, a partir da oficina de poesia confessional. Reverberando a partir dela, seu eco poderá ser ouvido &#8211; ou lido, para além das paredes da Malakoff. É muito gratificante ver que, de forma espontânea, essas pessoas se entrelaçaram para produzir uma publicação confessional, artesanal e coletiva, uma tríade que revigora a crença na liga que só as palavras têm”,</em> comenta ela. As aulas foram ministradas pelo escritor Stefanni Marion, de São Paulo.</p>
<p>Participaram da publicação Adélia Coelho Flô, Carlos Seixas, Crislaine Venceslau, Daniela Câmara, Diego de França, Fred Caju, Gabriel Góes, Guto Santana, Josemar Ferreira, Lúcio Pessôa, Luna Vitrolira, Maíra Borges, Maria Samara, Meca Moreno, Paulo Queiroz, Teresa Coelho e Wolder Wallace.</p>
<div id="attachment_52223" aria-labelledby="figcaption_attachment_52223" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg"><img class="size-full wp-image-52223 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta&#8221;, explica Luna Vitrolira, uma das participantes da oficina e da publicação</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com Luna Vitrolira, de 25 anos, a oficina foi um exercício de libertação das amarras. <em>“Um exercício de se abrir pras pessoas e de escrever e dizer a poesia. No meu caso eu estava particularmente muito fechada, muito travada, ignorando, na verdade, minha potencia de escrita, minhas vontades meus desejos. Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta. Foi especial estar com essas pessoas, e me abrir de novo para a vida e para a arte”,</em> ressalta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Lançamento do livro ‘A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos’</em><br />
Domingo (13) | 15h<br />
Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife)<br />
Entrada gratuita | Valor da antologia: R$ 20<br />
<a href="https://www.facebook.com/events/1709284016033405/" target="_blank">Evento no Facebook</a></p>
<p><strong>Ficha Técnica do livro:</strong><br />
Edição: Castanha Mecânica<br />
Idealização, organização e prefácio: Stefanni Marion<br />
Projeto gráfico e material publicitário: Felipe Cadena<br />
Revisão: Teresa Coelho<br />
Texto de capa: Sidney Rocha</p>
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		<title>Daniela Câmara: depois do teatro e do cinema, é a vez da literatura</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 16:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atriz, jornalista, poeta e produtora. Aos 44 anos, a multiartista recifense Daniela Câmara segue transitando entre as mais diversas expressões culturais e ainda encontra fôlego para explorar novas searas artísticas. Em meio à expectativa pelo lançamento de seu primeiro livro de poesias &#8211; marcado para maio -, e à realização de uma oficina de teatro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22544" aria-labelledby="figcaption_attachment_22544" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/60850_1562292346639_4820954_n.jpg"><img class="size-full wp-image-22544" alt="TV, teatro e cinema. Todas essas linguagens fazem parte do repertório cênico da atriz Daniela Câmara" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/60850_1562292346639_4820954_n.jpg" width="600" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Em entrevista ao Cultura.PE, atriz reflete sobre momentos de sua trajetória profissional e antecipa novos projetos</p></div>
<p>Atriz, jornalista, poeta e produtora. Aos 44 anos, a multiartista recifense Daniela Câmara segue transitando entre as mais diversas expressões culturais e ainda encontra fôlego para explorar novas searas artísticas. Em meio à expectativa pelo lançamento de seu primeiro livro de poesias &#8211; marcado para maio -, e à realização de uma oficina de teatro, que acontecerá em Olinda, Dani conversou com o portal <strong>Cultura.PE</strong>.</p>
<p>Na entrevista, concedida ao repórter <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a>, ela falou sobre essa confluência entre áreas culturais que delineou sua trajetória artística, narrou momentos que deixaram marcas importantes em sua formação profissional e, entre outras histórias, contou que aprendeu a não se deixar “esmagar” pelas engrenagens (por vezes difíceis) do mercado da arte e da cultura. Confira:</p>
<p><strong>1- Antes de começarmos a falar da sua carreira, conta um pouco sobre esse curso de teatro que você vai ministrar em Olinda. Como o<strong>s interessados podem se inscrever?</strong></strong><br />
