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	<title>Portal Cultura PE &#187; 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</title>
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		<title>Outras Palavras fortalece a relação entre escolas e patrimônios do estado</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2017 18:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52633" aria-labelledby="figcaption_attachment_52633" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36614195176_dd4cffd167_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52633" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36614195176_dd4cffd167_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">José Costa Leite, Patrimônio Vivo de Pernambuco e morador do município de Condado, esteve presente nesta edição</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong> Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Uma das melhores formas de contar e preservar a história de um povo, sem dúvidas, é através dos seus patrimônios. É por essa razão que o projeto <strong>Outras Palavras</strong> tem a preocupação de construir com as escolas públicas de Pernambuco uma relação com Patrimônios Vivos do estado, proporcionando que os jovens alunos tenham um contato direto com sua identidade e com mestres da cultura popular. Na última sexta-feira (18), dentro da programação da 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, o projeto da Secult-PE e Fundarpe realizou uma edição especial voltada para o tema na EREM Antonio Correia de Oliveira Andrade, no município de Condado, Mata Norte de Pernambuco. A ocasião contou com a presença da jornalista e pesquisadora Maria Alice Amorim, especialista no assunto, além do cordelista José Costa Leite, e da Banda Musical Curica – os dois últimos detentores do título de Patrimônios pernambucanos.</p>
<p><em>“O <strong>Outras Palavras</strong> não existe apenas porque a Secretaria de Cultura e Fundarpe têm como objetivo promover a integração entre a cultura e a educação. O que de fato move este projeto é nosso desejo de garantir à juventude o acesso aos bens culturais que, regra geral, não existe nas escolas públicas. A iniciativa vem sendo tocada por uma equipe que acredita que é possível intervir na realidade para transformá-la e contribuir para que os estudantes possam aguçar seu senso crítico. Ontem, por exemplo, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/pernambuco-celebra-titulacao-dos-seis-novos-patrimonios-vivos-do-estado/" target="_blank">nós diplomamos mais seis Patrimônios Vivos</a>, eleitos pelo Conselho de Preservação Cultural do estado, e é um orgulho saber que em Pernambuco temos tanta gente que faz a sua cultura ser difundida e fortalecida há décadas. Isso precisa ser trazido para dentro do ambiente escolar”,</em> explicou Antonieta Trindade, gestora da ação e vice-presidente da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_52632" aria-labelledby="figcaption_attachment_52632" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522127441_2adb93e365_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52632 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522127441_2adb93e365_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;O Outras Palavras vem sendo tocado por uma equipe que acredita que é possível intervir na realidade para transformá-la e contribuir para que os estudantes possam aguçar seu senso crítico&#8221;, explica Antonieta Trindade, gestora do projeto</p></div>
<p>De 2015 pra cá, o <strong>Outras Palavras</strong> já promoveu 42 edições, que atingiram mais de 300 escolas e 7 mil estudantes pelo estado, e dais quais mais de 30 tiveram a presença de Patrimônios Vivos do estado. Participaram mestres, mestras e grupos como Lia de Itamaracá, Mestre Galo Preto, Maracatu Leão Coroado, Maestro Duda, Troça Cariri Olindense, Dedé Monteiro, Orquestra Capa Bode, José Costa Leite, Lula Vassoureiro, Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu, Caboclinho Sete Flechas, Banda Musical Curica, Mestre Zé Lopes e Clube de Boneco Seu Malaquias – alguns já marcaram presença mais de uma vez.</p>
<p>O debate desta vez começou com depoimentos da jornalista e pesquisadora Maria Alice Amorim, responsável pela criação do <a href="https://issuu.com/echeverriama/docs/patrimoniosvivos_" target="_blank">catálogo dos Patrimônios Vivos de Pernambuco</a>, que conversou detalhadamente com os jovens sobre como foi o processo de apuração para a realização de suas obras, boa parte delas voltadas para a pesquisa na área cultural. Ela contou que nos anos 80 frequentava bastante a Mata Norte para realizar pesquisas sobre os Maracatus de Baque Virado e Baque Solto – considerados atualmente Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil. Nesse período, esteve muito próxima de grupos e mestres da cultura popular local, e imersa naquele universo teve a ideia de escrever sobre o assunto.</p>
<div id="attachment_52630" aria-labelledby="figcaption_attachment_52630" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491226542_c7958e2807_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52630 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491226542_c7958e2807_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Conversa com Maria Alice Amorim e José Costa Leite teve a mediação do jornalista Marcos Lopes e contou com a participação dos estudantes da escola</p></div>
<p>Durante sua fala, o aluno Bruno Roberto, do 3º ano, aproveitou para perguntar como surgiu a primeira obra da autora. <em>“Foi sobre a poesia improvisada dos mestres de maracatu rural. Eu gosto muito de ir a campo, fazer as entrevistas e manter uma relação próxima para que o trabalho possa ficar mais rico. No final das contas são pessoas, e a gente estabelece relações interpessoais, e isso é o mais importante. Esse livro teve uma ótima aceitação e eu fiquei muito feliz porque não havia até então algo tão aprofundado sobre o assunto”,</em> disse a pesquisadora.</p>
