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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mariane Bigio</title>
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		<title>Contação de história &#8211; &#8220;Era uma vez&#8230; Clarice&#8221;, com Mariane Bigio</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 19:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em homenagem ao centenário de Clarice Lispector, o Canal Oficial da Secult-PE/Fundarpe no Youtube transmite, nesta quinta-feira (5), a partir das 18h, a contação de história “Era uma vez… Clarice”, com Mariane Bigio. A leitura é baseada em duas obras da escritora, que morou no Recife quando criança e adolescente: “Felicidade Clandestina” e “Doze Lendas Brasileiras: Como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem ao centenário de Clarice Lispector, o Canal Oficial da Secult-PE/Fundarpe no Youtube transmite, nesta quinta-feira (5), a partir das 18h, a contação de história <strong>“Era uma vez… Clarice”</strong>, com <strong>Mariane Bigio</strong>. A leitura é baseada em duas obras da escritora, que morou no Recife quando criança e adolescente: “Felicidade Clandestina” e “Doze Lendas Brasileiras: Como Nasceram as Estrelas”, ambas com temática que remete à infância na cidade. Para assistir, basta acessar: <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>.</p>
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		<title>Contação de história para aproximar a obra de Clarice Lispector e as crianças</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2020 14:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série de encontros virtuais realizadas pela Secult-PE/Fundarpe em homenagem ao centenário de Clarice Lispector continua nesta semana com foco no público infantil. Nesta quinta-feira (5/11), às 18h, acontece a transmissão de “Era uma vez&#8230; Clarice”, com a contadora de histórias Mariane Bigio. A leitura terá como base duas obras da escritora que morou no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79665" aria-labelledby="figcaption_attachment_79665" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/mariane-bigio.jpg"><img class="size-medium wp-image-79665" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/mariane-bigio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio é contadora de histórias, cantora, escritora, radialista e videasta</p></div>
<p>A série de encontros virtuais realizadas pela Secult-PE/Fundarpe em homenagem ao centenário de Clarice Lispector continua nesta semana com foco no público infantil. Nesta quinta-feira (5/11), às 18h, acontece a transmissão de <strong>“Era uma vez&#8230; Clarice”</strong>, com a contadora de histórias <strong>Mariane Bigio</strong>. A leitura terá como base duas obras da escritora que morou no Recife quando criança e adolescente: “Felicidade Clandestina” e “Doze Lendas Brasileiras: Como Nasceram as Estrelas”, ambas com temática que remete à infância na cidade. Para assistir, basta acessar: <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>.</p>
<p><em>“Será leve e descontraído, e espero contar com a interação do público e das crianças para celebrarmos com leveza o centenário dessa grande artista”</em>, disse Mariane Bigio, que além de contadora de histórias é cantora, escritora, radialista e videasta. Ela acumula experiência com o público infantil em projetos como Cordel Animado, Rádio Matraquinha e Bandalelê.</p>
<p>O primeiro livro escolhido por Mariane Bigio, “Felicidade Clandestina”, traz 25 textos com temas que passeiam entre infância, adolescência, família e amor, alguns autobiográficos. Já “Doze Lendas Brasileiras: Como Nasceram as Estrelas” reúne histórias do folclore brasileiro, como em um calendário, descritas pelo estilo inconfundível de Clarice.</p>
<p><em>“Nesta ação, estamos direcionando a atenção para as obras menos investigadas do universo de Clarice, que são aquelas dedicadas ao público infantil. Queremos apresentar uma das maiores escritoras da nossa literatura para as crianças”</em>, afirmou Roberto Azoubel, coordenador de literatura da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b><br />
Programação CLARICE LISPECTOR 100 anos<br />
“Era uma vez&#8230; Clarice”, com Mariane Bigio<br />
Quando: 5 de novembro de 2020, quinta-feira, 18h<br />
Exibição nos canal oficial da Secult-PE/Fundarpe no YouTube (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>)</p>
<p>*Esta ação da Coordenadoria de Literatura responde ao Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLB) no que diz respeito ao seu Eixo 4 – VALORIZAÇÃO DA LITERATURA: Objetivo Estratégico 4.2. Difusão, circulação e intercâmbio.<br />
a. Fortalecer as ações de circulação de autores e da produção literária locais em escolas, bibliotecas e outros espaços de fruição.<br />
c.Estimular a realização de encontros e residências para intercâmbio de conhecimento entre profissionais dos elos criativo e produtivo do livro.</p>
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		<title>Circuito Cultural mostra processo de criação de dois livros da Cepe</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 23:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[À francesa: a Belle Époque do comer e do beber no Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Anco Márcio Tenório Vieira]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois livros publicados pela Cepe Editora &#8211; À Francesa: a belle époque do comer e do beber no Recife e Osman e Hermilo: Correspondência &#8211; terão suas histórias detalhadas na segunda etapa do Circuito Cultural Digital de Pernambuco. O processo de criação, produção e edição de cada uma das obras será compartilhado com o público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79112" aria-labelledby="figcaption_attachment_79112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Anco-Márcio-Tenório-Vieira-frederico-toscano-cepe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79112" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/Anco-Márcio-Tenório-Vieira-frederico-toscano-cepe-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio Tenório Vieira e Frederico Toscano vão poder compartilhar com o público o processo de construção dos livros &#8220;Osman e Hermilo: Correspondência&#8221; e &#8220;À Francesa: a belle époque do comer e do beber no Recife&#8221;</p></div>
<p>Dois livros publicados pela Cepe Editora &#8211; <em>À Francesa: a belle époque do comer e do beber no Recife</em> e <em>Osman e Hermilo: Correspondência</em> &#8211; terão suas histórias detalhadas na segunda etapa do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/ficcao-e-autobiografia-na-obra-de-clarice-lispector/" target="_blank"><strong>Circuito Cultural Digital de Pernambuco</strong></a>. O processo de criação, produção e edição de cada uma das obras será compartilhado com o público no painel Por Dentro do Livro na quinta-feira (8) e na sexta-feira (9), sempre às 16h, com acesso gratuito pelo portal do evento (<a href="http://www.circuitoculturalpernambuco.com.br/" target="_blank"><strong>www.circuitoculturalpernambuco.com.br</strong></a>). O evento é uma iniciativa da Companhia Editora de Pernambuco com Curadoria da Fundação Gilberto Freyre.</p>
<p><em>À Francesa: a belle époque do comer e do beber no Recife</em>, lançado em 2014, acaba de ganhar versão e-book (R$ 15) e é o tema da conversa da quinta-feira. O livro conta a origem do francesismo na culinária da capital pernambucana no século 20, baseado na dissertação de mestrado defendida pelo historiador Frederico de Oliveira Toscano na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Com 338 páginas na versão impressa, <em>À Francesa</em> venceu o Prêmio Jabuti 2015 &#8211; 3º lugar na categoria Gastronomia &#8211; e terá em breve nova tiragem.</p>
<p>Frederico Toscano não pensava em transformar o trabalho acadêmico em livro ao iniciar as pesquisas em jornais e publicações de autores da época. <em>&#8220;Quando fui avançando na dissertação, busquei uma escrita que fosse mais acessível. Então, perto da defesa, me veio a ideia&#8221;</em>, diz o autor e historiador. <em>&#8220;Achava fascinante essa história de a gente ter uma influência estrangeira na culinária que até então não tinha sido bem estudada&#8221;</em>, declara. O debate será conduzido pelo jornalista Edi Souza.</p>
<p>Na sexta-feira (9), o professor do Departamento de Letras da UFPE Anco Márcio Tenório Vieira fala sobre <em>Osman e Hermilo: Correspondência</em>, que ele organizou e a Cepe lançou em 2019. Com 192 páginas, o livro traz cartas e bilhetes trocados entre os escritores e amigos Osman Lins (1924-1978) e Hermilo Borba Filho (1917-1976) por um período de 11 anos, de 1965 a 1976. Ele fez o livro atendendo a um convite da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB), em fins de 2010.</p>
<p><em>&#8220;A FCRB enviou-me o material das cartas no início de 2011. A partir daí organizei um grupo de alunos da graduação em Letras da UFPE e começamos o trabalho. Inicialmente, digitalizando-as; depois, fazendo a correção; por fim, a pesquisa para entender o contexto histórico de cada carta e declinar os nomes e os eventos que estavam contidos nessas cartas. O resultado é que o livro encerra mais de 1600 notas de rodapé&#8221;</em>, informa Anco Márcio. Ele finalizou a organização do livro em 2018.</p>
<p>Segundo ele, para compor as notas de rodapé, essenciais na publicação, <em>&#8220;a maior dificuldade foi contextualizar episódios pessoais, familiares, pois implica entrar na intimidade familiar e, principalmente, das pessoas envolvidas. A organização do livro, diz o professor, é um trabalho e também um prazer. É muito trabalho, muito trabalho mesmo, mas também um imenso prazer. Aliás, para mim, a atividade intelectual sempre foi um prazer&#8221;</em>, declara.</p>
<p>No painel Por Dentro do Livro, Anco Márcio conversa com Wellington de Melo, que editou Osman e Hermilo.<em> &#8220;De minha parte, me considero um editor old-school, dos que se preocupam com a palavra posta na página e trabalham em função do artefato cultural mais importante de nossa civilização: o livro&#8221;</em>, declara Wellington de Melo, ao ser questionado sobre o papel do editor de livro. <em>&#8220;Tenho trabalhado com autores de todo o país (muitos chegam por meio de meu site: <strong><a href="http://www.wellingtondemelo.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.wellingtondemelo.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1602189294654000&amp;usg=AFQjCNEaSbaoIgLUrKNr1xmoWNlDzv3OnQ">www.wellingtondemelo.com.br</a></strong>) e, quando me procuram, buscam justamente aquele que leia seu texto e diga o que os outros leitores, amigos ou familiares nunca dirão: a verdade, por mais dura que seja&#8221;</em>, acrescenta.</p>