Batizado de <em>O Repertório do Ator</em>, o curso terá três meses de duração e acontecerá nas segundas e quartas-feiras à noite, no Sítio Histórico olindense. O lugar ainda não está certo ainda, mas definirei por esses dias &#8211; ainda estou naquele processo de formação de turma. Mas, quem quiser participar, é só entrar em contato comigo através do meu e-mail (<strong>danicamara70@hotmail.com</strong>), que passo todas as informações (preço, horário e quantidade de vagas).</p>
<p><strong>2- Há quanto tempo você trabalha como atriz? Que memória você tem dos primeiros trabalhos nessa área?</strong><br />
Há vinte e seis anos. Comecei profissionalmente no teatro, com os espetáculos <em>Os Saltimbancos</em>, de Chico Buarque de Hollanda, e <em>Bailei na Curva</em>, de Júlio Conti. No cinema, fiz <em>Cassino Americano</em>, do falecido diretor pernambucano Marco Hannois. Ingressei na TV em comerciais dirigidos por João Falcão. Mas a minha primeira aparição pública foi numa leitura dramatizada de uma peça de Nelson Rodrigues, <em>A Falecida</em>, na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/fundaj-promove-o-1o-seminario-arte-reforma-e-revolucao/" target="_blank"><strong>Fundaj</strong></a>, sob a direção de Lúcia Machado. Antes disso, porém, me lembro que, aos 14 anos, eu já declamava poesias na <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/academia-pernambucana-de-letras-divulga-resultado-de-premios-literarios/" target="_blank">Academia Pernambucana de Letras</a></strong> (APL), ao lado de Geninha Rosa Borges, que é amiga da minha mãe – a jornalista Ester Câmara.</p>
<p><strong>3- Além de atuar, você é jornalista, produtora, poeta e, de vez em quando, ainda canta nos shows dos seus amigos músicos. Você se considera uma multiartista?</strong><br />
É como meu amigo <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/walmir-chagas-recifense-de-amor-e-de-revolucao/" target="_blank"><strong>Walmir Chagas</strong></a>, que também é multi, falou em uma entrevista dia desses: “A única mulher que considero multiartista em Pernambuco é Daniela Câmara” <em>(risos)</em>. Isso tudo, porque também fui uma “cantriz” do famoso Pastoril do Véio Mangaba, na década de 90. Dançava e cantava no pastoril, quando engravidei da minha primeira filha, Camila. Eu quis aprender, ter essa relação de administrar tudo ao mesmo tempo. Acho interessante ter essa relação com as impermanências, estando sempre entre um alvo e outro. Eu adoro ser uma outra a cada trabalho que faço. Certamente não seria uma profissional estagnada em uma mesma função, porque sempre entendi a vida artística como uma atividade privilegiada e prazerosa. E a gente aprende a caminhar sobre a corda bamba, que é a vida do artista. Tive/tenho que ser multi para poder me manter e manter os meus filhos, para poder viver de arte em nosso Estado, já que apareceram oportunidades fora (daqui) e eu não fui. Escolhi ficar com meus filhos. E apesar de viver num lugar de mercado difícil, amo Pernambuco e, principalmente, o Recife.</p>
<p><strong>4- Sobre suas poesias, você pretende reunir esses textos em um livro? </strong><br />
Já tenho dois livros de poemas no prelo. Um já está se encaminhando para publicação – está naquela fase de revisão e ilustrações, sabe? Esse primeiro será batizado de <em>Primeiro Ato Poético</em>, e vai marcar minha estreia no mundo literário. Só decidi lançar essa obra após o aval/incentivo do poeta português <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/poesia-luso-brasileira-em-destaque-no-espaco-pasargada/" target="_blank">Luís Serguilha</a></strong>. Segundo ele, minha poesia é &#8220;enérgica e combativa”. Meu amigo poeta Valmir Jordão também leu meus versos e fez uma crítica construtiva a respeito. Depois disso, me senti capaz de botar a cara à tapa. O segundo ainda vou editar e ver o que merece ser publicado.</p>
<p><strong>5- Você acumula trabalhos expressivos tanto no teatro como no cinema. Como foi essa transição dos palcos para a tela grande?</strong><br />
Não houve transição. Tudo aconteceu ao mesmo tempo comigo. Tem sido assim até hoje. Falar todas as linguagens foi/é uma grande ferramenta na minha carreira, mas eu tive desprendimento para isso. Fui fazendo e gostando de tudo. Viram-me solando uma música em cena no teatro e me chamaram pra cantar na banda <em>Zaratempô</em>, na época em que explodia o Movimento Mangue. Passei a fazer <em>backing vocal </em>em outras bandas e me envolvi com música nessa época. João Falcão me adotou na linguagem televisiva por indicação de Carlos Carvalho, ainda nos anos 80. No cinema, comecei com Marco Hannois, depois Marcelo Gomes, Camilo Cavalcante, Kleber Mendonça Filho e Adelina Pontual.</p>