<div id="attachment_52631" aria-labelledby="figcaption_attachment_52631" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522052391_68eb0289f1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52631 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36522052391_68eb0289f1_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes fizeram perguntas a Maria Alice Amorim sobre, por exemplo, como foi construir sua primeira obra literária no campo da pesquisa cultural</p></div>
<p>O professor Paulo Henrique, da EREM Antonio Correia de Oliveira Andrade, quis saber de Maria Alice Amorim qual o sentimento que ela tem em colaborar na difusão das riquezas da cultura pernambucana. <em>“A formação da opinião neste sentido é um papel importante, e eu modestamente considero que contribuo de alguma maneira, mas só isso. Nossa cultura tem uma dinâmica própria e sempre em processo de readaptação e permanência no nosso meio, mas considero importante sim este trabalho de divulgar e semear. Porém, é bom destacar que o mais importante são os mestres e grupos que são os protagonistas dessa história”.</em></p>
<p>Levar ate o município de Condado o poeta da região José Costa Leite é simbólico por proporcionar aos estudantes a oportunidade de conhecerem um mestre que mora tão perto deles – praticamente a alguns quarteirões de distância, na Rua Júlio Correia, 223, onde também funciona o atelier do mestre. Com mais de 90 anos, Costa Leite mantém a mente afiada e o ofício de cordelista. Segundo ele, ainda escreve um por dia pra não perder o costume nem enferrujar.</p>
<div id="attachment_52628" aria-labelledby="figcaption_attachment_52628" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851211903_d36c0c9b36_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52628 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851211903_d36c0c9b36_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">José Costa Leite contou aos alunos que aprendeu a ler graças à literatura de cordel e deu detalhes sobre como é sua rotina como cordelista</p></div>
<p>Quando criança, numa época que a educação era de ainda mais difícil acesso, não teve condições de frequentar a escola e aprendeu a ler graças à literatura de cordel. <em>“Eu ia até a Feira de Itabaiana e ficava ouvindo os cantadores cantando versos sobre Lampião. Depois eu lia os cordeis que eles usavam para cantar, e assim fui aprendendo a ler também. Foi quando comprei meu primeiro livrinho, e passei a prestar mais atenção nas palavras cantadas e escritas. Não demorou pra eu escrever meus primeiros versos”.</em> Era então amor à primeira vista. Desde 1947, de acordo com as contas do próprio José Costa Leite, que ele vende cordéis mundo afora – alguns considerados clássicos como <strong>A carta misteriosa do Padre Cícero Romão</strong> e <strong>O dicionário do amor e os dez mandamentos</strong>.</p>
<p><em>“O que mais vende, não tem jeito, é o hilariante. E eu tenho o dom de fazer as pessoas rirem. Para a criançada, a gente procura um enredo diferente, com fábulas”,</em> revela José Costa Leita, que reclama da queda na venda dos livros nos últimos anos e diz que só tem conseguido levar o trabalho adiante graças ao incentivo que ganha como Patrimônio Vivo do estado. Apesar da falta de recursos, não mede elogios aos ofício que defende. <em>“O cordel educa, ensina, diverte. Tem gente que pensa que ele não é arte e trata como uma coisa inferior. Algo como esse verso que diz: &#8216;Conheci um fazendeiro / que vivia endinheirado / tinha cem léguas de terra / dez mil cabeça de gado / findou com duas sacolas / na feira pedindo esmola / de tanto vender fiado&#8217;. Pode ver que tendo métrica, não falha”,</em> comentou ele, que tem a vantagem, como cordelista, de saber fazer o cordel, a xilogravura e ainda cantar. <em>“Eu faço tudo, só não tenho a quem vender”,</em> brinca aos risos, pra diversão da garotada.</p>
<div id="attachment_52635" aria-labelledby="figcaption_attachment_52635" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36660485295_3cdb1cfe61_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52635  " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36660485295_3cdb1cfe61_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fundada em 1848 com o nome Sociedade Musical Curica é um dos grandes patrimônios de Goiana</p></div>
<p>Após a conversa, foi a vez da Banda Musical Curica ocupar o salão da escola e realizar sua apresentação, e antes de começarem era visível a cara de curiosidade no rosto dos estudantes, empolgados com o que aconteceria na sua escola. Fundada em 1848 com o nome <a href="https://sociedademusicalcurica.wordpress.com/historico/">Sociedade Musical Curica</a> é um dos grandes patrimônios de Goiana. Sempre marca presença em solenidades cívicas e religiosas e conta com 60 a 70 músicos jovens com idades que variam entre nove e 18 anos. Por lá, passaram músicos como o Maestro Duda e Maestro Guedes Peixoto.</p>
<div id="attachment_52629" aria-labelledby="figcaption_attachment_52629" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491141032_712792597a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52629 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36491141032_712792597a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O corpo musical da Banda Musical Curica é bastante jovem, formado por integrantes com idades que variam entre nove e 18 anos</p></div>
<p>Segundo Edson Júnior, presidente da Sociedade Musical Curica e trompetista da banda, o título de Patrimônio Vivo é de fundamental importância porque é através deste incentivo, que não é apenas financeiro, mas também de ações, que a banda se mantém reconhecida e atuante no estado. <em>“Aproveito para também fazer um convite e chamar a todos a visitarem nossa sede na cidade de Goiana, na Rua 5 de Maio, onde acontecem atividades de formação musical de segunda a sábado”.</em></p>
<div id="attachment_52627" aria-labelledby="figcaption_attachment_52627" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851186913_5e4bdfc03c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52627 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35851186913_5e4bdfc03c_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo atualmente conta com a regência do Maestro Everton, que se formou em música na própria escola da Sociedade Musical Curica</p></div>