<p><em>&#8220;Naturalmente, nem sempre os autores ouvem os editores &#8211; às vezes, acertam, mas normalmente é um erro ignorar seu editor e o autor que o faz tem as pragas do Egito a sua espera. Stephen King diz que &#8216;escrever é humano, mas editar é divino&#8217;. É isso, com menos tragédia bíblica e mais livros encaixotados. O que é importante para mim &#8211; não o será para outros editores &#8211; é que o diálogo flua com sinceridade e que, ao fim do trabalho, o autor ou autora ainda se veja no seu livro e fique satisfeito. Só assim, o trabalho do editor terá sido bem-sucedido&#8221;</em>, afirma Wellington de Melo, ex-editor de Cepe e que hoje atua de forma independente.</p>
<p><strong>Relançamento de <em>Cruz de Carne</em> -</strong> O escritor pernambucano Valença Leal (1913-1998) tem apenas dois livros publicados e é praticamente um desconhecido na literatura local. Ele poderia continuar assim, na obscuridade, não fosse o faro de repórter do jornalista Homero Fonseca, que descobriu o autor e sua obra ao fazer uma troca de livros num balaio de escambo. Homero pesquisou a vida de Cornélio Gomes Leal, nome de batismo de Valença Leal, por três anos. O resultado das buscas é a reedição pela Cepe Editora do romance <em>Cruz de Carne</em>, lançado em 1944 e que será reapresentado ao público nesta quinta-feira (8), às 19h, em live com participação do jornalista, da poeta Gerusa Leal e do editor da Cepe, Diogo Guedes, também dentro da segunda etapa do Circuito Cultural Digital de Pernambuco.</p>
<p>Com 300 páginas, <em>Cruz de Carne</em> é um romance de ficção que relata a vida do protagonista e narrador, Inácio, desde os primeiros anos da infância até a fase adulta, passando pelas brincadeiras com os amigos na fazenda onde vivia, aos medos, angústias, descobertas e esperanças da juventude. A história se desenvolve a partir da paixão de Inácio pela prima Mariana e é ambientada em Quipapá, a terra natal de Valença Leal, localizada na Zona da Mata Sul de Pernambuco. É uma trama envolvente, que inclui um julgamento fraudulento e preconceito racial e social. O livro traz um texto de Homero Fonseca sobre o escritor e outro de Gerusa Leal, poeta, contista e filha de Valença Leal.</p>
<p><strong>Oficinas para divertir e educar -</strong> Na segunda etapa do Circuito Cultural Digital de Pernambuco, a criançada também contará com uma programação cheinha de atividades que vai preencher o tempo dos pequenos de forma educativa e lúdica. Além de cineminha, contação de histórias e shows, haverá oficinas de estamparia, teatro de bonecos e literatura de cordel.</p>
<p>Nesta quinta-feira (8), o artista plástico Emerson Pontes vai ensinar as crianças a arte da impressão em papéis, com recortes de emborrachado, tinta e rolinhos de espuma, papel toalha e pratos descartáveis para acompanhar a oficina &#8220;Os bichos, à moda de Clarice&#8221;. O título da oficina de estamparia faz referência a um conto de Clarice Lispector, cujo título é <em>A fruta sem nome</em>. Este ano comemora-se o centenário de nascimento da escritora e atividade será uma introdução ao seu universo.</p>
<p><em>&#8220;Os bichos do conto &#8216;A Fruta Sem Nome&#8217;, de Clarice Lispector, são as figuras ideais para essa sessão de impressão. Na atividade que farei com as crianças, o quati, o jacaré, a anta e o jabuti viram imagens coloridas para impressão, do tipo carimbo, em papel de gramatura porosa. Além deles, o fruto misterioso, o muçá, aparece aqui e ali nos papéis, como repetidamente na história&#8221;</em>, conta Emerson.</p>
<p>Ainda no dia 8 de outubro, às 14h, será a vez da oficina &#8220;Teatro para crianças&#8221;, em que será enfocado o teatro de sombras e o de mamulengos. A oficina acontecerá em dois módulos para ensinar como construir seu próprio teatro de sombras e executá-lo junto com a família. A professora e coordenadora da Escola de Teatro Fiandeiros, Dani Travassos, vai mostrar o passo a passo de como criar um mamulengo, compondo o personagem e criando a história para contar.</p>
<p><em>&#8220;A ideia é experienciar o teatro desde a construção até a apresentação. E ainda possibilitar brincadeiras lúdicas construídas e executadas pelas crianças em casa, junto com a sua família&#8221;</em>, destaca Dani.</p>
<p>Anotem aí o material necessário para confeccionar os bonecos e o teatro de sombras: uma bola de isopor pequena e outra média, tecido, cartolina, enfeites diversos (fitas, adesivos, etc.), lã, tesoura, estilete, cola de silicone, tintas e pincel, miolo de papel higiênico, olhinhos de boneca, caixa de papelão, régua e lápis, cartolina marrom, palitos para churrasco, papel manteiga ou vegetal, lanterna e moldes dos personagens.</p>
<p>Já a Oficina de cordel para crianças será às 10h do sábado, com a cordelista Mari Bigio. Ela busca aproximar a meninada da arte do Cordel, atuando também no despertar para a estética do poema. Além de promover a formação de leitores, a oficina tem como objetivo a valorização da literatura de cordel, Patrimônio Cultural Nacional.</p>
<p>Para o Circuito Cultural Digital de Pernambuco a oficina terá em média 60 minutos de duração, e será apresentada em vídeo. A vivência mescla o lúdico ao aprendizado, numa espécie de aula-espetáculo, onde as características e técnicas abordadas serão ilustradas por textos em cordel, escritos e performados por Mari Bigio.</p>
<p>A oficina parte das origens da Literatura de Cordel, passando pela rima, estrutura, ritmo e tipos de estrofes mais comuns, até a produção das xilogravuras sustentáveis (a professora não utiliza madeira), que poderão ser reproduzidas pelas crianças.</p>
<p>Para participar da confecção da xilogravura sustentável, os pais poderão preparar o material: bandeja, pratinho de isopor, tinta guache preta, rolinho de tinta ou esponja de prato, cola de isopor, lápis, tesoura sem ponta e um pedaço de EVA.</p>
<p>Confira a programação completa da segunda etapa do Circuito Cultural Digital de Pernambuco aqui: <a href="http://www.circuitoculturalpernambuco.com.br/programacao/" target="_blank"><strong>www.circuitoculturalpernambuco.com.br</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Programação da 2ª Etapa do Circuito Cultural Digital de Pernambuco<br />
<strong>Período:</strong> 7 a 11 de outubro<br />
<strong>Endereço do portal:</strong> <a href="http://www.circuitoculturalpernambuco.com.br/programacao/" target="_blank"><strong>www.circuitoculturalpernambuco.com.br</strong></a><br />
<strong>Conteúdos:</strong> Palestras, entrevistas, contação de histórias, debates, saraus, concursos culturais, shows musicais, oficinas educativas<br />
Editoras/livraria/entidades participantes: Companhia das Letras, Editora Cortez, Editora Coqueiro, Livraria e Editora Paulinas, Livraria e Editora da UFPE, Livraria Internacional e Editora SBS, Livraria e Editora Paulus, Livraria e Editora Luz e Vida, CBL – Câmara Brasileira do Livro, UBE – Pernambuco e suas afiliadas, Livraria Leitura, Livraria Imperatriz, Real Livros,Chapéu de Bruxo – Geek, Zepelim Brinquedos e Livros Infantis, Clube do Livro Espírita, Grão Livraria, Pantera Cordelaria, Varejão do Estudante, Além da Lenda Livros Infantis, Sesc e Prefeitura do Recife.<br />
<strong>Parceiros:</strong> Secretaria de Cultura, Fundarpe, Secretaria de Educação e Fundação Gilberto Freyre.</p>
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		<title>Museu do Trem promove rodas de conversa sobre literatura e mobilidade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-trem-promove-rodas-de-conversa-sobre-literatura-e-mobilidade/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 19:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Ascensinho]]></category>
		<category><![CDATA[Ascenso Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Central Capiba/Museu do Trem]]></category>
		<category><![CDATA[Mariane Bigio]]></category>
		<category><![CDATA[Mobilidade urbana]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial para aproximar o equipamento cultural da literatura pernambucana e do debate sobre transportes. A primeira atividade é nesta terça-feira (23), das 9h às 11h, quando o espaço irá  comemorar o Dia do Livro com uma conversa voltada para o público infanto-juvenil com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68224" aria-labelledby="figcaption_attachment_68224" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/33898845405_4e604c1175_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-68224" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/33898845405_4e604c1175_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O equipamento cultural conta com duas atividades nesta semana.</p></div>
<p>Esta semana, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial para aproximar o equipamento cultural da literatura pernambucana e do debate sobre transportes. <strong>A primeira atividade é nesta terça-feira (23), das 9h às 11h, quando o espaço irá  comemorar o Dia do Livro com uma conversa voltada para o público infanto-juvenil com a escritora e coordenadora de Literatura da Secult/Fundarpe, Mariane Bigio.</strong></p>
<p>Na ocasião, também será feita uma visita mediada à exposição de longa duração “Chegadas e Partidas: a história do trem em Pernambuco” com intervenções poéticas da autora, que irá declamar versos de Ascenso Ferreira, além de apresentar o livro “Ascencinho”, escrito por ela e com ilustrações de Luciano Félix. Famoso por conta de versos como os de “Trem de Alagoas”, Ascenso Ferreira tinha uma ligação especial com o transporte ferroviário, que já movimentou o endereço.</p>
<p>“<em>O Sesc Santa Rita tem um laboratório de autoria em homenagem a Ascenso Ferreira. Eles fazem muitas ações ligadas ao poeta e o livro foi uma dessas. Uso como mote o poema ‘Noturno’, de Ascenso, que fala das assombrações do Recife velho e de como a infância dele povoa a sua poética. A gente criou esse personagem, Ascencinho, que é como se fosse o espírito infantil que habita boa parte dos textos do poeta. É sobre a criança que morava dentro dele e possibilitou que sua poesia fosse tão lúdica e brincante</em>”, explica Mariane Bigio, que ainda apresentará o game “Corre, Ascencinho”, desenvolvido por estudantes da Universidade Católica de Pernambuco, em parceria com o Sesc.</p>
