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	<title>Portal Cultura PE &#187; Aurinha do Coco</title>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Aurinha do Coco</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 16:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com imensa tristeza que nós, do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC/PE), emitimos esta nota de pesar, consternados com a partida da nossa querida Áurea da Conceição de Assis Souza, cujo nome artístico Aurinha do Coco é conhecido em todas as partes de Pernambuco. Sua voz, alegria e criatividade são sua marca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É com imensa tristeza que nós, do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC/PE), emitimos esta nota de pesar, consternados com a partida da nossa querida Áurea da Conceição de Assis Souza, cujo nome artístico Aurinha do Coco é conhecido em todas as partes de Pernambuco.</p>
<p>Sua voz, alegria e criatividade são sua marca e nunca se apagarão, bem como suas letras de coco e seus ensinamentos como Mestra da Cultura Popular. Aurinha é um dos grandes legados do Amaro Branco, bairro de Olinda, cuja tradição já viu nascer grandes nomes desta tradição. Aqui cumprimentamos a família, os amigos e fãs desta figura ilustre que nos deixa. E saudamos com os nossos aplausos a grande mulher, guerreira e ativista pela cultura que foi Aurinha.</p>
<p>Aproveitamos o momento para dizer ainda que ela, bem como tantos Mestres e Mestras da cultura em nosso estado ainda não alcançaram o devido mérito e reconhecimento, apesar de suas entregas a nossa população e ao próprio Estado de Pernambuco, sendo esse um dos motivos pelo qual este conselho luta e conta com a sociedade civil nesta pauta. Assim como Aurinha, nós manteremos viva a nossa luta pela cultura popular. Gratidão, Mestra. Que seja uma passagem leve e serena.</p>
<p style="text-align: center;">Jocimar Gonçalves<br />
Presidente do CEPC/PE</p>
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		<title>3ª Festa para Ogum ocupa a Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 16:44:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Fortalecer a cultura popular pernambucana e enaltecer a ancestralidade. Esses são os dois grandes motivos de celebração da Festa Para Ogum, que, em sua terceira edição, reunirá representantes das mais diversas vertentes culturais na Torre Malakoff, no próximo domingo (22). A palestra de Lepê Correia (mestre em Literatura e Interculturalidade) abrirá o evento, a partir das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27787" aria-labelledby="figcaption_attachment_27787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-27787" alt="Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19704019179_3928e09a1d_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas dos Prazeres será uma das atrações da Festa de Ogum</p></div>
<p>Fortalecer a cultura popular pernambucana e enaltecer a ancestralidade. Esses são os dois grandes motivos de celebração da <strong>Festa Para Ogum</strong>, que, em sua terceira edição, reunirá representantes das mais diversas vertentes culturais na <strong>Torre Malakoff</strong>, no próximo domingo (22).</p>
<p>A palestra de Lepê Correia (mestre em Literatura e Interculturalidade) abrirá o evento, a partir das 14h30, e em seguida subirão ao palco as atrações musicais que trazem em sua essência a herança afro. Estarão na programação a centenária Nação do Maracatu Porto Rico, da qual o grupo é filho, um banho de cultura vindo direto de Aliança com o Cavalo Marinho Boi Pintado de Mestre Grimário, a alegria do coco de Dona Del e Aurinha do Coco, o reconhecido artista e ex-Mestre Ambrósio, Helder Vasconcelos, com seu espetáculo solo mix, além do belíssimo Afoxé Oyá Tokolê, a banda da Xambá Abe Adu Lofe e Lucas dos Prazeres, com um show cheio de surpresas preparado para a festa do santo guerreiro.</p>
<div id="attachment_47390" aria-labelledby="figcaption_attachment_47390" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Afoxe-Oya-Tokole-Owo-Foto-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-47390" alt="Léo Caldas/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Afoxe-Oya-Tokole-Owo-Foto-Leo-Caldas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Afoxé Oyá Tokolê Owo também marcará presença no evento</p></div>
<p>A fim de empoderar o empreendedorismo local, também haverá Feira Quilombar, com marcas de diversos artesões, espaço de comidas regionais e exposição do artista plástico Guerra Zidanes. A <strong>Festa para Ogum</strong> é uma realização do coletivo Maracatômico Cultural e do Maracatu Ògún Onilê,</p>
<p>A entrada é aberta ao público (mediante a troca de dois quilos de alimentos não-perecíveis), sendo limitada à lotação do espaço.<em> &#8220;Mais do que um meio de perpetuar o Maracatu de baque virado, hoje o Ògún Onilê é uma grande família e tudo que desenvolvemos é uma extensão afetiva dessa união coletiva&#8221;</em>, revela Rodrigo Fernandes, idealizador e produtor do evento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festa para Ògún<br />
Quando: domingo (22/4), a partir das 14h30<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
Entrada: 2kg de alimentos de alimentos não-perecíveis</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
Palestra de abertura do Mestre Lepê Correia<br />
Maracatu Ògún Onilê<br />
Aurinha do Coco<br />
Afoxé Oyá Tokolê<br />
DJ Incidental<br />
Nação do Maracatu Porto Rico<br />
Del do Coco<br />
Hélder Vasconcelos<br />
Banda Abe Adu Lofe<br />
Cavalo Marinho Boi Pintado do Mestre Grimário<br />
Lucas dos Prazeres<br />
Exposição do artista plástico Guerra Zidanes<br />
Feira de artesanato Quilombar e comidas típicas de terreiro</p>
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		<title>Outras Palavras promove recital, debate literário e roda de coco em Igarassu</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Dec 2017 16:28:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Selma do Cocom]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias O Outras Palavras foi até o município de Igarassu, na última quarta-feira (6), para realizar o que sabe fazer de melhor: a integração entre a cultura e a educação de uma forma simples e genuína, trazendo para perto dos alunos da rede pública uma série de mestras e mestres da cultura popular, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55915" aria-labelledby="figcaption_attachment_55915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24019740817_b7c6c7b50c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55915 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24019740817_b7c6c7b50c_k-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Atualmente é uma das coquistas mais prestigiadas de Pernambuco, Aurinha do Coco levou sua voz forte e afinada para o Outras Palavras</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O <b>Outras Palavras</b> foi até o município de Igarassu, na última quarta-feira (6), para realizar o que sabe fazer de melhor: a integração entre a cultura e a educação de uma forma simples e genuína, trazendo para perto dos alunos da rede pública uma série de mestras e mestres da cultura popular, além de jovens escritores premiados. Nesta edição, que aconteceu numa parceria com o IPHAN de Igarassu, no Sítio Histórico, o projeto contou com a presença do escritor vencedor do Prêmio Pernambuco de Literatura, Camillo José, natural de Igarassu, e da coquista Dona Aurinha do Coco, de Olinda.</p>