<p>O grupo atualmente conta com a regência do Maestro Everton, oriundo da escola de música da Curica. A apresentação foi marcada pelas músicas tradicionais da banda, que de acordo com registro históricos chegou a tocar para o Imperador Dom Pedro II, em 6 de dezembro de 1859. Além desrtas canções, a apresentação animadíssima contou no seu repertório com vários clássicos da música pernambucana e nacional, como <strong>Como Dois Animais</strong> (Alceu Valença) e <strong>Do seu lado</strong> (Jota Quest), que fizeram a garotada entrar no clima e se divertir bastante. No clima da valorização dos bens culturais pernambucanos, a Curica finalizou com os frevos <strong>Cabelo de Fogo</strong> e <strong>Voltei Recife</strong> – Desde 2011, o Frevo tem o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, dado pela Unesco.</p>
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		<title>Simpósio e Seminário de Educação Patrimonial encerram programação da Semana de Patrimônio</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Aug 2017 18:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco chega à reta final nesta sexta-feira (18), com uma série de atividades programadas para o último dia. Confira: 2º Seminário de Educação Patrimonial &#8211; A Faculdade de Direito do Recife (Praça Adolfo Cirne, S/N &#8211; Boa Vista, Recife/PE) sedia a segunda edição do Seminário de Educação Patrimonial [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco chega à reta final nesta sexta-feira (18), com uma série de atividades programadas para o último dia. Confira:</p>
<div id="attachment_43219" aria-labelledby="figcaption_attachment_43219" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43219" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Banda 15 de Novembro, centenária banda militar criada em Gravatá, encerra a programação do Seminário de Educação Patrimonial, na Faculdade de Direito do Recife</p></div>
<p><strong>2º Seminário de Educação Patrimonial</strong> &#8211; A Faculdade de Direito do Recife (Praça Adolfo Cirne, S/N &#8211; Boa Vista, Recife/PE) sedia a segunda edição do Seminário de Educação Patrimonial de Pernambuco. A atividade está agendada para acontecer das 8h às 17h, e discutirá a relação <strong>&#8220;Museu-Escola: desafios e possibilidades&#8221;</strong>. A conferência de abertura será proferida pela professora Manuelina Cândido (UFG) e terá de mediação de Regina Batista, que é membro do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural. Ao longo do dia, haverá ainda as mesas-redondas: &#8220;<strong>O museu como espaço pedagógico&#8221;</strong>, com as participações de Severino Ribeiro (Museu Louis Jacques Brunet do Ginásio Pernambucano), Amélia Campelo (Museu do Barro de Caruaru), Edna Silva (Museu do Homem do Nordeste) e Amanda Paraíso (Fundarpe ); <strong>&#8220;O museu e sua natureza simbólica&#8221;</strong>, que vai reunir Fabiana Sales (Museu da Abolição), Jader Tachlitsky (Sinagoga Kahal Zur Isrrael), Maíra Silveira (Museu de Arte Sacra de Pernambuco), sob a mediação de Wellington Lima (Fundarpe); <strong>&#8220;O museu como difusor do conhecimento&#8221;</strong>, que contará com a presença de André Cardoso (Museu do Trem/Estação Central Capiba), Antônio Carlos Pavão (Espaço Ciência), Maria do Carmo Costa (Museu de Arqueologia da UNICAP) e mediação Nilson Rocha (Fundarpe ); e <strong>&#8220;O museu e suas representações de tempo e espaço&#8221;</strong>, que, sob a mediação de Jacira França (Fundarpe ), reunirá os palestrantes Nicole Costa (Paço do Frevo), Sandro Vasconcelos (Museu da Cidade do Recife), Cristiana Lima (Museu do Estado de Pernambuco). Às 17h30, a <strong>Banda 15 de Novembro</strong> (Patrimônio Vivo do Estado) encerra a programação do evento, com uma apresentação nas escadarias do prédio da faculdade.</p>
<p><strong>Simpósio -</strong> Batizado de <strong>&#8220;Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural&#8221;</strong>, a 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promove um simpósio acadêmico entre estudantes e professores de sete instituições de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco: Damas, Esuda, FBV, UFPE, Unicap, Uninassau e UNIFAVIP. A atividade acontecerá no Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457 – Boa Vista, Recife/PE) a partir das 9h, e mostrará, através da exposição de banners e colóquios, a produção da comunidade acadêmica sobre o patrimônio cultural pernambucano. Veja os trabalhos que serão apresentados:</p>
<p><strong>*DAMAS -</strong> Preservação e Renovação Urbana no Recife: Uma dialética nos Imóveis Especiais de Preservação;</p>
<p><strong>*ESUDA -</strong> Estudo dos casarões do entorno da Praça Euclides da Cunha, Recife-PE;</p>
<p><strong>*FBV -</strong> Mapeamento de danos e descaracterizações dos pavilhões de habitação coletiva (tipo Carville) do Leprosário da Mirueira</p>
<p><strong>*UFPE -</strong> Intervenção no Grande Hotel</p>
<p><strong>*UNICAP -</strong> Paisagem Urgente: um estudo sobre conservação e renovação urbana na Rua da Aurora;</p>
<p><strong>*UNINASSAU -</strong> Novas visões de reusos em patrimônio: pavilhão Luís Nunes;</p>
<p><strong>*UNIFAVIP -</strong> Preservação da Suíça Pernambucana: diretrizes para preservação histórica, paisagística de Garanhuns-PE</p>
<p><strong>Lançamento -</strong> Ainda na sexta-feira (18), os professores Terezinha de Jesus Pereira da Silva (membro do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural) e Sérgio Mota Bitencourt lançam, às 9h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, o livro <strong>Espaço Pasárgada: A Casa de Manuel Bandeira</strong>, que revela toda história e o acervo do equipamento cultural.</p>
<p><strong>Workshop -</strong> Já a Estação Central Capiba/Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n &#8211; São José &#8211; Recife/PE) contará com o workshop <strong>&#8220;Conservação, preservação e curadoria: nuances da educação patrimonial em acervos museológicos&#8221;</strong>, às 14h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do número: (81) 3184.3197.</p>