<div id="attachment_68225" aria-labelledby="figcaption_attachment_68225" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/7568805678_2b825d1efb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-68225" alt="Tom Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/7568805678_2b825d1efb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora e coordenadora de Literatura da Secult/Fundarpe, Mariane Bigio é a autora de &#8220;Ascencinho&#8221;</p></div>
<p><strong>A outra atividade prevista para esta semana é a mesa redonda “Mobilidade e acessibilidade no espaço urbano: entre limites e possibilidades”, que acontecerá nesta quinta-feira (23), das 14h às 16h.</strong> Participarão da conversa o arquiteto e urbanista Francisco Cunha (“Olhe pelo Recife – cidadania a pé” e “Caminhadas Domingueiras”), o engenheiro Leonardo Vilar Beltrão (CBTU/ Metrorec) e da cicloativista Renata Gamelo (La Ursa Tours).</p>
<p>A conversa busca difundir ações sobre a mobilidade urbana já postas em práticas ou em construção. “<em>O museu da atualidade deve ser um espaço para estimular debates sobre temáticas pulsantes junto à sociedade. Acreditamos que, neste evento, falar sobre a interface entre a mobilidade sobre trilhos e outros modais, especialmente a mobilidade ativa, conecta o Museu com os anseios da sociedade e reforça o nosso papel de espaço educativo</em>”, observa a gestora do Museu do Trem, Márcia Chamixaes.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b><br />
<b><i>Dia do Livro no Museu do Trem</i></b><br />
Quando: Nesta terça-feira (23), das 9h às 11h</p>
<p><b><i>Mesa redonda “Acessibilidade e mobilidade no espaço urbano: entre limites e possibilidades”</i></b><br />
Quando: Nesta quinta-feira (25), das 14h às 16h</p>
<p>Onde: Estação Central Capiba/ Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n, São José – Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Gestoras das linguagens destacam conquistas femininas nos segmentos culturais</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 15:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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		<category><![CDATA[Neide Fernandes de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Echeverria Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Bomfim]]></category>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Bruno Souza e Marcus Iglesias Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha #MulheresdaCultura. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67765" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank">Bruno Souza</a> e Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de quatro semanas, depoimentos de mulheres de diversos segmentos/instâncias que evidenciem o protagonismo e a contribuição feminina na cultura.</p>
<p>Para isso, foram ouvidas <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/mulheres-da-cultura-refletem-sobre-o-dia-8-de-marco/" target="_blank"><strong>dez representantes da sociedade civil que integram os três conselhos estaduais criados pela Secretaria de Cultura e Fundarpe</strong></a> (Política Cultural, Preservação do Patrimônio Cultural e Consultivo do Audiovisual); <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/mulheres-gestoras-lideram-equipamentos-culturais-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>dez gestoras da rede de equipamentos culturais gerenciados pelo Estado</strong></a>; e, para encerrar a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>, vamos contar com a participação de nove assessoras e coordenadoras de linguagens da Secult-PE/Fundape para falarem da sua experiência à frente da formulação e implementação de políticas públicas para o segmento cultural no Estado. Confira os depoimentos:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67766 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;É inegável o protagonismo da mulher na formação de uma sociedade mais justa, sensível e humanizada. Está na natureza do ser feminino, e ainda que essa transformação seja tímida, a mulher já ocupa seu espaço de fala e visibilidade. No âmbito da cultura e construção das políticas culturais, o caminho não é diferente, experiências bem sucedidas estão por toda parte. Projetos bem sucedidos, através do Funcultura, são cada vez mais capitaneados por fazedoras de cultura, produtoras que abrilhantam o papel da mulher nesse universo. Recentemente a primeira candidatura à Patrimônio Vivo da Gastronomia é mulher, uma guerreira, D. Menininha do Alfenim de Agrestina. Um belo exemplo é o projeto &#8220;XepaCult&#8221;, que nos presenteia com um virtuoso mapeamento de mulheres mestras cozinheiras, oriundas de comunidades quilombolas e indígenas. A Assessoria de Gastronomia tem primado pela colocação da mulher no âmbito da cultura, através da gastronomia, uma das nossas ações estruturantes é o “Panela de Barro, Cultura no Prato”, que destaca o papel das loiceiras na produção de panelas e outros artefatos de cozinha, dando luz a esse ofício através da figura feminina e seus afetos&#8221;</em>, <strong>Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67767 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Estou na gestão pública da cultura há dez anos, e é notória a evolução e as conquistas da mulher nessa área ao longo desse tempo, seja no âmbito da discussão, como na efetiva participação nas ações da Secretaria e Fundarpe. Essa evolução está presente nas cotas para diretoras e roteiristas mulheres no Edital do Funcultura do Audiovisual, está nas ações formativas com o enfoque na mulher, na paridade na composição das comissões. Ainda há muito o que se conquistar, temos um grande desafio que é a implementação das ações afirmativas para o Edital do Funcultura da Música, mas é muito gratificante fazer parte e contribuir com esse momento de construção e mudança&#8221;</em>, <strong>Andreza Portella, coordenadora de Música da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67768 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;A cultura é um espaço privilegiado da vivência humana. Nossos modos de expressar, de viver, de sentir, de criar e de reinventar compõem a cultura e, neste sentido, os debates sobre gênero são fundamentais. Pernambuco tem buscado, ao longo dos anos, desenvolver políticas públicas objetivando a igualdade de gênero. No campo do patrimônio imaterial, área que atuo há 15 anos, vejo que há avanços nos debates e na participação das mulheres, tanto dentro das manifestações culturais quanto na gestão pública, ainda que haja um longo caminho a se percorrer na efetiva participação das mulheres, pois é fundamental destacar que não é só tratar da presença da mulher (quantitativamente), mas a qualidade desta presença (qualitativamente). Assim, entre avanços e desafios, entre lutas e resistências acredito que o poder do diálogo e de ações efetivas contribui significativamente para o empoderamento feminino na cultura e na sociedade&#8221;</em>, <strong>Jacira Franca, coordenadora de Patrimônio Imaterial da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67769 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Em todos os campos profissionais, sociais e afetivos, ainda há invisibilidades, espaços sufocantes, desvios, buracos e escuridões em relação à participação da mulher na sociedade. Mas se nos deixarmos escutar, fluir e crescer o feminino que há em nós, ressaltará a vida, a força e as infinitas possibilidades poéticas concretas (ou não) de reexistir em qualquer lugar. Acho muito importante, enquanto mulher, estar à frente da Assessoria de Dança da Secult-PE, um espaço para construção de avanços políticos, e por isso de muita importância. Usar do que o hábito da nossa luta diária nos fez adquirir: ver de fato o outro; valorizar na sua totalidade; trazer para perto na sua inteireza, e avançar&#8221;</em>, <strong>Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67770 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Eu sou escritora, cordelista, contadora de histórias, artista e estou coordenadora de literatura. Então, para mim, é uma dupla responsabilidade, pois, como mulher, eu sei das desigualdades e de todo o árduo percusso que a gente enfrenta para nos equiparar aos homens, aos escritores, aos artistas. A literatura ainda é um meio muito masculino. A gente sabe que existe ainda uma lacuna muito grande nos festivais, nos editais e nas premiações literárias. Então, é muito importante pautarmos a questão do gênero quando pensamos na formulação e implementação das políticas públicas, porque a política pública existe justamente para igualar todas essas oportunidades e o acesso das mulheres e dos homens aos editais, aos prêmios, às oficinas e a todos os mecanismos de fomento. É de suma importância que a gente ocupe espaços como esse, que é um espaço de decisão que nos permite pensar e modificar a realidade ao nosso redor&#8221;</em>, <strong>Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67772 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;A oportunidade de trabalhar com a Preservação do Patrimônio Cultural deu o rumo da minha carreira profissional, para a qual me aperfeiçoei, tendo sido admitida pela Fundarpe no início das suas atividades, em 1974. Dessa forma, me incluo na geração de funcionários que iniciou, na competência do Estado, a missão da preservação da sua memória cultural, antes exercida apenas em nível federal. A lei de tombamento em Pernambuco apenas foi disciplinada em 1979, e regulamentada em 1980. Na Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural, junto aos colegas de mesma função e exercendo cargos de gerência e coordenação, estive envolvida em atividades de inventários, diagnósticos, fiscalizações, projetos de restauração e planos de preservação, que também me permitiram conhecer o rico legado histórico e cultural que possuímos. Considero que minha trajetória na participação da política da cultura pernambucana foi auxiliada por uma habilidade de relacionamento desenvolvida, uma constante persistência, e certo grau de resiliência, capacidade de superação de adversidades, que são características atribuídas à natureza feminina&#8221;</em>, <strong>Neide Fernandes de Sousa, gestora de Patrimônio Histórico da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67773 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Acredito que estamos vivendo um momento muito interessante em relação à participação das mulheres em todos os ambientes da cultura. Venho presenciando ao longo desses últimos quatro anos, por exemplo, na minha participação como parecerista dos produtos de TV do Funcultura Audiovisual e também como membro da Comissão Deliberativa do Funcultura, a ampliação do número de mulheres atuando como diretoras, roteiristas, produtoras. E isso é uma grande conquista, um excelente retorno desta nova política cultural. Penso cada vez mais num mundo feminino, criativo e tolerante. Como a cultura é dinâmica nós, mulheres com nossas múltiplas funções, estamos conseguindo, de forma bastante positiva, dar conta do recado&#8221;</em>, <strong>Renata Echeverria Martins, assessora do Núcleo de Comunicação e Memória da Fundarpe.