<p>Estudantes de duas escolas da região, a Escola Desembargador Carlos Xavier e a Escola Santos Cosme Damião, estavam presentes no encontro, que começou com um recital de poesias feito por alunos da Escola Des. Carlos Xavier e coordenados pela pedagoga e coordenadora da biblioteca da instituição, Ilka Nóbrega.</p>
<div id="attachment_55924" aria-labelledby="figcaption_attachment_55924" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997938005_1e02d8385e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55924 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997938005_1e02d8385e_k-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Recital foi feito por jovens alunos da sexta série de Escola Desembargador Carlos Xavier, de Igarassu</p></div>
<p>No recital, quatro jovens alunos da sexta série recitaram poesias de autores como Clarice Lispector (<b>Não te amo mais</b>), Manuel Bandeira (<b>Cantiga de amor</b>), de Bráulio Bessa (<b>Amor ideal</b>) e João Cabral de Melo Neto (<b>Os três mal amados</b>). Em seguida, como o sarau envolve poesia e música, a aluna Sandy cantou a canção <b>Eu sei que vou te amar</b>, de Tom Jobim. <i>“Eu faço parte da Academia Igarassuense de Cultura e Letras, e participei uma vez de um sarau feito por estudantes que me encantou bastante. Na hora pensei: ‘São alunos, da mesma forma que temos na Carlos Xavier’, e em junho convidei os alunos e começamos a ensaiar. Desde agosto estamos nesse estudo, se encontrando uma vez por semana”,</i> detalhou Ilka Nóbrega.</p>
<div id="attachment_55918" aria-labelledby="figcaption_attachment_55918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013339068_19e18ff046_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55918 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013339068_19e18ff046_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Como sarau também envolve música, a estudante do Ensino Médio, Sandy, foi chamada para cantar uma canção de Tom Jobim</p></div>
<p>O diretor da Escola Carlos Xavier, Rubem Mesquita, fez uma fala sobre a vontade de se construir uma escola pública de qualidade. <i>“Quando nós chegamos nesta instituição há pouco mais de um ano, viemos com o compromisso de trabalhar em parceria com a comunidade, acreditando que educação e a escola não é somente o currículo escolar, e sim trabalhar com temas transversais. Transformar o novo olhar da educação. A Carlos Xavier estava entre os últimos colocados no ranking e recebemos este ano a informação que fomos a escola que mais evoluiu na GRE Metro Norte, porque temos uma equipe compromissada com esse ideal. Subimos 79 posições de um ano pra cá”,</i> comemorou o diretor.</p>
<div id="attachment_55923" aria-labelledby="figcaption_attachment_55923" class="wp-caption img-width-545 aligncenter" style="width: 545px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997929565_7296f03f02_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55923 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997929565_7296f03f02_k-545x486.jpg" width="545" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Nosso compromisso é trabalhar em parceria com a comunidade, acreditando que educação e a escola não é somente o currículo escolar, e sim trabalhar com temas transversais. Transformar o novo olhar da educação&#8217;, disse Rubem Mesquita, diretor da Escola Des. Carlos Xavier</p></div>
<p>Mediado por Márcia Branco, a conversa com o escritor Camillo José foi uma das emocionantes participações dele no <strong>Outras Palavras</strong>. Talvez por falar tanto em games, desenhos animados ou filmes infantis, talvez pela própria juventude latente, Camillo consegue se aproximar bastante dos estudantes, uma questão de identificação. <i>“Ele é uma pessoa gigante, que lê muita coisa de vários assuntos diferentes e tem uma dinâmica impressionante. Eu queria que você falasse um pouco como leva isso nos seus textos”,</i> perguntou Márcia.</p>
<div id="attachment_55920" aria-labelledby="figcaption_attachment_55920" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997913115_8b021e6d8b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55920 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997913115_8b021e6d8b_k-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">Camillo José, natural de Igarassu, é um dos escritores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8216;A Dakimatura Flutuante&#8217;</p></div>
<p><i>“Infelizmente a literatura ainda é uma modalidade artística muito conservadora. Na música, por exemplo, existe o sampler e o remix, que é tocar a canção de outra forma, ou transformar em outra. E isso é um experimento imenso. Eu já ouvi música que era uma batida de funk feita com Beethoven. Na literatura ainda fica muito aquela coisa batida, quadrada. A tentativa de escrever para além do agora está muito na possibilidade de você assumir que vive uma geração que inevitavelmente está em conflito com outras gerações antigas, mas que por meio desse atrito criam coisas completamente inimagináveis. Eu, por exemplo, passei pela virada do milênio, e me lembro que se dizia que o mundo ia acabar. A gente até largou mais cedo da escola para ver o fim do mundo com a família”,</i> disse Camillo, sob gargalhadas dos alunos.</p>
<p><i>“A gente está vivendo o futuro, mas tem várias coisas antigas voltando, que é o conceito de vapor wave, hoje você escuta uma música, amanhã outra, é tudo muito rápido. Eu vim de uma geração que olhava para o futuro e ao mesmo tempo em contato com a família e os mais velhos. A literatura que eu tento escrever está sempre situada nessa mistura entre o moderno e as influências de tudo que vivi na infância”,</i> revelou o escritor.</p>
<div id="attachment_55917" aria-labelledby="figcaption_attachment_55917" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013327608_1aee69ec07_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55917 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013327608_1aee69ec07_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“A gente tem esse preconceito com o que o jovem gosta de fazer e não percebe que quem ele é hoje fruto de tudo aquilo que consumiu na vida inteira&#8221;, refletiu Camillo sobre suas inspirações</p></div>
<p>Sobre as suas inspirações, Camillo adentrou no mundo das memórias afetivas, um universo que parece ser sua fonte inesgotável de criatividade. <i>“É muito marcante você ter toda essa memória afetiva das coisas. Eu lembro que passava na TV o filme <b>Lambada, o ritmo proibido</b>, e eu achava que realmente era um ritmo proibido. E quando meus pais ouviam lambada no carro de som eu ficava escondido na janela com medo da polícia chegar”, contou aos risos. “Eu cresci com essa ingenuidade, mas é muito importante esse tipo de experiência porque faz você criar uma relação sincera com o mundo”,</i> opinou.</p>
<div id="attachment_55922" aria-labelledby="figcaption_attachment_55922" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997925695_d996cd4336_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55922 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997925695_d996cd4336_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na conversa, Camillo também falou sobre como foi participar do Prêmio Pernambuco de Literatura, suas memórias afetivas e o universo lúdico que construiu a partir disso</p></div>