<p><strong>Paço do Frevo -</strong> O equipamento cultural, localizado na Rua da Guia, s/n &#8211; Bairro do Recife/PE, também finaliza sua programação da Semana do Patrimônio com diversas ações. A tradicional <strong>Hora do Frevo</strong>, que acontece sempre às 12h, receberá o Bando de Viola. Das 14h às 17h, acontecerá um momento de formação voltado para professores, profissionais de educação e estudantes de licenciaturas. A atividade <strong>&#8220;Vivências educativas e patrimônio cultural: experiências do núcleo educativo do Paço do Frevo&#8221;</strong> é gratuita e os interessados deverão se inscrever através do telefone: (81) 3355.9500.</p>
<p>Confira a programação completa da 10ª Semana Cultural do Patrimônio <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Palestra destaca o valor e significado dos bens culturais do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/palestra-destaca-o-valor-e-significado-dos-bens-culturais-do-recife/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 17:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O que precisa ser tombado no Recife?]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Uma conversa com a proposta de entender melhor o que é o Recife, bem como o significado e valor dos seus bens culturais, para que assim possa ser contada sua história. Na manhã desta quarta-feira (16) a sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, no bairro da Boa Vista, abriu as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52503" aria-labelledby="figcaption_attachment_52503" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1291.jpg"><img class="size-medium wp-image-52503 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1291-607x376.jpg" width="607" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Ministrada por Leonardo Dantas, palestra &#8216;O que precisa ser tombado no Recife?&#8217; foi realizada nesta quarta (16), na sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Uma conversa com a proposta de entender melhor o que é o Recife, bem como o significado e valor dos seus bens culturais, para que assim possa ser contada sua história. Na manhã desta quarta-feira (16) a sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, no bairro da Boa Vista, abriu as portas para o historiador Leonardo Dantas, também integrante do Conselho, que ministrou a palestra <strong>O que precisa ser tombado no Recife?</strong>. O encontro, uma das atividades da <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank">10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong>, evento promovido pela Secretaria de Cultura estadual e Fundarpe, foi um verdadeiro resgate dos símbolos patrimoniais e afetivos da capital pernambucana.</p>
<p>Participaram deste momento outros integrantes do Conselho de Preservação Patrimonial de Pernambuco, como a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, e nomes como o professor e historiador da UFPE, George Cabral, que também é presidente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) &#8211; a mais antiga instituição cultural do estado.</p>
<div id="attachment_52505" aria-labelledby="figcaption_attachment_52505" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1308.jpg"><img class="size-medium wp-image-52505 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1308-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro contou com a presença de vários conselheiros e do professor da UFPE e historiador George Cabral</p></div>
<p>A palestra teve a proposta de ressaltar, sob o ponto de vista de Leonardo Dantas, alguns bens culturais do Recife que necessitam de um tombamento para que a história da cidade seja preservada e repassada da melhor maneira. Para isso, o historiador brindou o público com uma aula sobre a capital pernambucana. <em>“Recife era o porto da capitania de Duarte coelho, que chega para fundar uma feitoria com o intuito de desenvolver o centro da capitania. Olinda, por sua vez destruída pelo incêndio, não ficando pedra sobre pedra, força sua população a migrar para a cidade vizinha e fica nas sombras enquanto a capital crescia. Um detalhe curioso é que em 1966 uma comissão de historiadores chegou à conclusão de que o início da população do Recife estava em Olinda, porque quando Duarte Coelho chegou aqui Olinda já existia”.</em></p>
<p>De acordo com Leonardo Dantas, a história da capital pernambucana é contada com fatos, mas também muita ficção. Há por exemplo o mito de que os holandeses eram permissivos com o culto religioso, o que não é verdade. <em>“Eles abriam para os judeus desde que os encontros fossem feitos de portas fechadas e reprimiam fortemente os católicos. Todas as igrejas foram tomadas para o público luterano e anglicano. Somente Frei Manoel Calado podia rezar missa dentro da sua casa e também com as portas trancadas”,</em> explicou o historiador. Mas há também fatos, segundo ele concretos, como o grupo de judeus que saiu do Recife para fundar na América do Norte a cidade de Nova Iorque. <em>“Ao todo, 23 famílias saíram daqui com destino aos Estados Unidos. O ex-presidente Barack Obama, inclusive, assinou durante seu governo um decreto que nomeava a cidade do Recife como berço da nação hebraica nos EUA”</em>.</p>
<div id="attachment_52506" aria-labelledby="figcaption_attachment_52506" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1317.jpg"><img class="size-medium wp-image-52506 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1317-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Para Leonardo Dantas, é necessário compreender melhor os bens culturais e patrimoniais do Recife para que se possa contar da melhor forma a história da cidade</p></div>
<p>Leonardo Dantas também deu detalhes sobre a formação da cidade, que atendia aos grandes comerciantes, os quais por sua vez atendiam à Igreja.<em> “Depois da expulsão dos holandeses, Recife recebe uma imigração muito grande de portugueses vindos do norte de Portugal que vieram cuidar do comércio. Lembrem-se que neste período o sujeito passava a vida toda fazendo boas ações pra conseguir sua cadeira no céu. Logo, os clubes sociais da época eram as irmandades e confrarias. Cada parcela dessa sociedade procurou se abrigar e usar suas horas de lazer dentro das suas irmandades. A primeira delas, a Ordem Terceira de São Francisco, reunia grandes comerciantes. Destaque para Antônio Fernandes de Matos, responsável pelo início da construção da Capela Dourada e da Igreja do Espírito Santo”</em>.</p>