</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67775 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Trabalho na área cultural há mais de 40 anos sem nunca pensar em mudar de atividade. Entrei na Fundarpe em 1976, quando ela ainda estava recém-criada e com muitos projetos em andamento. As inúmeras manifestações culturais do estado foram depois de um tempo sendo abraçadas pela Fundação, e hoje isso aparenta ser seu objetivo maior. Apaixonei-me pelo que faço e nunca senti qualquer discriminação pelo fato de ser mulher. No meio que trabalho, prevalece o respeito, a igualdade de direitos e a vontade de multiplicar-se para que todos desfrutem do nosso bem maior: a cultura do Estado de Pernambuco&#8221;</em>,<strong> Rosa Bomfim, chefe da Unidade de Preservação da Fundarpe</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67792" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Com uma história de muitos anos na área cultural, considero que a experiência e atuação das mulheres têm sido cada vez mais reconhecidas no processo de elaboração, implementação e fortalecimento de políticas culturais democráticas, transparentes e participativas. É gratificante estar na gestão pública, ter vivenciado fases de aprendizados, emoções, instigações, transformações, e ser corresponsável por decisões relevantes que garantiram o desenvolvimento da política cultural de Pernambuco. Avançamos sim, mas temos caminhos a percorrer, ideias e projetos para compartilhar, espaços por conquistar&#8221;</em>, <strong>Teresa Amaral, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE</strong>.</p>
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		<title>Museu do Trem promove atividades sobre a atuação feminina na cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67632" aria-labelledby="figcaption_attachment_67632" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/7568805678_2b825d1efb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67632" alt="Tom Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/7568805678_2b825d1efb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A coordenadora de literatura da Secult-PE, Mariane Bigio, ministrará a vivência em cordel.</p></div>
<p>Para celebrar o mês das mulheres, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial durante esta semana para debater e incentivar a atuação das mulheres nas artes. A primeira atividade será a “Vivência em cordel – protagonismo e empoderamento feminino na cultura”, que acontece nesta terça-feira (26), das 14h às 16h, e será ministrada pela coordenadora de literatura da Secult-PE, Mariane Bigio.</p>
<p>A ação será realizada por meio da apresentação de um cordel criado por Mariane Biggio sobre o papel das heroínas que atuaram em momentos históricos do nosso legado de revoluções e emancipação e são pouco lembradas. A tarde ainda contará com a “sessão pipoca”, que exibirá vídeos selecionados, abordando questões relativas à construção de um cordel, como métrica, rima e gravuras. “Através dessa atividade, temos a intenção de aproximar o Museu do público infantil feminino e repassar esse legado que valoriza a importância da mulher e suas conquistas na sociedade”, explica a gestora do Museu do Trem, Márcia Chamixaes.</p>
<div id="attachment_67633" aria-labelledby="figcaption_attachment_67633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40640143491_d817bba607_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67633" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40640143491_d817bba607_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Parteira e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dona Prazeres participará da roda de diálogos.</p></div>
<p>A segunda atividade será a roda de diálogos e troca de saberes sobre protagonismo e empoderamento feminino na cultura, que acontecerá nesta quinta-feira (28), das 14h às 16h. O encontro contará com as participações da parteira Dona Prazeres, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco; Marília Mendes, que é gestora do Espaço Pasárgada; e Maria Paula Costa Rêgo, que é coordenadora de dança da Secult-PE.</p>
<p>“São experiências distintas do nosso gênero que vão tratar de aspectos diferentes sobre a mulher na cultura, mas, ao mesmo tempo, comuns. A gente viu há pouco tempo que as estatísticas mostram que a cada dois segundos uma mulher é vítima de violência e, diante de números tão dramáticos, é cada vez mais importante reunir mulheres para valorizar suas conquistas, inclusive na cultura”, observa Marília Mendes.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b><br />
Protagonismo e empoderamento feminino na cultura<br />
Onde: Museu do Trem (Rua Floriano Peixote, s/n, São José – Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
<p><b>Vivência em cordel</b>, com Mariane Bigio<br />
Quando: Nesta terça-feira (26), das 14h às 16h</p>
<p><b>Roda de diálogos e troca de saberes</b>, com Dona Prazeres, Marília Mendes e Maria Paula Costa Rêgo<br />
Quando: Nesta quinta-feira (28), das 14h às 16h</p>
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		<item>
		<title>Governo do Estado promove uma série de ações para celebrar a Semana do Livro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-do-estado-promove-uma-serie-acoes-para-celebrar-a-semana-do-livro/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 19:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Mariane Bigio]]></category>
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		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<category><![CDATA[semana do livro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=59674</guid>
		<description><![CDATA[O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secult-PE/Fundarpe, irá promover uma série de ações ao longo da próxima semana para comemorar o Dia Mundial do Livro, celebrado anualmente no dia 23 de abril. As comemorações começam na segunda-feira (23), com a oficina de &#8220;Escrita Criativa&#8221; para as participantes da primeira edição do Prêmio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59746" aria-labelledby="figcaption_attachment_59746" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/outras-palavras-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-59746" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/outras-palavras-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">As ações são descentralizadas e vão acontecer em vários pontos da cidade</p></div>
<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secult-PE/Fundarpe, irá promover uma série de ações ao longo da próxima semana para comemorar o Dia Mundial do Livro, celebrado anualmente no dia 23 de abril.</p>
<p>As comemorações começam na segunda-feira (23), com a oficina de &#8220;Escrita Criativa&#8221; para as participantes da primeira edição do P<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/i-premio-literario-da-mulher-idosa-recebe-inscricoes-ate-30-de-janeiro/" target="_blank"><strong>rêmio Literário da Mulher Idosa &#8211; Anita Paes Barreto</strong></a>. Ministrada pela coordenadora de Literatura da Secult-PE, Mariane Bigio, a atividade tem como objetivo debater a liberdade da escrita e fornecer novas estruturas para incentivar a criação literária. <em>&#8220;O nosso intuito é destravar as ideias, através de leituras e análises textuais, a fim de apontar às participantes da oficina saídas ou caminhos para seus textos&#8221;</em>, conta Bigio.</p>
<p>A iniciativa &#8211; que acontecerá das 9h às 13h, na sede do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Pernambuco (Avenida Alfredo Lisboa nº 188 &#8211; 2º andar &#8211; Recife Antigo &#8211; Bairro do Recife) &#8211; é fruto de uma parceria entre a Secretaria da Mulher e a Secult-PE/Fundarpe, e visa contribuir para o protagonismo da mulher idosa que, atualmente, representa 52% da população feminina do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_59748" aria-labelledby="figcaption_attachment_59748" class="wp-caption img-width-462 alignright" style="width: 462px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lana Pinho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Luciano-Pontes-livro-Seu-Rei-Mandou-foto-Lana-Pinho.jpg"><img class="size-medium wp-image-59748 " alt="Lana Pinho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Luciano-Pontes-livro-Seu-Rei-Mandou-foto-Lana-Pinho-462x486.jpg" width="462" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Luciano Pontes é um dos convidados do projeto &#8220;Outras Palavras&#8221;</p></div>
<p>Na terça (24) e quarta-feira (25), haverá duas edições especiais do projeto &#8220;Outras Palavras&#8221;. A primeira delas acontecerá na Estação Central Capiba/Museu do Trem do Recife (R. Floriano Peixoto, s/n &#8211; São José, Recife – PE), no dia 24, às 9h, e terá um bate-papo com o escritor, ilustrador e ator <strong>Luciano Pontes</strong>, mediado por <strong>Mariane Bigio</strong>, e apresentação da<strong> Orquestra Cidadã</strong>. A atividade é voltada aos integrantes do Movimento Pró-Criança e da Fundação Ana Lima, e contará ainda com uma visita guiada ao museu, mediada pela equipe do educativo da instituição.</p>
<p>Já no dia 25, às 14h, a ação ocupará as instalações da Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife Antigo &#8211; Bairro do Recife). Com intervenção poética de <strong>Luna Vitrolira </strong>e participação dos alunos da <strong>ETE Porto Digital</strong> e dos professores da <strong>Secretaria Executiva de Educação Profissional</strong> (SEEP), a atividade terá um bate-papo com o artista <strong>Luiz Barroso</strong>, mediada por <strong>Márcio Almeida</strong> (coordenador de Artes Visuais da Secult-PE), e sua exposição <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/luiz-barroso-inaugura-a-exposicao-invisivel-presenca-ii-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong><em>Invisível Presença II</em></strong></a>, que está em cartaz desde janeiro no equipamento cultural.</p>