<p style="text-align: left;"><i>“A gente tem esse preconceito com o que o jovem gosta de fazer e não percebe que quem ele é hoje fruto de tudo aquilo que consumiu na vida inteira. Eu vim de uma geração que a gente brincava na rua, mas a gente só ia depois de assistir a todos os desenhos da TV. E todo esse universo me inspirou muito. Você aprende a valorizar uma amizade e lidar com as diferenças assistindo ao <strong>Harry Potter</strong>, por exemplo. Eu não tenho vergonha de dizer que muito da minha educação eu aprendi com esse universo, e não com a família. Era uma série de coisas que me influenciavam a ponto de dizer que nós jovens temos isso e ninguém vai conseguir tirar. É muito importante ter esse tipo de consciência”, </i>concluiu o escritor.</p>
<p>Márcia comentou que Camillo José, nas suas próprias palavras, foi muito influenciado pela literatura surrealista do escritor paulistas Roberto Piva, e quis saber um pouco mais sobre este assunto. <i>“Eu lembro que na faculdade eu peguei um livro dele e quando li pela primeira vez foi uma coisa muito forte, porque trata justamente da imagética, quando o poema não necessariamente tem um significado, mas tem uma imagem tão forte que você se sente completo, mesmo que aquilo não faça sentido. E os poemas do Roberto Piva tem muito disso. Ele incentiva que você não tenha piedade diante do leitor, nem se preocupe com o que os outros vão achar,  e sim provocar uem for lê-lo e que o leitor tenha seu texto como um mosaico”.</i></p>
<p>Sobre o Prêmio Pernambuco de Literatura, que Camillo José venceu na quarta edição com o livro <b>A Dakimatura Flutuante</b>, seu segundo livro de poesias, o escritor deu dicas aos alunos que tenham em mente um dia escrever uma obra literária. “<i>Eu me estimulei a enviar o meu porque eu via pessoas que eu conhecia fazendo o mesmo. Se eles podem, eu posso também. A inscrição é gratuita, e por e-mail, então se tiver alguém aqui que escreve, tenta. Não vai perder nada. Se você for uma pessoa ansiosa como eu, talvez fique um pouco angustiado, mas vai ter a consciência tranquila de que tentou. É uma iniciativa muito importante, não só pra descobrir outras pessoas, mas pra você se descobrir ali dentro. As inscrições do próximo, que agora se chama <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/vi-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura/">Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</a>, estão abertas. Leiam o edital que as informações estão todas lá”,</i> sugeriu Camillo.</p>
<div id="attachment_55916" aria-labelledby="figcaption_attachment_55916" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013323388_6a5db22a15_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55916 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/25013323388_6a5db22a15_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos participantes do recital, Alan Mateus, de 11 anos, disse que um dia quer escrever um livro sobre sua história e quis saber de Camillo qual a sensação de publicar uma obra literária</p></div>
<p style="text-align: left;">Alan Mateus, de 11 anos, e um dos participantes do recital feito pelos alunos da sexta série da Escola Des. Carlos Xavier, conta que tem um <a href="https://www.youtube.com/channel/UCfiyGo4Eds_2M1bVqB6NE6Q" target="_blank">canal no Youtube</a>, no qual vai falar sobre suas aventuras, e disse que tem o sonho de um dia escrever um livro contando sua história. Em seguida, quis saber de Camillo como é publicar um livro, qual a sensação que ele teve ao ter o trabalho pronto. “<i>Eu fico muito feliz com a tua iniciativa, eu espero que você faça o seu livro. A sensação que eu tive eu geralmente uso um exemplo que é um detalhe do <strong>Harry Potter</strong>, que é a Horcrux. Existe um vilão chamado Voldemort que fez uma magia que era necessário destruir antes sete coisas, que eram as Horcrux, para poder então destruir ele. Eu tento levar esse exemplo pro bem no sentido de que pra mim cada livro que eu faço é como um objeto desses e você se torna imortal de alguma forma”.</i></p>
<div id="attachment_55925" aria-labelledby="figcaption_attachment_55925" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169044394_10deb23ca3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55925 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169044394_10deb23ca3_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Depois da conversa com Camillo José, os estudantes dançaram coco de roda sob a voz de Aurinha do Coco, uma das coquistas mais importantes de Olinda</p></div>
<p>Depois do debate literário, foi a vez dos jovens estudantes conhecerem de perto uma das coquistas mais importantes de Amaro Branco, em Olinda. Áurea da Conceição de Assis Souza, mais conhecida como Aurinha do Coco, começou a carreira cantando no Coral São Pedro Mártir e o Madrigal do Recife, para depois integrar por dez anos o grupo de Selma do Coco, como vocalista.</p>
<p>Atualmente é uma das coquistas mais prestigiadas de Pernambuco, dona de uma voz forte e afinada. Já tocou em diversas partes do Brasil, participando de eventos importantes como o PercPan (BA) e o Abril Pro Rock (PE). Cantora, compositora, já gravou e cantou com Alceu Valença, Naná Vasconcelos, Lia de Itamaracá, Ferrugem, entre outros.</p>
<div id="attachment_55926" aria-labelledby="figcaption_attachment_55926" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169040714_ec5dc02372_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55926 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38169040714_ec5dc02372_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Aurinha do Coco conversou sobre sua trajetória artística, a influência de Dona Selma do Coco na sua vida e outros detalhes da carreira</p></div>
<p><i>“Minha trajetória começou na música erudita, e quando meu maestro me viu cantar ele endoidou. Foi quando conheci Dona Selma do Coco (</i>Patrimônio Vivo de Pernambuco,<i> in memoriam), e me casei com seu filho. No primeiro CD de Selma, eu gravei com ela, sapateando e quebrando todos os chinelos. Ela ficava pau da vida comigo&#8221;, relembrou. &#8220;Cantei por esse meio de mundo. Aquela Festa da Lavadeira quem primeiro cantou foi Selma com a gente, não tinha aquela danação de grupos. Era a gente e um caboclo de lança, que vinha lá das brenha para festa”,</i> disse a coquista.</p>
<p><i>“Essa parceria que eu tinha com Selma foi uma coisa muito importante na minha carreira. E ela cresceu, e eu me senti na necessidade de mostrar o meu trabalho e cantar sozinha, na década de 90”,</i> disse Aurinha, para em seguida fazer uma homenagem à mestra, cantando uma das mais conhecidas músicas de Selma do Coco, <b>A rolinha</b>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wxP7QTfYoZw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Aurinha do Coco falou também sobre suas composições próprias e citou uma que está no seu segundo CD, <b>Seu Grito</b> (2011), que dá nome ao disco. <i>“Uma amiga minha tinha acabado o noivado e estava com a gente num clube, quando de repente cismou que tinha que ir embora. E no caminho de volta pra casa ela encontrou com o ex-noivo, que perguntou a ela se ela voltaria com o noivado. Ela disse que não, e ele puxou o revólver e a assassinou. Na época do ocorrido nós fomos participar de um evento na Prefeitura de Olinda sobre violência contra a mulher, e eu ainda em choque com aquilo tudo sentei na última cadeira do teatro e pedi a Deus uma iluminação, pra que eu pudesse compor a música em homenagem a minha amiga. Foi quando ouvi atrás de mim ‘Seu grito silenciou’. Ouvi alto, peguei o papel e a caneta e saiu esse coco aqui: Seu grito silenciou</i><i> </i><i>/ Lá no alto de Olinda / Era uma mulher tão linda / que a natureza criou / ela foi morta no meio da madrugada / com um tiro de espingarda / pela mão do seu amor’”, cantou, emocionando toda a plateia.<br />