<p>Apesar de ser uma irmandade voltada para os nobres da época, a Ordem Terceira de São Francisco não impediu que no início do século 18 tivesse como seu presidente um ex-escravo chamado Luís Cardoso. Ele veio trabalhar no Recife com um comerciante alemão e com o tempo conseguiu comprar sua carta de alforria para depois se transformar no segundo homem mais rico da capitania. <em>“Tanto o Antônio Fernandes de Matos como Luís Cardoso não deixaram herdeiros e doaram todo seu patrimônio para a Ordem Terceiras. Até hoje esse legado está ai. Foi um período de muita riqueza na cidade. Nenhuma obra do Recife do século 18 foi feito pela coroa portuguesa, e sim pelo seu comércio”,</em> esclareceu Leonardo Dantas.</p>
<div id="attachment_52504" aria-labelledby="figcaption_attachment_52504" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_13071.jpg"><img class="size-medium wp-image-52504 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_13071-607x376.jpg" width="607" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Como conselheiro, Leonardo Dantas é relator do processo de tombamento da Cruz do Patrão, cujo pedido segue em análise na Secult-PE e Fundarpe</p></div>
<p>Para ele, ainda há muito a ser preservado para que se possa contar a história da capital pernambucana da melhor forma.<em> “Eu defendo, por exemplo, a necessidade do tombamento urgente da paisagem do Capibaribe, do bairro de Dois Irmãos até a antiga Ponte Giratória no centro do Recife, porque a calha do rio nem a Prefeitura sabe mais do verdadeiro mapa. Nos últimos anos as incorporadoras foram avançando e construindo dentro do Capibaribe, e não foram pequenas construção, mas prédios de 30 andares”.</em></p>
<p><em>“Outra coisa que não se apercebe são os sítios urbano recifenses. Um deles é o Sítio dos Manguinhos, hoje ocupado pela Arquidiocese do Recife e Olinda. Temos outro na Av. Rosa e Silva, onde fica a Capela do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, que originou o bairro de mesmo nome”,</em> opinou o historiador, citando outros espaços que precisam ser tombados para que a memória do Recife seja preservada. <em>“Faz-se necessário o tombamento de bens que remontam ao início da capital pernambucana, a exemplo da Cruz do Patrão, monumento de balizamento náutico do século 18 e que se encontra ainda hoje no mesmo local”,</em> disse Leonardo Dantas,<strong> </strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/conselhodepreservacao/conselho-de-preservacao-aprova-pedido-de-tombamento-da-cruz-do-patrao/" target="_blank"><strong>que é relator do processo de tombamento deste bem, atualmente em análise na Secult-PE e Fundarpe</strong>.</a></p>
<div id="attachment_52507" aria-labelledby="figcaption_attachment_52507" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1322.jpg"><img class="size-medium wp-image-52507 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/IMG_1322-607x468.jpg" width="607" height="468" /></a><p class="wp-caption-text">Leonardo Dantas destaca o recente tombamento do Cemitério de Santo Amaro, uma das mais importantes galerias de arte ao céu aberto projetada pelo arquiteto francês Louis Léger Vauthier</p></div>
<p><em>“Por outro lado, temos alguns avanços neste sentido. Conseguimos recentemente <strong><a href="https://issuu.com/cultura.pe/docs/roteiro_santo_amaro/5" target="_blank">o tombamento do Cemitério de Santo Amaro</a></strong>, uma das mais importantes galerias de arte ao céu aberto. Um cemitério que foi projeto pelo arquiteto francês Louis Léger Vauthier, e que tem o primeiro prédio gótico do Recife. Ainda assim, temos outros bens a serem tombados, a meu ver, como o Mercado e as fachadas e azulejos do bairro da Boa Vista, presentes fortemente na Rua Velha, Rua de Santa Cruz e Rua da Glória, bem como a Basílica do Colégio Salesiano”,</em> opinou.</p>
<p>Pouca gente sabe, mas a abertura do processo de tombamento de um bem cultural ou natural pode ser solicitada por qualquer pessoa. No entanto, é fundamental que o solicitante descreva com a máxima exatidão possível a localização, dimensões, características do bem e justificativa do porque estar sendo solicitado o tombamento. Mais detalhes sobre como iniciar um processo de tombamento de algum bem cultural podem ser encontradas no <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/material/tombamento/" target="_blank">Portal Cultura.PE</a></strong></p>
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		<title>Semana do Patrimônio promove palestras, debates, passeios e atividades culturais</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 22:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promove uma série de ações nesta quarta-feira (16), véspera do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, que será celebrado na quinta-feira (17), com uma cerimônia especial no Teatro de Santa Isabel. A primeira delas acontece no Palácio dos Manguinhos (Av. Rui Barbosa, S/N &#8211; Graças, Recife/PE), com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promove uma série de ações nesta quarta-feira (16), véspera do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, que será celebrado na quinta-feira (17), com uma cerimônia especial no Teatro de Santa Isabel.</p>
<p>A primeira delas acontece no Palácio dos Manguinhos (Av. Rui Barbosa, S/N &#8211; Graças, Recife/PE), com a palestra da arquiteta do Iphan e representante da Casa do Patrimônio, Márcia Hazin, que falará sobre a &#8220;Conservação Preventiva do Patrimônio Religioso&#8221;, a partir das 9h30. O acesso é gratuito.</p>
<p>Também às 9h30, a Estação Central Capiba/Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n &#8211; São José) contará com a apresentação de teatro de bonecos. A atividade é voltada ao público infantil e é gratuita.</p>
<p>Já o Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife/PE) dá continuidade ao Minicurso Zeladoria de Bens Culturais, restaurador Antônio Sarasá. O curso é direcionado às equipes que gerenciam os equipamentos culturais do Estado e tem como objetivo possibilitar aos participantes a oportunidade de aprenderem técnicas de manutenção e zeladoria para o acervo de suas instituições.</p>