<p>Criado em 2015, o &#8220;Outras Palavras&#8221; mudou a realidade do ambiente escolar para melhor. Ao todo, foram alcançadas <strong>504 escolas</strong> de <strong>10 Regiões do Estado</strong> (RMR, Agreste Central, Agreste Meridional, Agreste Setentrional, Mata Norte, Mata Sul, Sertão do Araripe, Sertão Central, Sertão do Moxotó e Sertão de São Francisco), atingindo mais de <strong>11.600 alunos</strong> e distribuindo mais de <strong>5 mil livros</strong> nas instituições de ensino &#8211; boa parte deles publicações premiadas no Prêmio Pernambuco de Literatura ou que foram produzidas com incentivo do Funcultura. <em>&#8220;Mais do que incentivar o hábito da leitura entre os estudantes, o nosso projeto estimula a presença e a participação de artistas/grupos/autores pernambucanos nas escolas, a fim de contribuir para atividades de fruição e formação artística dentro do espaço escolar&#8221;</em>, conta a vice-presidente da Fundarpe, <strong>Antonieta Trindade</strong>, idealizadora do projeto, que já visitou <strong>38 cidades pernambucanas</strong>.</p>
<div id="attachment_59749" aria-labelledby="figcaption_attachment_59749" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/mariane-bigio-antonieta-trindade-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-59749" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/mariane-bigio-antonieta-trindade-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio (Coordenadora de Literatura da Secult-PE) e Antonieta Trindade (vice-presidente da Fundarpe) comandam as atividadades da Semana do Livro</p></div>
<p>Ainda na quarta-feira (25), às 19h, o Espaço Pasárgada (R. da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE) recebe o lançamento do livro &#8220;Romance do Touro Contracordel&#8221;, de autoria de Aderaldo Luciano.</p>
<p>Dando continuidade às ações da Semana do Livro, na quinta-feira (26), haverá o lançamento dos <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/5o-premio-pernambuco-de-literatura-lanca-livros-vencedores/" target="_blank"><strong>livros vencedores do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura</strong></a>, a partir das 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife): &#8221;das tripas coração&#8221; (Ezter Liu), &#8220;nada consta&#8221; (Fred Caju), &#8220;chã&#8221; (Enoo Miranda), &#8220;Nem tudo cabe na paisagem&#8221; (Amâncio Siqueira) e &#8220;O Velocista&#8221; (Walter Cavalcanti Costa). As obras, editadas em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco, poderão ser adquiridas no dia lançamento pelo valor de R$ 20 (cada uma).</p>
<div id="attachment_59596" aria-labelledby="figcaption_attachment_59596" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/convite2.jpg"><img class="size-medium wp-image-59596" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/convite2-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento será no Museu do Estado de Pernambuco e é aberto ao público</p></div>
<p>Já na sexta-feira (27), terá edição especial do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/literatura/acoes/escambo-de-livros/" target="_blank"><strong>Escambo de Livros</strong></a>. O tradicional troca-troca de livros, que acontece rotineiramente no <em>hall</em> da sede da Secult-PE/Fundarpe, contará nesse dia com exibição de vídeos, música-ambiente e mediação de leitura com Luciana Lima (assessora da Coordenadoria de Literatura da Secult-PE), das 10h às 12h, e das 14h às 17h. Para participar do escambo, basta o visitante levar um livro de literatura nacional/estrangeira até a sede da Secult-PE/Fundarpe e trocar por outro de seu interesse. Excluem-se da iniciativa obras didáticas/educacionais.</p>
<div id="attachment_59750" aria-labelledby="figcaption_attachment_59750" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/escambo-de-livros-hall-fundarpe-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-59750" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/escambo-de-livros-hall-fundarpe-foto-ricardo-moura-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O tradicional Escambo de Livros do hall da Secult-PE/Fundarpe contará com ações especiais na sexta-feira (27)</p></div>
<p><strong>Evento -</strong> A Semana do Livro tem como objetivo desenvolver ações de valorização do livro e de incentivo à leitura, contribuindo eficazmente para a formação de leitores. Para o secretário estadual de Cultura, <strong>Marcelino Granja</strong>, <em>&#8220;além da celebração, as atividades da Semana do Livro estão em convergência com as políticas públicas para o setor do livro que, dentre os objetivos, busca atuar no fomento da nossa literatura e valorização da leitura, impactando os públicos das mais diversas faixas etárias&#8221;</em>.</p>
<p>Já a presidente da Fundarpe, <strong>Márcia Souto</strong>, ressalta que o evento visa estimular a reflexão sobre a importância da leitura, como elemento formador de indivíduos críticos.<em> “Com mais gente lendo, teremos mais gente cidadã, culta e de espírito crítico”</em>, sublinha.</p>
<p>Confira abaixo a programação completa:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Semana do Livro</strong><br />
<strong>23 a 27 de abril</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira (23)</strong></span><br />
9h &#8211; Oficina de Escrita Criativa para as participantes da primeira edição do Prêmio Literário da Mulher Idosa &#8211; Anita Paes Barreto, com facilitação de Mariane Bigio<br />
<strong>Local:</strong> Conselho Estadual dos Direitos da Mulher de Pernambuco &#8211; CEDIM/PE (Avenida Alfredo Lisboa nº 188 &#8211; 2º andar &#8211; Recife Antigo &#8211; Bairro do Recife)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira (24)</strong></span><br />
9h &#8211; Outras Palavrinhas, com a participação do escritor Luciano Pontes, mediado por Mariane Bigio, e apresentação da Orquestra Cidadã<br />
<strong>Local:</strong> Estação Central Capiba/ Museu do Trem do Recife (R. Floriano Peixoto, s/n &#8211; São José, Recife – PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (25)</strong></span><br />
14h &#8211; Outras Palavras, com intervenção poética de Luna Vitrolira, bate-papo com Luiz Barroso e visita à exposição Invísivel Presença II<br />
<strong>Local:</strong> Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife Antigo &#8211; Bairro do Recife)</p>
<div>
<p>19h &#8211; Lançamento do livro &#8220;Romance do Touro Contracordel&#8221; (Aderaldo Luciano)<br />
<strong>Local:</strong> Espaço Pasárgada (R. da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
</div>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Quinta-feira (26)</span></strong><br />
19h &#8211; Lançamento dos livros do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura<br />
<strong>Local:</strong> Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (27)</strong></span><br />
10h às 12h, 14h às 17h &#8211; Escambo de Livro Especial<br />
<strong>Local:</strong> Secult-PE/Fundarpe (R. da Aurora, 463/469 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Diálogo com Sidney Rocha marca edição do Outras Palavras em Xexéu</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Aug 2017 13:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Bonecos Seu Malaquias]]></category>
		<category><![CDATA[Mariane Bigio]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Secut-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>
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		<description><![CDATA[No que depender do projeto Outras Palavras, da Secult-PE e da Fundarpe, cultura popular e literatura pernambucanas estarão cada dia mais presentes no cotidiano escolar.  Com atividades em mais de 350 escolas do estado, desde 2015, o programa leva para sala de aula importantes referências da nossa cultura, escritores premiados, símbolos da música popular local, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No que depender do projeto Outras Palavras, da Secult-PE e da Fundarpe, cultura popular e literatura pernambucanas estarão cada dia mais presentes no cotidiano escolar.  Com atividades em mais de 350 escolas do estado, desde 2015, o programa leva para sala de aula importantes referências da nossa cultura, escritores premiados, símbolos da música popular local, além de Patrimônios Vivos.</p>
<p>O projeto esteve na sexta-feira (25) no município de Xexéu, animando a Escola Municipal Antônio Joaquim de Gouveia. Entre os convidados, o escritor Sidney Rocha, vencedor do Prêmio Jabuti, conversou com os estudantes, sob a mediação da poeta Mariane Bigio, Sidney conversou sobre o atual momento da literatura no Brasil e falou também da sua obra premiada: &#8220;O Destino das Metáforas&#8221;. Além dos escritores, o Clube de Bonecos Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco, também participou da atividade.</p>
<p>O &#8216;Outras Palavras&#8217; fez chegar até a biblioteca das escolas um importante acervo literário, com títulos de autores pernambucanos. Na entrega do kit, Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, explicou o projeto: <em>&#8220;Nós que fazemos a Secretaria de Cultura e a Fundarpe temos a honra de trazer este projeto para a cidade de Xexéu. É muito gratificante trazer o Outras Palavras para uma cidade que se preocupa com a educação, quero agradecer ao prefeito Eldo Magalhães e ao secretário de Educação, Atonino Matias por essa oportunidade. Queremos fazer da escola um momento muito mais prazeroso para os alunos, além de fortalecer nossa cultura apresentando escritores premiados em Pernambuco e também no Brasil, Patrimônios Vivos e grandes ícones da cultura local. Hoje vocês vão ter a oportunidade de conhecer o escritor Sidney Rocha, que é grande parceiro do projeto e também o Clube de Bonecos Seu Malaquias, eleito recentemente Patrimônio Vivo de Pernambuco. Encaramos o Outras Palavras como uma militância em prol da educação, espero que possam desfrutar deste momento.&#8221;</em> finalizou.</p>
<div id="attachment_52978" aria-labelledby="figcaption_attachment_52978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36034341594_4b45ea77c0_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52978" alt="Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário a gestora da Escola Municipal Antônio Joaquim" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36034341594_4b45ea77c0_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade entrega kit literário à gestora da Escola Municipal Antônio Joaquim</p></div>