</i></p>
<div id="attachment_55919" aria-labelledby="figcaption_attachment_55919" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997911915_1405441740_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55919 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37997911915_1405441740_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu digo que o Outras Palavras é uma forma de resistência. Possibilitar aos filhos das trabalhadoras e trabalhadores o acesso ao conhecimento, que a gente também pode sonhar e desejar muito mais da vida&#8221;, disse Antonieta Trindade, gestora do projeto e vice-presidente da Fundarpe</p></div>
<p>A gestora do <b>Outras Palavras</b> e vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, falou do prazer de estar com o projeto em Igarassu porque foi ali que seu pai nasceu e onde viveu toda a sua infância. <i>“É sempre encantador a gente ter a oportunidade de conversar com Camillo, que é um jovem escritor premiado, daqui de Igarassu, o que é um estímulo pra nossa juventude. Por isso que eu digo que esse projeto é uma forma de resistência. Possibilitar aos filhos das trabalhadoras e trabalhadores o acesso ao conhecimento, que a gente também pode sonhar e desejar muito mais da vida. Quem sabe em breve, eu bem velhinha, não leve o Alan Mateus com seu livro pra conversar com os estudantes”,</i> brincou Antonieta, se colocando à disposição a voltar à Igarassu em 2018. Em seguida, a gestora entregou ao diretor Rubem Mesquita um kit com livros de escritores premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura para a biblioteca da escola.</p>
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		<title>‘Outras Palavras’ levou cultura popular e literatura para estudantes de Ipojuca</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 17:46:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho No intuito de estreitar as relações entre educação, cultura e cidadania, inserindo no ambiente escolar, expressões culturais como literatura e ritmos populares de Pernambuco, o projeto Outras Palavras reuniu nesta quarta-feira (22), na Escola Estadual Domingos Albuquerque, em Ipojuca, cerca de 130 estudantes do ensino médio do município. Promovida pela Secult-PE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Ipojuca-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-46741" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Ipojuca-Foto-Jan-Ribeiro-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Roberto Moraes Filho</em></p>
<p style="text-align: justify;">No intuito de estreitar as relações entre educação, cultura e cidadania, inserindo no ambiente escolar, expressões culturais como literatura e ritmos populares de Pernambuco, o projeto <strong>Outras Palavras</strong> reuniu nesta quarta-feira (22), na Escola Estadual Domingos Albuquerque, em Ipojuca, cerca de 130 estudantes do ensino médio do município. Promovida pela Secult-PE e Fundarpe, a programação itinerante possibilitou um bate-papo com o poeta e escritor Rômulo César Melo, contando também com a animação da coquista Dona Aurinha do Coco, que conversou um pouco sobre as inspirações para compor músicas no ritmo do coco de roda.</p>
<div id="attachment_46742" aria-labelledby="figcaption_attachment_46742" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secut-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-Foto-Jan-Ribeiro1.jpg"><img class="size-medium wp-image-46742 " alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-Foto-Jan-Ribeiro1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, fazendo a entrega de kits literários para professores da Escola Domingos Albuquerque</p></div>
<p style="text-align: justify;">Abrindo as atividades com a entrega de kits literários para a biblioteca da instituição e também para representantes das escolas Aníbal Cardoso, José Mário Alves, EREM Frei Otto e EREM Ipojuca, com obras de escritores vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, falou sobre a iniciativa, que já atingiu até o momento cerca de 200 escolas estaduais. <i>“Nós achamos que os nossos jovens precisam saber o que é o substantivo e o que é o logaritmo, mas que eles também precisam saber o que é o coco e outros ritmos da cultura popular pernambucana, além de como um escritor percorre o caminho que o leva a escrever e produzir obras premiadas. O projeto busca exatamente possibilitar à nossa juventude a oportunidade de conviver e conhecer o que há de melhor aqui no nosso Estado.”</i>, avaliou Antonieta.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Nossa escola, que hoje possui 1.396 alunos, e o nosso município carecem de mais ações como esta, que visam fortalecer e potencializar a literatura e outras linguagens culturais no ambiente escolar. O projeto é muito importante e foi fundamental para que nossa escola tivesse um levante no caminho de acesso à literatura pernambucana”</em>, comentou Élison Davi Ramos, diretor da Escola Estadual Domingos Albuquerque.</p>
<div id="attachment_46744" aria-labelledby="figcaption_attachment_46744" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Marcos-Enrique-Lopes-e-Romulo-Cesar-Melo-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-46744" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Marcos-Enrique-Lopes-e-Romulo-Cesar-Melo-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcos Enrique Lopes e Rômulo César Melo, durante o bate-papo literário promovido pelo projeto.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Posteriormente, o público presente contou com a exibição do curta ‘A Hora da Saída’, produzido por estudantes da Escola Paula Frassinete, do Recife, que resultou de oficinas promovidas pelo projeto Cine Cabeça. E em seguida, acompanharam bate-papo literário intermediado pelo jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes, com Rômulo César Melo, vencedor da segunda edição do Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro de contos ‘Dois nós na gravata’ (2014), e autor dos livros de contos ‘Minimalidades’ (2013) e ‘Ao lado do Guarda-Chuva’ (2014), um dos vencedores do Prêmio Lima Barreto de Literatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Escritor desde 2008, quando tinha 29 anos, Rômulo falou sobre o seu processo de escrita literária, iniciado em oficinas promovidas pelos escritores Raimundo Carrero e Paulo Caldas, relacionado também à carreira de advogado e Procurador Federal. <i>“A literatura surgiu na minha vida ainda na infância, na forma daquele pequeno leitor curioso por aventuras, lendo livros infantis e revistas em quadrinhos. Na adolescência, passei a ler Agatha Christie</i><i> por gostar muito do clima de suspense e terminei chagando a um ponto de ruptura com a literatura, quando iniciei o terceiro ano científico (hoje ensino médio), em virtude dos estudos para o vestibular. Em 2008, quando já estava estabilizado financeiramente e depois de ter morado em Brasília e Caruaru, até retornar ao Recife, onde me casei e tive filhos, foi que surgiu o interesse pela retomada literária, quando eu notei que faltava alguma coisa em minha vida e o Direito já supria as minhas necessidades. Foi então que eu descobri que a minha paixão era a literatura, o que eu gosto de fazer”</i>, disse Rômulo no início de sua conversa durante o projeto.