<p>A Casa dos Conselhos de Cultura do Estado (Av. Oliveira Lima, 813 &#8211; Boa Vista), conhecida também como a Casa de Oliveira Lima, sedia, às 10h, a palestra &#8220;O que precisa ser tombado no Recife? &#8220;. O historiador Leonardo Dantas, membro do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, é quem comandará a atividade, que é aberta ao público.</p>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife/PE) abre suas portas para o segundo dia do Seminário de Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio Cultural, que, nesta quarta-feira (16), contará com a apresentação do projeto do Funcultura &#8220;Urso de Carnaval&#8221;, produzido por Ester Monteiro, a partir das 8h30; a mesa-redonda &#8220;Gestão dos patrimônios culturais, editais; financiamento público e privado para preservação; sustentabilidade e salvaguarda&#8221;, que, com mediação do superintendente do Funcultura, Gustavo Duarte, reunirá os palestrantes Maria Helena Melo da Cunha (Consultora da Inspire Gestão Cultural), Fernanda Pacini e Ronaldo de Moraes (representantes do Instituto Alvorada Brasil &#8211; Projeto Mapa de Financiamento de Projetos Culturais), a partir das 10h.</p>
<p>À tarde, o Teatro Arraial recebe o debate &#8220;Patrimônio Azulejar em Pernambuco &#8221; que reunirá os arquitetos Sylvia Tigre de Hollanda Cavalcanti, Carmem Muraro, Roberto Carneiro em torno do riquíssimo acervo do azulejo de nosso Estado. A mesa-redonda, que acontecerá às 14h, contará com mediação do arqueólogo Ulisses Pernambucano de Melo Neto.</p>
<p>Às 14h, o projeto Olha, Recife! realiza uma pedalada entre o circuito Capela da Jaqueira e o Museu do Estado de<br />
Pernambuco (MEPE), a fim de mostrar a singularidade arquitetônica desses espaços. A saída será do Parque da Jaqueira.</p>
<p>Por fim, o Centro de Artes e Comunicação da UFPE (Av. da Arquitetura, S/n &#8211; Campos Universitários, Recife/PE) também se integra à programação da 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, com a realização da Conferência de Tecnologia, Cultura e Memória. O evento começa nesta quarta(16) e segue até sexta-feira (18), no Auditório Evaldo Coutinho, e contará com rodas de conversa, fóruns, palestras e passeios sobre curadoria, gestão de dados e memória. Para mais informações, acesse: <a href="http://www.liber.ufpe.br/ctcm2017/" target="_blank"><strong>www.liber.ufpe.br/ctcm2017</strong></a>.</p>
<p>A programação da 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue até a próxima sexta-feira (18). Aqui, no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/"><b>Portal Cultura.PE</b></a>, é possível encontrar todas as <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>atividades do evento</strong></a>.</p>
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		<title>Cultura do Patrimônio e Zeladoria são destaques da abertura da Semana do Patrimônio</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Aug 2017 11:39:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma plateia repleta de gestores, produtores culturais, Patrimônios Vivos e membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) deu início, na tarde desta segunda-feira (14), à programação da 10ª Semana de Patrimônio Cultural de Pernambuco. Além da conferência de abertura, proferida pelo conservador e restaurador paulista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52414" aria-labelledby="figcaption_attachment_52414" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/abertura-10-semana-do-patrimônio-foto-jan-ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-52414" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/abertura-10-semana-do-patrimônio-foto-jan-ribeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A abertura da Semana do Patrimônio Cultural reuniu vários gestores da área de patrimônio e preservação no Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>Com uma plateia repleta de gestores, produtores culturais, Patrimônios Vivos e membros do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) deu início, na tarde desta segunda-feira (14), à programação da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco-celebra-10-anos/" target="_blank"><strong>10ª Semana de Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a>. Além da conferência de abertura, proferida pelo conservador e restaurador paulista <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/conferencia-de-antonio-sarasa-abre-a-10a-semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>Antônio Sarasá</strong></a>, a cerimônia no Teatro Arraial Ariano Suassuna foi marcada pela apresentação do projeto do Funcultura <em>Jardins de Burle Marx</em>, produzido por Sandro Lins, e o lançamento das publicações <i>Cartilha</i> <i>Jogo do Patrimônio 2.0</i> e <i>Revista Aurora 463 – Ano II</i>, ambas confeccionadas pela Fundarpe.</p>
<div id="attachment_52415" aria-labelledby="figcaption_attachment_52415" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/abertura-10-semana-do-patrimônio-foto-jan-ribeiro-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-52415" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/abertura-10-semana-do-patrimônio-foto-jan-ribeiro-3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, destacou o fortalecimento do diálogo entre a gestão pública e a sociedade civil<span style="font-size: 13px;"><br /></span></p></div>
<p>Em sua saudação aos participantes, a presidente da Fundarpe, Márcia Souto, ressaltou a importância da discussão trazida pela Semana do Patrimônio, que neste ano tem como tema <strong>&#8220;Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio Cultural&#8221;</strong>, e convidou todos os presentes a se integrarem/envolverem nas questões que envolvem a gestão dos patrimônios culturais em nosso Estado. <em>&#8220;Enquanto gestores, queremos cada vez mais fortalecer/ampliar o diálogo com a sociedade civil, a fim de criar mecanismos e alternativas que não só preservem nossos bens culturais, mas também garantam a existência deles&#8221;</em>, afirmou.</p>