<div id="attachment_23406" aria-labelledby="figcaption_attachment_23406" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/trabalhos-daniela-camara-entrevista.jpg"><img class="size-medium wp-image-23406 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/trabalhos-daniela-camara-entrevista-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz atuando no espetáculo Bailei na Curva, de Julio Conti, e no filme O Presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante.</p></div>
<p><strong>6- Que diretores de teatro/cinema marcaram a sua trajetória? E atores?</strong><br />
Em primeiro lugar, no cinema, Camilo Cavalcante, depois Marcelo Gomes e, agora, Kleber Mendonça Filho, depois de fazer o &#8220;Som ao Redor&#8221;. No teatro, Carlos Carvalho, que foi meu primeiro professor de teatro, Carlos Bartolomeu, Manoel Constantino e José Manoel. Já entre meus colegas atores, que passaram por minha vida e eu jamais vou esquecer, foram: Silvio Pinto, Walmir Chagas, Adriano Cabral e Bárbara Rominna, que foi assassinada e eu me emocionei demais ao entrar em cena e ver outra atriz com o mesmo figurino que ela usava, dividindo o palco comigo.</p>
<p><strong>7- Como você encarou esse triste episódio? O que essa experiência, em particular, acrescentou-lhe de mais significativo?</strong><br />
Isso marcou &#8211; e muito &#8211; minha vida de atriz, porque ficamos amigas em pouco tempo de trabalho e, infelizmente, tive que subir ao palco sem ela nesse dia. Aprendi a ser mais humana, me conhecer melhor e aceitar críticas. E mais do que isso: percebi que a arte pode nos salvar dos males do mundo. Considero-me uma pessoa crítica, e o teatro, além de todas essas experiências vivenciadas no palco, me fez entender que sou feliz por não seguir os padrões capitalistas do mercado e que, mesmo estando dentro dele, sei discernir sobre suas engrenagens e operações, e escolher meu <em>modus vivendi</em> sem me deixar esmagar pelas instabilidades que a carreira nos oferece.</p>
<p><strong>8- Em que momento a atriz decidiu ser jornalista?</strong><br />
Gosto dessa dualidade e jamais me ponho como artista quando sou a jornalista. Consigo distinguir bem os dois papéis. Sou apaixonada pelo jornalismo cultural, que é onde me sinto livre e inspirada pra escrever. Quando optei pelo jornalismo, há uns seis anos, achei que seria uma rica ferramenta para minha vida, para me deixar mais segura na escrita, já que escrevo poesia desde meus 12 anos. Antes, quando relia os meus escritos, achava tudo ridículo. Hoje, eu releio e gosto.</p>
<p><strong>9- Você enxerga uma confluência entre essas duas áreas?</strong><br />
Teatro, cinema, TV, locução: tudo isso é comunicação. Na faculdade, me sentia experiente, porque já havia vivenciado muitas coisas da área antes. As cadeiras que paguei durante o curso me deram um suporte, uma rede embaixo dessa corda bamba. São duas vias favoráveis que se entendem e se permitem comunicar. O jornalista é também um artista, quando discerne sobre o que vai comunicar. O único problema é a censura, os crivos, as permissões no que se publica. Mas temos que seguir e realizar, sem perder de vista o grande pilar de nossa profissão: noticiar com ética.</p>
<p><strong>10- Recentemente, você estava editando o jornal <em>O Mirante de Olinda</em>, que era voltado para a cena cultural da cidade. Como anda esse projeto?</strong><br />
O<em> Mirante</em> era um tabloide cultural, que circulou durante um ano em Olinda. Depois, criei a <em>Gazeta Cultural Pernambuco</em>, como uma ampliação dessa circulação. Passei a distribuir em Olinda, Recife, Igarassu, Aldeia, Gravatá, entre outras cidades. Tudo patrocinado por anunciantes da iniciativa privada. Tinha uma equipe reduzida e eu mesma fazia a distribuição. O jornal tinha formato impresso e online, mas não pagava meu trabalho. Foram três anos de luta, mas, em dezembro do ano passado, me dei essa carta de alforria.</p>
<p><strong>11- Algum plano de retornar aos palcos?</strong><br />
Estou desenvolvendo um projeto que vai mesclar poesia, música e teatro, já que o livro apresenta versos e reminiscências dos personagens que me visitam no universo de atriz, na minha vivência no teatro e no cinema. Essa montagem é um sonho antigo, que venho guardando há um tempo já. Se tudo der certo, será um espetáculo lítero-musical recheado de boas histórias e lindas canções. Aguardem.</p>
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