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Romulo-Cesar-Melo-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-46745" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Romulo-Cesar-Melo-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><i>“A poesia foi o meu primeiro passo na literatura. Depois vieram os contos, as crônicas. Na categoria de contos, é onde me considero mais preparado tecnicamente, talvez não seja à toa que a minha obra foi premiada no Prêmio Pernambuco de Literatura e o livro que eu pretendo lançar esse ano ainda, ‘Ao Lado do Guarda-chuva’, que é uma segunda coletânea de contos também, foi premiado na Academia Carioca de Letras”</i>, mencionou o escritor.</p>
<p style="text-align: justify;">Rômulo César também apresentou aos estudantes um pouco do seu processo de escrita. <i>“Quando eu tenho uma meta na minha vida, eu sou muito obstinado, além de apaixonado, sou obstinado e vou até o final. O que eu posso fazer para melhorar a minha arte, eu faço. Então eu sabia que haveria a oficina literária de Raimundo Carrero, que na minha opinião é um grande escritor brasileiro, e foi lá que eu fiquei sabendo o quanto e onde eu poderia melhorar ainda mais a minha produção, passando a aprender novas técnicas literárias e crescendo o texto em termos de qualidade. E foi baseado na técnica adquirida na oficina que eu fiz meu primeiro livro </i><i>‘Minimalidades’, que é um livro temático, traçando todos os personagens vivenciados por pequenos animais. Eu busquei transferir sentimentos humanos como mágoas, raiva amor, e sexo, para o universo dos pequenos animais como baratas, formigas, pombos, entre outros. Em ‘Dois nós na gravata’, eu fiz um apanhado de contos que eram os melhores que eu possuía de 2009 a 2014, e para ter uma ideia, hoje eu estou com mais de 200 contos feitos”</i>, ressaltou.</p>
<div id="attachment_46746" aria-labelledby="figcaption_attachment_46746" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Jan Ribeiro/Secut-Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Aurinha-do-Coco-Foto-Jan-Ribeiro-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-46746 " alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Aurinha-do-Coco-Foto-Jan-Ribeiro-03-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Aurinha do Coco</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após a conversa sobre literatura, na qual os estudantes também puderam fazer perguntas e interagir com o escritor, o projeto Outras Palavras contou com a contribuição da coquista Dona Aurinha do Coco, que falou sobre a sua trajetória na cultura popular pernambucana, iniciada no bairro de Amaro Branco, em Olinda. <i>“O coco de roda é o que eu amo de paixão. Meu histórico está nele, não sei o que é ser herdeira de uma tradição, mas construí um grande legado que o meu neto de seis anos irá receber, que já é conduzido por minha filha Andreza e todos que fazem minha banda atualmente”</i>, explicou Aurinha.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Eu componho minhas letras e improvisos de coco inspirada no meu dia-a-dia. A música ‘Seu Grito’, por exemplo, veio de uma amiga minha que foi assassinada e justamente na época que eu estava tentando compor uma música para participar de um concurso, alguém chegou para mim e disse assim ‘Seu grito silenciou’, relatando em seguida o triste episódio da morte dessa amiga. Foi aí que nasceu a composição”</i>, relembrou a coquista, cantando um trecho da canção.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Aurinha-do-Coco-Foto-Jan-Ribeiro-04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-46747" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Outras-Palavras-Aurinha-do-Coco-Foto-Jan-Ribeiro-04-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, Aurinha passou a animar os estudantes, interpretando canções que marcaram sua carreira, como ‘Zanzar’ e ‘Coco do Rala Coco’. <i>“Graças a Deus acompanhei Selma do Coco por 30 anos e para mim foi uma glória. Infelizmente ela faleceu, mas deixou o legado dela aqui, no meu coração”</i>, disse emocionada a coquista, homenageando a eterna rainha da nossa cultura popular com a interpretação de ‘Ô Moreninha do Dente de Ouro’, entre outros sucessos do ritmo pernambucano.</p>
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		<title>Prévia do Mamão da Xambá anima o domingo em Olinda</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2016 17:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho Reunindo grupos de coco, afoxé, maracatu e samba-reggae, a primeira edição da Prévia do Mamão da Xambá estará proporcionando neste domingo (17), em Olinda, uma mistura de ritmos afro no bairro São Benedito. O evento, que é organizado pelos produtores Edilson Silva (Mamão da Xambá) e Don Marcos, possibilita a continuidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33163" aria-labelledby="figcaption_attachment_33163" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Renato Spencer</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Grupo-Bongar-Renato-Spencer.jpg"><img class="size-medium wp-image-33163" alt="Foto: Renato Spencer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Grupo-Bongar-Renato-Spencer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Bongar é uma das dez atrações culturais da festividade.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Roberto Moraes Filho</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reunindo grupos de coco, afoxé, maracatu e samba-reggae, a primeira edição da Prévia do Mamão da Xambá estará proporcionando neste domingo (17), em Olinda, uma mistura de ritmos afro no bairro São Benedito. O evento, que é organizado pelos produtores Edilson Silva (Mamão da Xambá) e Don Marcos, possibilita a continuidade do ciclo de festividades já realizadas na localidade, como o Coco do Mamão da Xambá e ações culturais durante o mês da Consciência Negra.</p>
<div id="attachment_33164" aria-labelledby="figcaption_attachment_33164" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ítalo Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Coco-do-Mamao-da-Xamba-Foto-Italo-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-33164" alt="Foto: Ítalo Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Coco-do-Mamao-da-Xamba-Foto-Italo-Gomes-607x415.jpg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Realização do Coco do Mamão da Xambá, em agosto de 2015.</p></div>
<p style="text-align: justify;"><em>“Estamos querendo que a cultura seja manifestada em nossa comunidade, visando especialmente o contexto já produzido pelos artistas e grupos locais no entorno do bairro. Os eventos que já realizamos aqui apontam especialmente para a mistura predominante da cultura popular”</em>, explica Don Marcos. <em>“Nesta primeira prévia, aguardamos que o público fique entre um e dois mil participantes, ao longo da programação”</em>, adiantou o produtor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao final do evento, com a apresentação do grupo Resistência Negra, haverá um arrastão de samba-reggae pelas ruas de São Benedito. A prévia acontece na Rua Iêda, também conhecida como Rua do Terreiro Xambá, localizada por trás do Terminal Integrado de Passageiros, sendo totalmente gratuita.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong>12h</strong> | Poder Feminino Crew<br />