<div id="attachment_52416" aria-labelledby="figcaption_attachment_52416" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/renata-semana-de-patrimonio.jpg"><img class="size-medium wp-image-52416" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/renata-semana-de-patrimonio-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Echeverria apresentou o conteúdo da <strong>Revista Aurora 463</strong></p></div>
<p>Responsável pela coordenação editorial da <em><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/secult-e-fundarpe-lancam-2a-edicao-da-revista-aurora-463/" target="_blank"><strong>Revista Aurora 463</strong></a></em>, a jornalista Renata Echeverria comentou um pouco sobre a segunda edição da publicação, que reúne, em 250 páginas, fotografias, minireportagens e artigos acadêmicos sobre a 9ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que chegou a mobilizar, em agosto de 2016, aproximadamente, 15 mil participantes.<em>&#8220;A intenção da nossa revista é ser um repositório, uma guardião da memória de todas as ações, conhecimentos e informações que circularam durante a Semana do Patrimônio Cultural. A revista é fruto de um trabalho coletivo e, como tal, traz um pouquinho do olhar de cada um nós, técnicos e historiadores que formamos a Gerência de Preservação Cultural, e dos palestrantes que passaram aqui no ano passado. Espero que vocês apreciem&#8221;</em>, disse.</p>
<p>Já Amanda Paraíso, coordenadora da Unidade de Educação Patrimonial, apresentou a primeira versão da <i>Cartilha</i> <i>Jogo do Patrimônio 2.0</i>. A publicação surgiu de uma demanda dos professores da rede de ensino, que não encontravam um material de apoio que os auxiliassem nas atividades sobre o tema nas escolas. <em>&#8220;O objetivo da Cartilha é oferecer aos docentes uma série de ferramentas lúdicas para desenvolver ações de Educação Patrimonial nas escolas, como por exemplo o Jogo do Patrimônio 2.0.&#8221;</em>, afirmou. A cartilha será distribuída entre as unidades da Rede Estadual de Ensino e, posteriormente, ficará disponível aqui no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Portal Cultura.PE</strong></a>.</p>
<div id="attachment_52420" aria-labelledby="figcaption_attachment_52420" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/amanda-paraiso-abertura-da-semana-do-patrimonio.jpg"><img class="size-medium wp-image-52420" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/amanda-paraiso-abertura-da-semana-do-patrimonio-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Amanda Paraíso comentou sobre a primeira edição da <strong>Cartilha do Jogo do Patrimônio 2.0</strong></p></div>
<p>O produtor cultural Sandro Lins, criador do <em>app</em> <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/aplicativo-para-celular-aborda-o-patrimonio-material-do-recife-e-olinda/" target="_blank"><strong>Patrimônio PE</strong></a>, disponível gratuitamente para <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=ag.caju.patrimonio" target="_blank"><strong>Android</strong></a> e <strong><a href="https://itunes.apple.com/br/app/patrim%C3%B4nio-pe/id998377987?mt=8" target="_blank">IOS</a></strong>, também teve espaço para relatar sua experiência à frente do desenvolvimento e implantação do aplicativo, que, com incentivo do Funcultura, foi considerado um dos 100 melhores <em>apps</em> na área de educação pela <em>Apple Store</em>. <em>&#8220;Essa é a segunda vez que participo da Semana do Patrimônio. Neste ano, trago a atualização do nosso aplicativo, que contempla as praças e jardins projetados por Burle Marx, na capital pernambucana. Quero dizer a vocês que, para mim, tem sido muito gratificante ir falar do nosso projeto para alunos e professores de vários municípios do Estado e ver que, pouco a pouco, estamos despertando, neles e em nós, a consciência de preservar o que temos de mais precioso: nosso patrimônio cultural, seja ele material ou imaterial&#8221;</em>, contou.</p>
<div id="attachment_52424" aria-labelledby="figcaption_attachment_52424" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/sandro-lins.jpg"><img class="size-medium wp-image-52424" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/sandro-lins-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Criador do Patrimônio PE, Sandro Lins participou do evento para relatar sua experiência com os frutos do aplicativo</p></div>
<p>O <strong>Patrimônio PE</strong> tem despertado o interesse de gestores culturais de várias partes do Brasil e, em breve, será implantado em outros Estados. <em>&#8220;A nossa ideia de reunir em um aplicativo informações sobre construções e conjuntos arquitetônicos pernambucanos deu tão certo, que, logo mais, ela vai se espalhar por outros lugares&#8221;</em>, adiantou Lins. <strong><br />
</strong></p>
<p>Criador do <a href="https://estudiosarasa.com.br/" target="_blank"><strong>Estúdio Sarasá &#8211; Conservação e Restauro</strong></a>, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/conferencia-de-antonio-sarasa-abre-a-10a-semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco/" target="_blank">Antônio Sarasá</a> </strong>compartilhou, na conferência <strong>“A Cultura do Patrimônio e a Zeladoria”,</strong> um pouco do trabalho que tem realizado em todo país na área de conservação e restauro, e provocou a plateia a pensar em alternativas que insiram, nas discussões sobre a preservação do patrimônio, a comunidade e todo o seu entorno. <em>&#8220;É preciso criar vínculos. De que serve preservar/restaurar um monumento, quando ele fica esvaziado? Sei que a luta pela preservação é um cenário cheio de tensões, muitas vezes atravessado por vários campos de forças e interesses. Mas, quando nos imbuímos do espírito da zeladoria, um conceito que gera reconhecimento/pertencimento nas pessoas envolvidas nesse processo, conseguimos, com ações simples, perpetuar grandes legados&#8221;</em>, disse.</p>
<div id="attachment_52425" aria-labelledby="figcaption_attachment_52425" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/abertura-10-semana-do-patrimônio-foto-jan-ribeiro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-52425" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/abertura-10-semana-do-patrimônio-foto-jan-ribeiro-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antônio Sarasá frisou que é envolver as pessoas no processo de zeladoria e preservação dos bens culturais</p></div>
