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	<title>Portal Cultura PE &#187; aniverário</title>
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		<title>Aurinha do Coco não abandona suas origens</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 18:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Quem escuta o nome Áurea da Conceição de Assis Souza, talvez, nem imagine que seja a mesma Aurinha do Coco que vemos dançando, sorrindo e cantando nos palcos mundo a fora, movida pelo ritmo contagiante do coco. Carismática que só ela, a cantora, que foi criada dentro do ambiente coquista de sua cidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22206" aria-labelledby="figcaption_attachment_22206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/aurinha-do-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-22206" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/aurinha-do-coco-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nascida em Olinda, Aurinha revela que o Largo do Amparo é o seu reduto artístico na cidade</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Quem escuta o nome Áurea da Conceição de Assis Souza, talvez, nem imagine que seja a mesma Aurinha do Coco que vemos dançando, sorrindo e cantando nos palcos mundo a fora, movida pelo ritmo contagiante do coco. Carismática que só ela, a cantora, que foi criada dentro do ambiente coquista de sua cidade natal, Olinda, despontou para vida artística ainda jovem, apresentando-se nos corais da igreja. <em>&#8220;Fiz parte do coral São Pedro Mártir e, depois, do Madrigal do Recife, ambos regidos pelos maestros José Beltão e Otoniel Mendes&#8221;</em>, contou ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre o início de sua carreira.</p>
<p>Honrando a tradição dos coquistas do bairro do Amaro Branco, que ouviu durante durante toda sua infância, Aurinha integrou por 10 anos o grupo de Selma do Coco, como vocalista. <em>&#8220;Foi uma experiência muito rica. Aprendi muito com ela. Hahay&#8221;</em>, disse fazendo alusão à célebre risada de D. Selma. Nos anos 90, a artista popular decidiu seguir carreira solo e, desde então, vem difundindo esse ritmo da cultura pernambucana em inúmeros eventos dentro de nosso Estado, assim como em várias cidades brasileiras. <em>&#8220;O coco já me deu uma porção de coisas: já toquei na Bahia, ao lado de Naná Vasconcelos, no Panorama Percussivo Mundial; em Garanhuns, durante o Festival de Inverno; e fiz uma participação no CD Forró de Todos os Tempos, de Alceu Valença, e no CD Pernambuco em Concerto, cantando uma canção minha&#8221;,</em> disse satisfeita com a repercussão que seu trabalho vem tendo ao longo desses anos.</p>
<p>Quando perguntada sobre sua relação com Olinda, Aurinha foi enfática ao afirmar que a cidade lhe traz muitas alegrias e que guarda, em especial, um carinho pelo Largo do Amparo. &#8220;<em>Berço e passarela de várias troças carnavalescas, esse Largo é uma referência para o meu trabalho. Aqui ouvi/ouço os grandes artistas da minha terra e, aqui, também encontro inspiração para compor minhas músicas. Sou muito satisfeita com o meu bairro e te garanto que daqui não saio tão cedo&#8221;</em>, revelou a cantora (com o sorriso no rosto) à série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, do Portal Cultura.PE, que destacou, nos últimos dias, a relação de afeto que os artistas mantém com os espaços dos dois municípios-irmãos, Olinda e Recife, que aniversariam nesta quinta-feira (12).</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
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</a></strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/walmir-chagas-recifense-de-amor-e-de-revolucao/" target="_blank"><strong>Walmir Chagas: recifense de amor e de revolução</strong></a></p>
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