<strong>12h50</strong> | Coco na Pisada do Mestre (participação de Mãe Nete do Chinelo de iaiá)<br />
<strong>13h40</strong> | Afoxé Filhos de Ogunté<br />
<strong>14h30</strong> | Orquestra Beberibe<br />
<strong>15h20</strong> | Maracatu Nação Leão da Campina<br />
<strong>16h10</strong> | Coco de Selma (participação de Aurinha do Coco)<br />
<strong>17h20</strong> | Maracatu Nação Cambinda Estrela<br />
<strong>18h10</strong> | Abé Adulofé (samba-reggae)<br />
<strong>18h50</strong> | Grupo Bongar<br />
<strong>19h40</strong> | Resistência Negra (samba-reggae)</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>1ª Prévia do Mamão da Xambá</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 17 de janeiro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 12h<br />
<strong>Local:</strong> Rua Iêda (Rua do Terreiro Xambá), por trás do TI Xambá.<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<item>
		<title>Patrimônio vivo, Estrela Brilhante de Igarassu encanta público do FIG 2015</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 14:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das agremiações mais antigas da manifestação do Maracatu de Baque Virado, o Maracatu Nação Estrela Brilhante de Igarassu se apresentou na tarde desta terça-feira (21) no Palco da Cultura Popular do Festival de Inverno de Garanhuns. Composta por 16 batuqueiros e uma corte com 26 brincantes, a nação levou o ritmo forte da alfaia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das agremiações mais antigas da manifestação do Maracatu de Baque Virado, o Maracatu Nação Estrela Brilhante de Igarassu se apresentou na tarde desta terça-feira (21) no Palco da Cultura Popular do Festival de Inverno de Garanhuns. Composta por 16 batuqueiros e uma corte com 26 brincantes, a nação levou o ritmo forte da alfaia para o público presente.</p>
<div id="attachment_27821" aria-labelledby="figcaption_attachment_27821" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19901008145_308da4f5a6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27821" alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19901008145_308da4f5a6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Gilson comandou a apresentação do maracatu no Palco de Cultura Popular</p></div>
<p>“<em>Essa é nossa terceira vez no FIG e isso é muito importante para divulgar o patrimônio de Pernambuco. Tocamos para os pernambucanos, principalmente para aqueles que ainda não conhecem o maracatu</em>”, falou o Mestre Gilmar. Se a intenção do mestre era essa, ela foi bem sucedido. A estudante Giovana Guedes, de 16 anos, apesar de já ter escutado o ritmo algumas vezes nunca tinha visto a apresentação de uma nação. “<em>Foi tudo perfeito, me surpreendi com a corte. Todo mundo pôde dançar e isso foi muito bom</em>”, descreveu a garanhuense. Mas não é apenas esse o público que o Maracatu Nação Estrela Brilhante de Igarassu busca em suas apresentações Pernambuco afora. “<em>Quem é de fora é nosso convidado para conhecer nossa cultura</em>”, complementou Mestre Gilmar.</p>
<div id="attachment_27801" aria-labelledby="figcaption_attachment_27801" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19278507033_432ba3a594_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27801" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19278507033_432ba3a594_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O turista Carlos Alves em sua vigésima visita ao FIG</p></div>
<p>O sergipano Carlos Alves é um visitante assíduo do Festival de Inverno de Garanhuns. “<em>Essa é a vigésima vez que venho para Garanhuns nessa época. Gosto muito de acompanhar a cultura popular pernambucana, principalmente o reisado e os maracatus</em>”, disse Carlos. Para ele, que estava na Palco da Cultura Popular desde às 10 horas, a melhor parte da programação do dia ficou com apresentação do maracatu de Igarassu. “<em>O brilho e a simplicidade do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu foi o que mais me encantou</em>”, finalizou o turista.</p>
<div id="attachment_27819" aria-labelledby="figcaption_attachment_27819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19279931213_60ea1ce6cd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27819" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19279931213_60ea1ce6cd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público também entrou na dança do Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu</p></div>
<p>“<em>O fato de maior importância no mundo para nós, do Estrela de Igarassu, é ver o público conhecer o maracatu. Por isso não tem aquilo de dizer que gosto mais, se for maracatu, eu gosto</em>”, afirmou Mestre Gilmar. A agremiação desde 2009 foi agraciada com o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, reconhecimento que chegou para seus integrantes como uma vitória da riqueza da manifestação cultural.</p>
<p><strong>Manutenção da tradição</strong></p>
<p>Outra atração da tarde desta terça-feira (21) no Palco da Cultura Popular da 25ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns foi Aurinha do Coco. A olindense Áurea da Conceição Assis Souza, aos 17 anos entrou no mundo da música erudita, cantando em corais. Alguns anos depois assumiu o codinome Aurinha e formou o grupo Quebra Coco, fundado em 1995. Dois anos em seguida assumiu o Rala Coco, com o qual se apresenta até hoje e já gravou dois álbuns ‘Eu avistei’ e ‘Seu grito’.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19713172559_fd5d0ca949_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27807 alignright" alt="Leo Caldas / Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19713172559_fd5d0ca949_z-287x486.jpg" width="287" height="486" /></a></p>
<p>No repertório desta apresentação no FIG, Aurinha preparou uma homenagem à Selma do Coco e cantou as músicas ‘Coco para Selma’, ‘Agora foi que eu cheguei’ e ‘Mestres da cultura’. A emoção da coquista não ficou apenas pela homenagem, mas por reunir no palco não só uma manifestação da cultura, mas sua família. “<em>Eu me orgulho demais de dividir o palco com minha filha e meu neto, essa que é uma grande riqueza</em>”, comentou Aurinha. Filha de Aurinha, Andreza Karla é também neta de Selma do Coco. “<em>Mantenho a tradição e, por isso, meu filho Zuri, de apenas quatro anos, começou neste ano a se apresentar com a gente</em>”, explicou Andreza.</p>
<p>Essa terça-feira (21) no Palco da Cultura Popular também contou as apresentações do Reisado Mestre João Tibúrcio; da dança “Meu Brasil Brasileiro” (EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro &#8211; GRE Garanhuns); da EREM D. João da Mata – Projovem Urbano – GRE Garanhuns; do Grupo Maracatu Estrela (Escola Normal de Correntes – Projovem Urbano &#8211; GRE/Garanhuns); do Boi Cara Branca de Limoeiro; da Troça Carnavalesca Mista Palhaços Gigantes; do Clube de Bonecos Seu Malaquias; do Coco de Mano Baê e do O Véio Mangaba e suas pastoras.</p>
<p>Acompanhe a agenda da quarta-feira (22) no Palco da Cultura Popular:</p>