<p>Os alunos presentes ainda puderam desfrutar de um momento-cinema, com a exibição do curta &#8220;A Hora da Saída&#8221; produzidos por estudantes da Escola Estadual Santa Paula Frassineti, durante o curso de iniciação ao audiovisual do projeto Cine Cabeça, com direção de Cynara Santos e Gabriela Freitas e roteiro de Lucas Cintra e Vitor Vinicíus.</p>
<p>Depois da exibição, foram convidados ao palco os escritores Sidney Rocha e Mariane Bigio para falar sobre literatura e um pouco da vida do convidado. Sidney é escritor, contista, romancista e editor.</p>
<p>Com uma leveza na condução da conversa, Mariane logo arrancou de Sidney sua visão mais ampla da literatura. Muito à vontade, o escritor conversou com os presentes e compartilhou um momento que viveu envolvendo literatura e a cidade de Xexéu.</p>
<div id="attachment_52979" aria-labelledby="figcaption_attachment_52979" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36728894721_7fe16f6f8c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52979" alt="Mariane Bigio bate papo com escritor Sidney Rocha " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36728894721_7fe16f6f8c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mariane Bigio bate papo com o escritor Sidney Rocha</p></div>
<p>&#8220;O que influencia a obra de um escritor é a capacidade que temos de compartilhar ideias. O que é na verdade ficção? porque podemos imaginar coisas? A literatura tem a capacidade de fazer o que nós sonhamos ser algum dia verdade. Se, aos 15 anos, eu sonhasse com um País menor, eu não teria feito literatura. A literatura não é só uma máquina de invenção, é também uma máquina de sonhos, é uma máquina que pode fazer algo útil pelo outro. Há alguns anos esta região sofreu várias situações históricas de enchentes. Em 2010, quando foi a maior delas eu pensei, o eu posso fazer? Eu só sei escrever, eu queria fazer algo mais. Mas eu tinha que aproveitar a minha capacidade para ajudar de alguma maneira&#8221;, contou Sidney.<br />
<em><br />
</em>Naquele ano, o escritor desenvolveu um projeto que visou ajudar as vítimas da enchente na região. &#8221;Pensei em escrever um livro, tinha naquela época 4 mil reais em minha conta bancária, eu pensei que com 4 mil eu conseguiria fazer um livro. Falei da ideia com alguns amigos escritores que também se interessaram em ajudar aquelas pessoas. Pra gente ver que ainda existe solidariedade entre as pessoas, quando cheguei na gráfica, custava 20 mil reais para imprimir o livro. Diante da situação, o dono decidiu fazer de graça. O fabricante do papel em São Paulo também concordou em ajudar e, em menos de 4 dias, eu tinha tudo que precisava para fazer o livro. Eu ainda precisava vender para arrecadar dinheiro para ajudar essas pessoas, então viajei para São Paulo em busca de contato com a Livraria Cultura, que também, resolveu ajudar. Dentro de uma semana arrecadamos 25 mil reais e doamos para ajudar aquelas pessoas que precisavam naquele momento. Foi muito prazeroso e satisfatório fazer isso com a literatura. Ninguém é escritor sozinho, um livro fechado não é nada, o livro só existe a partir da dimensão de quem lê&#8221;, opinou o escritor.</p>
<p>Sidney falou ainda sobre o Prêmio Jabuti de Literatura: <em>&#8221; Sou muito grato por este prêmio, sim, seja qual for a sua profissão, um prêmio é um reconhecimento de um trabalho que fez por determinado tempo ou com determinada qualidade. O Prêmio Jabuti é da alta crítica brasileira, mas acho que o grande prêmio do escritor não é quando seu livro encontra um grande selo, costumo dizer que local de escritor não é na livraria e, sim, na escola. Vivemos uma transição lenta, gradual e demorada da democracia, temos obrigação de retribuir à escola tudo que aprendemos, então, quando me chamam para ações como esta, me sinto muito mais honrado que qualquer prêmio que possam dar aos meus livros&#8221;. </em></p>
<div id="attachment_52980" aria-labelledby="figcaption_attachment_52980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36868634135_a817f0df2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52980" alt="Escritor Sidney Rocha, vencedor do Prêmio Jabuti " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36868634135_a817f0df2c_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Escritor Sidney Rocha vencedor do Prêmio Jabuti</p></div>
<p>Depois do papo literário, subiu ao palco o Patrimônio Vivo, Clube de Bonecos Seu Malaquias para uma breve apresentação do seu trabalho. Com muito frevo animou a tarde em Xexéu.</p>
<p><strong>Clube de Bonecos Seu Malaquias</strong> foi constituído como troça em 1940, veio da cidade de Carpina e teve como fundador Antônio Ramos de Oliveira, popularmente conhecido por Seu Maracujá. Em 27 de agosto de 1954 foi registrado como Boneco Seu Malaquias. O nome foi escolhido em função de uma pessoa com estatura elevada que vivia na região e era chamada Malaquias.</p>
<p>Seu Malaquias tem como símbolo um boneco gigante que traz no pescoço um medalhão, e tem por cores o vermelho e o branco em decorrência da devoção ao Orixá Xangô.</p>
<p>Com vários títulos de campeão e vice-campeão do Carnaval do Recife, o Boneco traz em seu repertório os frevos de rua &#8220;Malaquias no Frevo&#8221; e &#8220;Recordação de Maracujá&#8221;, composições do Maestro Nunes, e o hino do clube-&#8221;Seu Malaquias&#8221;, composto por José Bartolomeu. Seu atual presidente é Brandão de Oliveira, mais conhecido como Chocho.</p>
<div id="attachment_52981" aria-labelledby="figcaption_attachment_52981" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36697799122_8c3cdd17d8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-52981" alt="Clube de Bonecos Seu Malaquias " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36697799122_8c3cdd17d8_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Clube de Bonecos Seu Malaquias faz breve apresentação</p></div>
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		<item>
		<title>Poesia, debates e lançamentos literários marcam a programação da Praça da Palavra</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 20:05:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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		<description><![CDATA[Homenagens a importantes autores pernambucanos &#8211; como Hermilo Borba Filho e Luís Jardim, além de recitais, mesa de glosa, encontros de música e poesia, lançamentos literários, debates sobre política cultural e oficinas de literatura para a criançada. São várias as atividades este ano na Praça da Palavra do FIG, que funcionará durante o festival de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50902" aria-labelledby="figcaption_attachment_50902" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Festival_de_Inverno_de_Garanhuns_Praça_da_Palavra.jpg"><img class="size-medium wp-image-50902" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Festival_de_Inverno_de_Garanhuns_Praça_da_Palavra-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Praça da Palavra, o polo literário do FIG, este ano recebe o nome de Hermilo Borba Filho em homenagem ao centenário do autor pernambucano</p></div>
<p>Homenagens a importantes autores pernambucanos &#8211; como Hermilo Borba Filho e Luís Jardim, além de recitais, mesa de glosa, encontros de música e poesia, lançamentos literários, debates sobre política cultural e oficinas de literatura para a criançada. São várias as atividades este ano na Praça da Palavra do FIG, que funcionará durante o festival de 22 a 29 de julho, com uma programação dividida em vários horários e para os diversos públicos – além de estandes de venda de livros e lounge de leitura para visitantes.</p>
<p>Segundo Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, um dos destaques desta edição é a mesa<strong> Vida e Obra de Hermilo Borba Filho</strong>, com a presença do pesquisador João Denys e da secretaria de Cultura do Recife, Leda Alves. O encontro está marcado para o dia 27 de julho, a partir das 17h, e é uma das ações em homenagem ao centenário do autor pernambucano presentes no festival. “<em>Vai ser um momento único pela mistura de alguém que é especialista e estudioso da obra deste importante autor, com a afetividade de alguém que compartilhou a vida com Hermilo e representa hoje uma memória do legado que ele nos deixou”,</em> explica Mariane Bigio. As homenagens a Hermilo, um estudioso da cultura popular, se estendem por toda a programação da Praça com atividades ligadas a essa temática, como literatura de cordel e mesa de glosa.</p>
<div id="attachment_50912" aria-labelledby="figcaption_attachment_50912" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MESA-DE-GLOSAS-FIG-2017-POST-FACEBOOK.gif"><img class="size-medium wp-image-50912 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MESA-DE-GLOSAS-FIG-2017-POST-FACEBOOK-486x486.gif" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosa com poetas do Pajeú é uma das ações da Praça da Palavra este ano</p></div>
<p>Neste sentido, a coordenadora de Literatura da Secult-PE dá detalhes sobre a realização da ação <strong>De Repente uma Glosa</strong>, inédito no FIG, com Genildo Santana, Zé Adalberto, Alexandre Morais, Dayanne Rocha e Elenilda Amaral, sob mediação de Luna Vitrolira. <em>“Será um momento de improvisos com a participação de cinco poetas, boa parte do Sertão do Pajeú, dos quais duas são mulheres, o que é uma presença rara nas mesas de glosa. Na verdade teremos três mulheres participando porque teremos a mediação de Luna Vitrolira. Os motes são dados na hora, a partir de uma interação com o próprio público e contexto histórico-político atual, e os participantes terão que fazer uma poesia rimada e metrificada que termine com o tema sugerido”.</em></p>