<p>Em outro momento, Sarasá lembrou que são as pessoas que atribuem valores aos bens culturais e, que por ser uma atividade administrativa, o tombamento só valida o que a sociedade já reconhece como importante e valoroso. <em>&#8220;Não tombamos apenas prédios, a materialidade, mas aquilo que traz/faz sentido à vida da população, a imaterialidade&#8221;</em>, frisou.</p>
<div id="attachment_52426" aria-labelledby="figcaption_attachment_52426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/mocinha-de-passira-abertura.jpg"><img class="size-medium wp-image-52426" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/mocinha-de-passira-abertura-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mocinha de Passira foi a responsável pelo encerramento do primeiro dia da Semana de Patrimônio</p></div>
<p>A repentista Mocinha de Passira, um dos Patrimônios Vivos do Estado, foi quem encerrou o primeiro dia da programação da <strong>10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong>, que segue até a próxima sexta-feira (18). Aqui, no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/"><b>Portal Cultura.PE</b></a>, é possível encontrar todas as <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>atividades do evento</strong></a>.</p>
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		<title>Conferência de Antônio Sarasá abre a 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 20:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco abre oficialmente suas atividades, nesta segunda-feira (14), com a conferência do conservador e restaurador paulista Antônio Sarasá, que virá ao Teatro Arraial Ariano Suassuna para debater o tema “A Cultura do Patrimônio e a Zeladoria”, a partir das 14h. O acesso é gratuito. &#8220;A ideia da conferência é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52322" aria-labelledby="figcaption_attachment_52322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Antonio-Sarasa.jpg"><img class="size-medium wp-image-52322" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Antonio-Sarasa-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Restaurador paulista será o responsável pela abertura do evento no Teatro Arraial</p></div>
<p>A <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco-celebra-10-anos/" target="_blank"><strong>10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a> abre oficialmente suas atividades, nesta segunda-feira (14), com a conferência do conservador e restaurador paulista Antônio Sarasá, que virá ao Teatro Arraial Ariano Suassuna para debater o tema “A Cultura do Patrimônio e a Zeladoria”, a partir das 14h. O acesso é gratuito.</p>
<p><i>&#8220;A ideia da conferência é debater o conceito de zeladoria dentro do segmento de patrimônio cultural. Para isso, vou trabalhar com três pilares: conhecimento, pertencimento e empoderamento, a fim de mostrar que o conceito de zeladoria não só abrange os gestores, o pessoal da manutenção e segurança, mas todo mundo que se relaciona com o patrimônio de maneira geral. Isto é, discutir esse tema a partir de uma visão mais humanista, com o propósito de resgatar os valores que as pessoas atribuem aos bens culturais&#8221;</i>, adiantou Sarasá.</p>
<p>Além do colóquio, haverá a apresentação do projeto do Funcultura “Jardins de Burle Marx”, produzido por Sandro Lins, e o lançamento das publicações <i>Cartilha</i> <i>Jogo do Patrimônio 2.0</i> e <i>Revista Aurora 463 – Ano II</i>, ambas confeccionadas pela Fundarpe. Ao final, Mocinha de Passira (Patrimônio Vivo) encerrará a programação do primeiro dia com seus célebres repentes.</p>
<p><b>Antônio Sarasá</b><br />
Graduado em Administração de Empresas pela Universidade de São Marcos, com várias especializações em restauração de patrimônio, Sarasá fundou, em 2001, um estúdio especializado em conservação e restauro do Patrimônio Histórico e ministra cursos, palestras e treinamentos sobre zeladoria para instituições públicas e privadas de todo o país.</p>
<p><b>Tema</b><br />
Com a temática “Políticas Públicas e Gestão do Patrimônio Cultural”, a 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco visa ampliar o debate acerca dos marcos legais para o reconhecimento dos patrimônios culturais, da atuação do Estado e dos diversos segmentos da sociedade na preservação do patrimônio cultural de Pernambuco.</p>
<p>Além disso, há o propósito de debater questões que envolvam a gestão dos patrimônios culturais, os editais, os financiamentos públicos e privados, sua preservação e salvaguarda. <i>“Nossa proposta é ampliar o diálogo com a sociedade sobre a gestão a preservação do nosso patrimônio. Traçarmos estratégias, encontrarmos alternativas e novos modelos de gestão compartilhada entre o poder público, os conselhos de preservação e a comunidade”</i>, convida a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p><b>Oficina e visitas guiadas</b><br />
Além da conferência, às 9h da manhã, haverá visitas mediadas às obras de restauro e conservação da Basílica da Penha, com Jorge Tinoco; e da Igreja de Nossa Senhora da Conceição dos Militares, com Pérside Omena e Sandra Spinelli.</p>
<p>Às 14h, a Estação Central Capiba/Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n &#8211; São José &#8211; Recife/PE) oferecerá a oficina gratuita &#8220;Participação social no processo de construção de um plano de gestão para o patrimônio ferroviário de Pernambuco&#8221;. As inscrições podem ser feitas gratuitamente <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfE8AHLhIkdBClt42l1bbGsKDuX8OBIsD3cIb6kW11e3kX0iA/viewform" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação da 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue até a próxima sexta-feira (18). Aqui, no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/"><b>Portal Cultura.PE</b></a>, é possível encontrar todas as <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>atividades do evento</strong></a>.</p>
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