<p><b>Palco da Cultura Popular</b></p>
<p>10h – Valdir Marino &#8211; O Brincante do Pé de Serra</p>
<p>11h – Dança/Quadrilha “EREM Estilizada: Uma História de Amor” (EREM Nossa Senhora Perpétuo Socorro &#8211; GRE Garanhuns)</p>
<p>11h30 – Banda Música Popular Brasileira (EREM Nossa Senhoria do Perpétuo – GRE Garanhuns)</p>
<p>12h – Caboclinho 7 Flexas</p>
<p>13h – Edson do Acordeon</p>
<p>14h &#8211; Coco dos Pretos</p>
<p>15h – Bloco Carnavalesco Lira da Noite</p>
<p>16h – Grupo Baque Mulher</p>
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		<title>Bairro de Dois Unidos celebra 9º Arrastão de Coco do Chinelo de Iaiá</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 17:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mantendo a tradição iniciada há 9 anos, o grupo Chinelo de Iaiá fará na tarde deste domingo (5), o seu arrastão em comemoração ao encerramento do período junino. A concentração do evento, que começa às 15h, será na Praça de Convenção em Beberibe, contando entre os artistas e grupos convidados, com as apresentações de Aurinha [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26934" aria-labelledby="figcaption_attachment_26934" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antônio Tenório/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Chinelo-de-Iaia-Foto-de-Antonio-Tenorio-PCR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26934" alt="Antônio Tenório/PCR " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Chinelo-de-Iaia-Foto-de-Antonio-Tenorio-PCR-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Chinelo de Iaiá, responsável pela tradição no bairro de Dois Unidos, no Recife.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a tradição iniciada há 9 anos, o grupo Chinelo de Iaiá fará na tarde deste domingo (5), o seu arrastão em comemoração ao encerramento do período junino. A concentração do evento, que começa às 15h, será na Praça de Convenção em Beberibe, contando entre os artistas e grupos convidados, com as apresentações de Aurinha do Coco e Zeca do Rolete.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Laurinete Morais, filha da fundadora do Chinelo de Iaiá, Dona Vadinha, já falecida, o arrastão possui como sentido principal homenagear cinco santos que constituem o período junino: São José, Santo Antônio, São João, São Pedro e Santa Ana. <em>“Além do ciclo junino, a festividade também é inspirada em manifestos de matriz africana, realizados em terreiros de Jurema, onde o grupo Chinelo Iaiá foi formado há mais de 40 anos. Acompanhei desde criança a formação do grupo ao lado de minha mãe. Hoje me sinto honrada por também integrar as atividades iniciadas por ela”</em>, explicou Laurinete.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo um legado que os filhos de Dona Vadinha estão mantendo há mais de 15 anos, o Chinelo de Iaiá também possibilitou a origem do Ponto de Cultura Galpão do Vira. A entidade, que é apoiada pela Fundarpe para sua manutenção, proporciona para moradores da comunidade de Dois Unidos, oficinas gratuitas de culinária africana e da dança do coco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong> 9º Arrastão de Coco do Chinelo de Iaiá</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 5 de julho<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 15h<br />
<strong>Concentração:</strong> Praça de Convenção em Beberibe (o cortejo segue pelas ruas do bairro de Dois Unidos, até chegar a sede do Ponto de Cultura Galpão do Vira, localizado na Rua do Canavial, s/nº, nas proximidades do campo de treinamento do Santa Cruz).<br />
<em>Evento aberto ao público</em></p>
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		<item>
		<title>Aurinha do Coco não abandona suas origens</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/aurinha-do-coco-a-coquista-que-nao-abandona-suas-origens/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 18:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Quem escuta o nome Áurea da Conceição de Assis Souza, talvez, nem imagine que seja a mesma Aurinha do Coco que vemos dançando, sorrindo e cantando nos palcos mundo a fora, movida pelo ritmo contagiante do coco. Carismática que só ela, a cantora, que foi criada dentro do ambiente coquista de sua cidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22206" aria-labelledby="figcaption_attachment_22206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/aurinha-do-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-22206" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/aurinha-do-coco-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nascida em Olinda, Aurinha revela que o Largo do Amparo é o seu reduto artístico na cidade</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Quem escuta o nome Áurea da Conceição de Assis Souza, talvez, nem imagine que seja a mesma Aurinha do Coco que vemos dançando, sorrindo e cantando nos palcos mundo a fora, movida pelo ritmo contagiante do coco. Carismática que só ela, a cantora, que foi criada dentro do ambiente coquista de sua cidade natal, Olinda, despontou para vida artística ainda jovem, apresentando-se nos corais da igreja. <em>&#8220;Fiz parte do coral São Pedro Mártir e, depois, do Madrigal do Recife, ambos regidos pelos maestros José Beltão e Otoniel Mendes&#8221;</em>, contou ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre o início de sua carreira.</p>
<p>Honrando a tradição dos coquistas do bairro do Amaro Branco, que ouviu durante durante toda sua infância, Aurinha integrou por 10 anos o grupo de Selma do Coco, como vocalista. <em>&#8220;Foi uma experiência muito rica. Aprendi muito com ela. Hahay&#8221;</em>, disse fazendo alusão à célebre risada de D. Selma. Nos anos 90, a artista popular decidiu seguir carreira solo e, desde então, vem difundindo esse ritmo da cultura pernambucana em inúmeros eventos dentro de nosso Estado, assim como em várias cidades brasileiras. <em>&#8220;O coco já me deu uma porção de coisas: já toquei na Bahia, ao lado de Naná Vasconcelos, no Panorama Percussivo Mundial; em Garanhuns, durante o Festival de Inverno; e fiz uma participação no CD Forró de Todos os Tempos, de Alceu Valença, e no CD Pernambuco em Concerto, cantando uma canção minha&#8221;,</em> disse satisfeita com a repercussão que seu trabalho vem tendo ao longo desses anos.</p>
<p>Quando perguntada sobre sua relação com Olinda, Aurinha foi enfática ao afirmar que a cidade lhe traz muitas alegrias e que guarda, em especial, um carinho pelo Largo do Amparo. &#8220;<em>Berço e passarela de várias troças carnavalescas, esse Largo é uma referência para o meu trabalho. Aqui ouvi/ouço os grandes artistas da minha terra e, aqui, também encontro inspiração para compor minhas músicas. Sou muito satisfeita com o meu bairro e te garanto que daqui não saio tão cedo&#8221;</em>, revelou a cantora (com o sorriso no rosto) à série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, do Portal Cultura.PE, que destacou, nos últimos dias, a relação de afeto que os artistas mantém com os espaços dos dois municípios-irmãos, Olinda e Recife, que aniversariam nesta quinta-feira (12).</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank">Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes</a>&#8220;</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/" target="_blank"><strong>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/isadora-melo-entre-o-caos-e-a-calmaria/" target="_blank">Isadora Melo: entre o caos e a calmaria<br />