<p>O poeta José Adalberto, natural de Itapetim, comemora a realização deste encontro durante o 27º Festival de Inverno de Garanhuns.<em> “Já estive com os outros poetas várias vezes, em várias regiões do estado e do Brasil. Passamos por Petrolina, Recife, vários locais do agreste, Sertânia, Afogados da Ingazeira, Triunfo. É tanto canto que se eu fosse ficar falando passaria um dia inteiro. Eu acho muito oportuno que a gente leve uma mesa de glosa para o FIG porque por onde a gente tem passado tem sido uma atividade muito atrativa, deixa a plateia atenta e curiosa. Ela é feita no improviso, ao contrário de um recital que você leva tudo pronto. Antes de começar ficamos nervosos, claro, porque tem muita emoção, tanto pra quem assiste como pra quem participa. Mas a gente confia na mesa como um instrumento de descontração do público”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_50909" aria-labelledby="figcaption_attachment_50909" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/s.jpg"><img class="size-medium wp-image-50909" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/s-607x374.jpg" width="607" height="374" /></a><p class="wp-caption-text">Conhecido por personagens como Dr. Victor (Castelo Ratimbum), Sérgio Mamberti, que também atuou como secretário de Políticas Culturais do MinC, participa de debate sobre políticas culturais na Praça da Palavra</p></div>
<p>A Praça da Palavra também será palco de um importante debate sobre políticas culturais no Brasil. No domingo (23), às 18h, haverá o lançamento de um livro de Américo Córdula, que se chama <strong>Políticas Culturais e Gestões Democráticas no Brasil</strong>, uma publicação que conta com vários textos de autores importantes para a política cultural do nosso país. O evento terá a participação do ator Sérgio Mamberti, conhecido por personagens conhecidos como Dr. Victor (Castelo Ratimbum), que atuou também como secretário de Políticas Culturais do MinC e contribuiu com um texto nesse livro. <em>“Recebemos essa mesa com muito prazer porque no momento político que o país passa, de crise para além da economia, ter um debate como esse é essencial. Precisamos pensar a cultura sob esse aspecto das políticas e alinhar com a democracia”,</em> ressalta Mariane Bigio. O debate terá mediação da atriz e conselheira de cultura de Pernambuco, Paula de Renor.</p>
<div id="attachment_11359" aria-labelledby="figcaption_attachment_11359" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mário Miranda Filho</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Marcelino-Freire-por-Mario-Miranda-Filho.jpg"><img class="size-medium wp-image-11359" alt="Mário Miranda Filho" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Marcelino-Freire-por-Mario-Miranda-Filho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Freire participa da programação ao lado do músico Alexandre Revoredo, com o projeto &#8216;Diz, ritmia: o canto do verso&#8217;</p></div>
<p>Outro destaque é uma mesa com Marcelino Freire, que fará um encontro poético-musical com Alexandre Revoredo chamado <strong>Diz, ritmia: o canto do verso</strong>. Várias obras de Marcelino Freire já foram adaptadas para outras linguagens, como a dança e o teatro, e essa será uma oportunidade de ver o trabalho de Marcelino dialogando com a música. Cantor e compositor de Garanhuns, Alexandre Revoredo revela que o projeto surgiu de uma forma espontânea, mas com a aprovação do autor pernambucano. “<em>Sempre gostei muito de literatura e foi assim que conheci a obra de Marcelino. Teve um dia que estava com a minha companheira e ela declamou um poema dele enquanto eu tocava, ficou bem bonito. Fiz então uma música com as poesias dele e o próprio Marcelino gostou muito. O projeto é muito voltado para a poesia, as letras são bem voltadas pra literatura, e durante a apresentação conversamos justamente sobre essa conexão, sobre o ritmo, o verso e o canto, porque a poesia também é música. Vai ser um momento inédito, porque o Marcelino Freire nunca esteve no FIG antes. Vou levar meu violão e a gente faz um bate-papo poético, onde ele recita textos dele e a gente faz essa troca”,</em> destaca o músico, que se prepara para lançar ainda este ano seu primeiro EP.</p>
<p>Mais um ano o FIG terá a importante parceria com o SESC, instituição que atua fortemente na política cultural no Brasil como um todo. <em>“Eles que estão com as ações em homenagem ao Luís Jardim, que recebe essa honraria pois esse ano completam-se 30 anos de sua morte. Vão ter vários momentos para prestigia-lo, com rodas de história, leitura dramática, mesa sobre determinadas obras e debate sobre a trajetória do autor. Além disso, o SESC está levando uma programação voltada para a formação do público infanto-juvenil, que é um publico bastante presente na Praça da Palavra”, </em>conta Mariane Bigio.</p>
<div id="attachment_50910" aria-labelledby="figcaption_attachment_50910" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rosinha.jpg"><img class="size-medium wp-image-50910" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/rosinha-607x331.jpg" width="607" height="331" /></a><p class="wp-caption-text">Numa parceria com o Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – FILIG, a Praça da Palavra recebe a ilustradora pernambucana Rosinha</p></div>
<p>Outra parceria da Praça do Palavra esse ano será com o <a href="http://filigfestival.com.br/filig/" target="_blank">Festival Internacional de Literatura Infantil de Garanhuns – FILIG</a>, que chega na sua terceira edição em outubro deste ano. <em>“A próxima edição do FILIG terá foco no livro ilustrado, que é também uma espécie de texto, principalmente quando a gente fala na literatura infanto-juvenil, ou de uma pessoa ainda não letrada. Neste sentido vamos levar atividades com a ilustradora pernambucana Rosinha, com vivências, uma espécie de oficina de desenho para crianças e mediação sobre a obra dela, com um bate-papo com a garotada. Ela é muito premiada e já emprestou seu traço para vários livros mundo afora”</em>, detalha a coordenadora de Literatura da Secult-PE.</p>
<p>Sobre literatura infanto-juvenil, o FIG terá muitas atrações. Uma delas é com a contadora de histórias Irene Tanabe, de São Paulo que faz origamis durante a contação e realizará três sessões em diferentes datas. Tem também a Aline Alencar, da Cia Forróbodó de Teatro, da Paraíba, que vai levar histórias para a Praça da Palavra, além de Suzana Moraes, que escreve literatura de cordel para crianças.<em> “Vale destacar o Outras Palavras e o Outras Palavrinhas na programação da Praça da Palavra. O Outras Palavras é um projeto da Fundarpe que mistura a literatura com outras linguagens e leva arte e cultura para o público escolar, principalmente do Ensino Médio. E junto a Antonieta Trindade (gestora do Outras Palavras), pensamos no Outras Palavrinhas, mais voltado para a criançada, e que terá conversas com as autoras de obras infantojuvenis Susana Morais e Socorro Lacerda (lançando o livro “Vira-vira, Violeta”), e apresentação do Reisado Infantil Floreando”</em>, destaca Mariane Bigio.</p>
<p><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE LITERATURA DO FIG 2017:</strong><br />
Praça da Palavra<br />
Espaço para recitais, contações de histórias, debates, lançamentos de livros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 22/7</strong></span><br />
9h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Expressões Populares (SESC – PE)<br />
10h – Oficinas Infantis| Confecção de Marcadores de Livros (SESC – PE)<br />
11h – Embarcando no Universo da Imaginação, com a Cia. Fisa D’arte (Sec. de Turismo e Cultura de<br />
Garanhuns – PE)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Contação de Histórias, com O Tapete Voador (Cepe Editora)<br />
16h – Lançamento de Livro | Religiões negras no Brasil da Escravidão à Pós-Emancipação, com Valéria Costa (PE)<br />
17h – Livros Digitais: Como eles estão revolucionando o mundo, com Luciano Júnior (Sec. de Turismo e Cultura de Garanhuns – PE)<br />
18h – Diz, ritmia: o canto do verso, com Marcelino Freire (PE/SP) e Alexandre Revoredo (PE)<br />
19h – Intervenção Poética| Poesia ao Vivo – A impressão que se leva sempre: Sempre Poesia de Maria do Carmo Barreto Campello de Melo, com a atriz e performer Sônia Bierbard (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span><br />
9h – Oficinas Infantis| Confecção de bonecas Abayomi (SESC – PE)<br />
11h – Contação de Histórias | Uirapuru, com Aline Alencar da Cia. Forrobodó de Teatro (PB)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Uma tarde sobre a Revolução de 1817, palestra com Paulo Santos (autor do livro “1817: Amor e Revolução”), e Betânia Corrêa (autora do livro “ABCdário da Revolução” e gerente do Museu da Cidade do Recife) seguido da exibição do documentário “Revolução de 1817: 74 dias de liberdade em Pernambuco”.<br />
Lançamento do livro “1817: Amor e Revolução” com Paulo Santos (Cepe Editora)<br />
16h – Contação de Histórias | Uirapuru, com Aline Alencar da Cia. Forrobodó de Teatro (PB)<br />
17h – Um Clarão: Luz sobre a poesia de Cida Pedrosa, conversa com a autora<br />
18h – Lançamento de Livro e Debate: “Políticas Culturais e Gestão Democrática no Brasil”: Bate-papo com Américo Córdula (SP) e Sérgio Mamberti (SP), mediação de Paula de Renor (PE)<br />
19h30 – Mesa de Glosas | De Repente uma Glosa , com Genildo Santana, Zé Adalberto, Alexandre Morais, Dayanne Rocha e Elenilda Amaral, mediação de Luna Vitrolira (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span><br />
9h – Ação Educativa | Brincando e Cantando com Expressões Populares (SESC – PE)<br />
10h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Palestra | A Ficção e a Realidade no Mundo da Literatura, com Alexandre Santos (UBE)<br />
16h – Rede Mestres e Brinquedos em Sementes da Brincadeira, um bate-papo com Danielle Jansen e Wagner Porto sobre o brinquedo, a literatura oral, as tradições fitoterápicas e a ecologia<br />
17h – Palestra | Revolução Literária em Pernambuco, com José Bezerra de Lemos (UBE)<br />
18h – Palestra | Elementos de uma Pesquisa Histórica, com Melchiades Montenegro (UBE)<br />
19h – As Diversas Personagens na Obra de Luís Jardim, Adelmo Camilo conversa com Wagner Marques</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span><br />
9h – Palestra |Mudanças na Literatura, com Alberico Fernandes (UBE)<br />
10h – Lançamento do livro “O Rei e o Baião”, com Bené Fonteles e Paulo Vanderley (SESC – PE)<br />
11h – Palestra | A Poesia na Música de Dominguinhos, com Ronaldo César (UBE)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Conversa Assombrada – Oralidade e Literatura: Encenação de Histórias Assombradas da Mata e do Mar, com Paulo André Viana e Renê Ribeiro (PE). Bate-papo com os autores Roberto Beltrão e André Balaio (PE)<br />
17h – Bate-papo | a palavra confessa, com Stefanni Marion (SP) e Adélia Coelho (PE). Realização de exercício aberto onde será produzido um poema/texto confessional. Lançamento do projeto | A TORRE: antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos.<br />
18h – Palestra | Vida e Obra de Belchior, com Cosme Rogerio (UBE)<br />