</a></strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/walmir-chagas-recifense-de-amor-e-de-revolucao/" target="_blank"><strong>Walmir Chagas: recifense de amor e de revolução</strong></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival Canavial chega às cidades de Olinda e Vicência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-canavial-chega-as-cidades-de-olinda-e-vicencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 21:14:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Canavial, que começou semana passada, em Nazaré da Mata e Limoeiro, pegou a estrada e, nesta semana, chega a dois outros municípios: Olinda e Vicência. A partir desta quinta (20), uma programação vai presentear as cidades com atrações calcadas na abordagem do festival: Consciência Negra e música rural. O coco é quem vai [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/" target="_blank"><strong>Festival Canavial</strong></a>, que começou semana passada, em Nazaré da Mata e Limoeiro, pegou a estrada e, nesta semana, chega a dois outros municípios: Olinda e Vicência. A partir desta quinta (20), uma programação vai presentear as cidades com atrações calcadas na abordagem do festival: Consciência Negra e música rural. O coco é quem vai comandar a festa e chamar à população a celebrar a cultura popular. O Festival Canavial seguirá sua jornada até o dia 13 de dezembro e ainda terá como destino a cidade de Buenos Aires, na Zona da Mata Norte.</p>
<div id="attachment_17264" aria-labelledby="figcaption_attachment_17264" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/selma-do-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-17264" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/selma-do-coco-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Selma do Coco é uma das estrelas dessa etapa do Festival Canavial</p></div>
<p>Caldeirão cultural do estado, em que abriga as mais fortes manifestações populares de Pernambuco, Olinda encontra-se fora do trajeto habitual do Festival Canavial, mas foi contemplada com a programação pela sua representatividade com as tradições populares, em especial, a cultura negra. E é nesta quinta (20), em que se celebra a negritude brasileira, que a programação começa com o Seminário Consciência Negra, das 9h às 17h, na Biblioteca Municipal de Olinda; e a oficina de Coco de Umbigada, que vai de 9h a meio-dia, na quinta e sexta (21), no Centro Cultural Coco de Umbigada.</p>
<p>À noite, o tradicional Largo do Guadalupe terá dois dias de festa totalmente voltados ao coco. Nesta quinta (20) e sexta (21), a partir das 21h, um total de 12 atrações irão se apresentar, entre eles Selma do Coco, Aurinha do Coco, Zeca do Rolete, Bongar, Zé de Tete, entre outros. E, ainda dentro da musicalidade negra, Valdi Afonjah traz o seu reggae, na quinta, e a cantora Leci Brandão fará todo mundo sambar, encerrando a noite da sexta.</p>
<p>Já em Vicência, a programação desta quinta (20) será no Engenho Poço Comprido, com as apresentações de Grupo Torubamba (15h) e Coco de Wanda (16h). Na próxima semana, o município continua com atividades do Festival Canavial. De segunda (24) a quarta (26), serão oferecidas ações de formação no Ponto de Cultura Poço Comprido. Das 9h às 12h, acontecem o curso de empreendedorismo e as oficinas “Artesanato em Fibra da Bananeira” e “Adereços de Cavalo Marinho”.</p>
<p>Confira as programação de <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/olinda/" target="_blank"><strong>OLINDA</strong></a> e <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/vicencia/" target="_blank"><strong>VICÊNCIA</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Olinda comemora semana da consciência negra com festival</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/olinda-celebra-semana-da-consciencia-negra-com-festival/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 20:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Zé de Teté]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrando no clima das tradições afro-brasileiras inseridas na cultura pernambucana, será iniciado a partir desta segunda-feira (17), o Festival Coco de Roda Zumbi Olinda. A programação, que envolve apresentações musicais, oficinas, mostra de audiovisual e outras ações, acontece em vários pontos da cidade, totalmente aberta ao público. As atividades de formação cultural, como oficina de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Festival-Coco-de-Roda-Zumbi-Olinda-divulgacao.jpg"><img class="wp-image-17006 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Festival-Coco-de-Roda-Zumbi-Olinda-divulgacao-607x430.jpg" width="425" height="301" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Entrando no clima das tradições afro-brasileiras inseridas na cultura pernambucana, será iniciado a partir desta segunda-feira (17), o Festival Coco de Roda Zumbi Olinda. A programação, que envolve apresentações musicais, oficinas, mostra de audiovisual e outras ações, acontece em vários pontos da cidade, totalmente aberta ao público.</p>
<p style="text-align: justify;">As atividades de formação cultural, como oficina de cineclubista e de coco de roda, começam já no dia 17, no Centro Cultural Coco de Umbigada, localizado na Rua João de Lima, 42, no bairro do Guadalupe. Já o Seminário “Consciência Negra”, que será na quinta-feira (21), na Biblioteca Municipal de Olinda, abordará discussões sobre o plano setorial de cultura afro-brasileira e também a Rede de Nacional de Mulheres de Terreiros, com a participação de iyálorixás, historiadoras e ativistas culturais de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque do evento é a mostra de audiovisual “Olhar do alto”, que acontece nos altos de Guadalupe e Amaro Branco, dias 20 e 21, a partir das 19h. Nela, serão exibidos filmes com a temática do festival, para públicos de todas as idades, contando com a presença de articuladores de cineclubes da região metropolitana do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a programação musical, que começa a partir das 20h, nos dias 20 e 21, no Largo do Guadalupe, contará com diversos mestres e grupos de coco de Pernambuco, como Aurinha do Coco, Grupo Bongar, Zé de Teté, Coco de Aliança, Coco de Umbigada, Leci Brandão, entre muitos outros. E encerrando a programação do festival, será realizado na sexta-feira (21), a partir das 17h, na Praça do Carmo, um cortejo que contará com as apresentações dos afoxés Babá Orixalá Funfun, Povos dos Ventos e Omim Sabá. Outros detalhes sobre as ações do festival podem ser encontrados no site: <a title="http://olindazumbi.wordpress.com" href="http://olindazumbi.wordpress.com" target="_blank">http://olindazumbi.wordpress.com</a></p>
<p><strong><br />
Confira a programação de shows do Festival Coco de Roda Zumbi Olinda:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira &#8211; 20/11:</strong><br />
20h – Coco do Amaro Branco<br />
20h40 – Aurinha do Coco<br />
21h20 – Mestre Zeca do Rolete<br />
22h – Bongar<br />
23h – Valdi Afonjah<br />
0h – Coco de Arcoverde</p>
<p><strong>Sexta-feira &#8211; 21/11:</strong><br />
20h – Zé de Teté<br />
20h40 – Coco Panela de Barro<br />
21h20 – Coco Popular de Aliança<br />
22h – Bongar<br />
23h – Coco de Umbigada<br />
0h – Leci Brandão</p>
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