19h – Roda de Histórias com Grupos de Contadores de Histórias do SESC Garanhuns</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></span><br />
9h – Alma Pelada, poesia abstrata com Luiz Gonzaga de Melo Neto (UBE)<br />
10h – Escuta e Labirinto – Vivência da Escuta da Música Contemporânea como entrada em um Labirinto, com Leonardo Aldrovandi (SP)<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
14h – Outras Palavras: conversa com Paulo Gervais (vencedor do IV Prêmio Pernambuco de Literatura) e Apresentação do grupo Chorões da Aurora<br />
16h – Palestra | Declamação em prosa, verso e poesia em relação ao que o progresso nos trouxe, com Paulo de Melo (UBE)<br />
17h – Prosa e Cordel: Em cena a poesia popular, com Edilene Soares e Sandoval (UBE)<br />
18h – Palestra | Quem matou Delmiro Gouveia, com Edsom Mendes (UBE)<br />
19h – Palestra e Lançamento de Livro | À Espera de Tio Alois, com Homero Fonseca (PE), mediação de Dorvalina Maciel (PE)<br />
20h – Recital | Da Lua Não Vejo Minha Casa, com Leonardo Aldrovandi (SP)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span><br />
9h – Intervenção e Performance | A Chegada de Godot (Ou O Distribuidor de Poemas), com Luiz Manuel (PE)<br />
10h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
11h – Atividade da Secretaria de Educação de Garanhuns<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – FILIG no FIG, conversa com a escritora e ilustradora Rosinha (PE)<br />
16h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
17h – Vida e Obra de Hermilo Borba Filho: João Denys conversa com Leda Alves (Cepe Editora)<br />
18h – Leitura Dramatizada da obra “A Moça do Trapézio” de Luís Jardim, com o Grupo de Teatro do SESC Garanhuns<br />
19h – Memórias de Luís Jardim, Ivonete Batista conversa com Luiz Afonso Jardim (SESC – PE)<br />
20h – Lançamento do Livro “O Reino Encantado”, de 1878, de Alencar Araripe Júnior, em uma reedição organizada pela especialista e pesquisadora Débora Cavalcantes de Moura, que bate-papo com Paula de Melo e Betânia Pedrosa Monteiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span><br />
9h – FILIG no FIG: Vivência de Ilustração para Crianças, com a escritora e ilustradora Rosinha (PE)<br />
11h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – FILIG no FIG: Mediação de leitura sobre a obra da escritora e ilustradora Rosinha (PE), com Yalle Feitosa (PE)<br />
16h – Palestra | A Responsabilidade do Escritor, com Taciana Valença (UBE)<br />
17h – Sarau |Paraíba Contemporânea, com as declamadoras do Ariel Coletivo Literário (PB)<br />
18h – Premiações Literárias: Conversa com os Vencedores do IV Prêmio Pernambuco de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura, Camillo José, Paulo Gervais, Philippe Wollney e Walther Moreira Santos, mediação de Nivaldo Tenório (PE)<br />
19h – Lançamento de Livro |Passos do Meu Caminhar, de Fernanda Lúcia Nicéas Pires (PE)<br />
20h – Performance Poética | POEMAPE(NS)AMENTO, com josé juva e Camillo José (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/7</strong></span><br />
9h – Contação de Histórias com Origamis, com Irene Tanabe (SP)<br />
10h – Outras Palavrinhas: Conversa com as escritoras infantis Susana Morais e Socorro Lacerda Lançamento do Livro “Vira-vira, Violeta”, de Socorro Lacerda, e apresentação do Reisado Infantil Floreando<br />
12h – Atividade da GRE (Gerência Regional de Educação)<br />
14h – Saraus em Pasárgada<br />
15h – Contação de Histórias | O Baú da Camilinha (Cepe Editora)<br />
16h – Contação de Histórias | Clássicos em Cordel, com Susana Morais e Diego Glbran (PE)<br />
17h – Palestra | A Arte de Contar Histórias: Uma proposta para despertar o gosto pela leitura, com Vera Nóbrega (UBE)<br />
18h – Roda de Histórias com Grupos de Contadores de histórias do SESC Garanhuns<br />
19h – Obras e Trajetória de Luís Jardim, Nivaldo Tenório conversa com Jodeval Duarte (SESC – PE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ações Especiais</strong></span><br />
Saraus em Pasárgada<br />
Dias 22, 24, 25, 26, 27, 28 e 29/7 | 14h* | Praça da Palavra<br />
Recitais com Raiz Nunes, César Monteiro, Débora Ramos e Celina Berto. Microfone aberto para participação do público e artistas locais.<br />
*No dia 26, a ação acontecerá às 17h</p>
<p>Pontos, Outras Vistas<br />
De 22 a 29/7 | Praça da Palavra</p>
<p>Intervenção Poética (via Correios) com Fernanda Limão (PE)<br />
A Chegada de Godot (Ou O Distribuidor de Poemas)<br />
Dia 26/7 | 11h e 17h</p>
<p>Intervenção Poética com Luiz Manuel (PE)<br />
Livros Livres<br />
Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo</p>
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		<title>Neste sábado, 10 de junho, é comemorado o Dia da Língua Portuguesa</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jun 2017 19:12:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Amanhã, 10 de junho, é celebrado o Dia da Língua Portuguesa. A data homenageia o poeta português Luiz Vaz de Camões, cujo falecimento está completando 437 anos. Foi criada por uma determinação da Assembleia da República de Portugal, em 1981, instituição política que, no Brasil, corresponde à Câmara de Deputados.  Segundo dados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49802" aria-labelledby="figcaption_attachment_49802" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Michell Zappa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/monumento-luis-vaz-de-camoes-foto-michell-zappa-09062017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-49802" alt="Michell Zappa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/monumento-luis-vaz-de-camoes-foto-michell-zappa-09062017-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Monumento a Luís Vaz de Camões na cidade do Porto, em Portugal</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<p>Amanhã, 10 de junho, é celebrado o Dia da Língua Portuguesa. A data homenageia o poeta português Luiz Vaz de Camões, cujo falecimento está completando 437 anos. Foi criada por uma determinação da Assembleia da República de Portugal, em 1981, instituição política que, no Brasil, corresponde à Câmara de Deputados.  Segundo dados do <strong><a title="Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP)" href="https://www.cplp.org/" target="_blank">site da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP)</a></strong>, o português é a língua oficial de nove países: Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial. É também o terceiro idioma mais falado entre as línguas ocidentais, depois do Inglês e do Castelhano.</p>
<p>Duzentos e cinquenta milhões de pessoas, aproximadamente, falam o português como primeira língua. De acordo com a coordenadora de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Mariane Bigio, nossa língua carrega a nossa história. “É mestiça, como nós somos. Revela, para além da beleza canônica da sintaxe lusíada, como diria Manoel Bandeira em sua Evocação, um certo fardo de dominação e opressão. Mas evoca também, e creio que principalmente no Nordeste, os indícios de resistência dos povos indígenas e africanos. Falamos o português. Do Brasil”, diz ela.</p>
<p>Em Pernambuco, diversos são os trabalhos culturais realizados que possuem uma forte ligação com a Língua Portuguesa. O <strong>Ponto de Cultura Escola de Poesia da Associação dos Poetas e Prosadores de Tabira (APPTA)</strong> é um exemplo deles. A entidade cultural foi responsável pela inscrição do poeta Dedé Monteiro ao título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. Referência na poesia pernambucana, Dedé tem quatro livros autorais publicados: Retalhos do Pajeú (1984), Mais um baú de retalhos (1995), Fim de feira (2006) e Meu quarto baú de rimas (2010). Foi desafiado pela amiga Maria do Carmo Viana, poeta e professora da região, que produziu uma de suas poesias mais famosas:</p>
<p>“Miçanga, fruta, verdura,<br />
Milho feijão e farinha,<br />
Bode, suíno, galinha,<br />
Miudeza, rapadura.<br />
É esta a imagem pura<br />
De uma feira nordestina<br />
Que começa pequenina,<br />
Dez horas não cabe o povo.<br />
E só diminui de novo<br />
Depois que a feira termina”<br />
(FIM DE FEIRA, 2006)</p>
<div id="attachment_43929" aria-labelledby="figcaption_attachment_43929" class="wp-caption img-width-509 aligncenter" style="width: 509px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/30968116274_9bb88695e7_k1.jpg"><img class="size-medium wp-image-43929" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/30968116274_9bb88695e7_k1-509x486.jpg" width="509" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Dedé Monteiro, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>As atividades do Ponto giram em torno da realização de Oficinas de Poesia direcionadas a um público formado por estudantes de escolas públicas da região do Sertão do Pajeú. “Muitas oficinas acontecem, inclusive, dentro das escolas. Nós estruturamos duas etapas, neste processo: a primeira corresponde à teoria com a exposição de conceitos e interpretações de texto, a segunda é mais prática com direito a produção”, explica a presidente da APPTA, Elizângela Soares do Nascimento.</p>
<p>As oficinas possuem uma média de duas horas de duração e são ministradas por membros da APPTA e repentistas da cidade. Os estudantes recebem orientações sobre as técnicas utilizadas na poesia como métrica e rima. Também trabalham com postura e impostação de voz para declamar com direito a ensaios que trabalham a linguagem do corpo fazendo um diálogo com as técnicas do Teatro. Artistas e contadores da região, também, enriquecem as oficinas com relatos de suas experiências. Cento e cinquenta estudantes, aproximadamente, já participaram do projeto. “A Língua Portuguesa é primordial. Nós vivemos em torno do que ela nos proporciona, precisamos de leitura e interpretação para nos comunicar. Ela é necessária, é importante estudar e analisar o seu uso”, diz Elizângela Soares do Nascimento.</p>
<p><strong>DIA DA LÍNGUA PORTUGUESA</strong> &#8211; Outras duas datas no ano são, ainda, comemoradas em sua homenagem:</p>
<p><strong>Dia 5 de maio:</strong> data instituída pela  Comunidade  dos  Países de  Língua  Portuguesa (CPLP), através da XIV Reunião Ordinária do Conselho de Ministros realizada, no dia 20 de julho de 2009,  em Cabo Verde.</p>
<p><strong>Dia 5 de novembro:</strong> data que homenageia o nascimento do escritor  e  político Ruy Barbosa que, este ano, se vivo, completaria 168 anos. Foi instituída pela Lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006.</p>
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