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	<title>Portal Cultura PE &#187; Bairro de São José</title>
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		<title>Magiluth vai transformar o bairro de São José em espetáculo</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 19:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em meio às celebrações dos 15 anos de existência e pelas indicações aos três principais prêmios cênicos do país com o espetáculo &#8220;Apenas o Fim do Mundo&#8221;, o grupo pernambucano Magiluth convida o público para acompanhar o processo de pesquisa e concepção do próximo espetáculo, inspirado pela identidade e pelas mudanças do histórico Bairro de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71097" aria-labelledby="figcaption_attachment_71097" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pedro Escobar/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/MAGILUTH-POR-PEDRO-ESCOBAR-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-71097" alt="Pedro Escobar/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/MAGILUTH-POR-PEDRO-ESCOBAR-2-607x366.jpg" width="607" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">Magiluth comemora seus 15 anos com a montagem de um novo espetáculo sobre o bairro de São José</p></div>
<p>Em meio às celebrações dos 15 anos de existência e pelas indicações aos três principais prêmios cênicos do país com o espetáculo &#8220;Apenas o Fim do Mundo&#8221;, o grupo pernambucano Magiluth convida o público para acompanhar o processo de pesquisa e concepção do próximo espetáculo, inspirado pela identidade e pelas mudanças do histórico Bairro de São José.</p>
<p>Entre os dias 25 de agosto e 1º de setembro, a companhia formada por Giordano Castro, Mário Sérgio Cabral, Pedro Wagner, Lucas Torres, Erivaldo Oliveira e Bruno Parmera registrará duas vídeo-performances e promoverá rodas de conversas e uma oficina como encerramento da etapa de pesquisa sobre a região. A matéria-prima para a dramaturgia, que deve tomar forma em conjunto com parceiros do teatro, dança, música e representantes do carnaval, envolve aspectos sociais, geográficos e políticos do bairro.</p>
<p><em>“Quando a gente começou a pesquisar, começou a ver que era um processo que passava por muitos lugares. Tem sido importante encontrar as pessoas, muitas pessoas, e ouvir atentamente o que elas têm a nos dizer. Pessoas que moravam, moram, passam por ali, pesquisadores”</em>, explica Giordano Castro sobre o processo de pesquisa, sensível às interações e mesmo aos palpites dos transeuntes.</p>
<p>As ações da próxima semana têm apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e finalizam o ciclo de diálogos para coleta de matéria-prima, prioritariamente voltado à formação história do bairro e às pessoas.<em> “A gente quer mostrar que elas fazem cultura, fazem o bairro e a cidade acontecerem. A gente quer revelar o Recife para o recifense”</em>, pontua. As duas vídeo-performances serão gravadas ao longo da semana e divulgadas na internet junto com outros materiais do projeto, para que o público possa imergir na evolução criativa.</p>
<p>A primeira, idealizada por Mário, tem como inspiração a linguagem popular e os levantamentos feitos pelo saudoso escritor e pesquisador Liêdo Maranhão. Seguirá até o Forte das Cinco Pontas. A segunda, pensada por Lucas, começa no Pátio de São Pedro e vai até a Basílica da Penha, é influenciada pelo intenso comércio promovido por chineses e descendentes do país asiático.</p>
<p>Nas próximas segunda, quarta e sexta-feira pela manhã, os alunos da Escola Estadual Joaquim Nabuco recebem os integrantes da companhia para uma oficina, ou, como eles dizem, “quase uma troca”, na qual serão absorvidas impressões dos estudantes sobre o local. Na quinta e sexta-feira, a partir das 14h, no auditório do Museu da Cidade do Recife, o Magiluth recebe pesquisadores para debater, respectivamente, Carnaval e Religiosidade e Comércio, Urbanidade e Patrimônio, temas intrinsecamente ligados ao desenvolvimento do local. Os encontros são gratuitos e abertos ao público.</p>
<p><em>“São José é um dos bairros de mais movimento do centro do Recife. Atualmente, é conhecido principalmente pela parte de comércio, mas acaba recebendo muitas trocas, culturas. É um bairro que ainda consegue dialogar com o passado e o presente e isso tem marcas muito fortes na questão arquitetônica: ainda encontramos as basílicas, mas tem a marca da Avenida Dantas Barreto, que modificou o local de forma muito brusca, e, mais recentemente, a questão do Estelita”</em>, analisa Giordano.</p>
<p>Com o novo espetáculo, o grupo se impõe a missão de tecer uma dramaturgia não só do Magiluth, mas que seja um trabalho da cidade, que entre para o calendário teatral recifense e consiga reviver o que esse bairro, um dos mais antigos do Recife, já foi desde a fundação. Longe do tom ufanista, os seis atores vão se debruçar sobre o que foi, é e, quiçá, pode vir a ser o bairro de São José.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Aniversário</strong></span><br />
Em 2019, o Magiluth comemora 15 anos de trajetória, nos quais montou dez espetáculos, percorreu mais de 100 cidades e acumulou elogios da crítica especializada e formou um público fiel. Em setembro, eles fazem uma segunda temporada no Recife da peça &#8220;Apenas o Fim do Mundo&#8221; no Museu de Arte Moderno Aloísio Magalhães (Mamam). Em seguida, entre setembro e outro, realizam uma mostra de repertório, com &#8220;Aquilo Que Meu Olhar Guardou Para Você&#8221;, &#8220;Dinamarca&#8221;, &#8220;Canto de Gregório&#8221;, &#8220;Um Torto e Apenas O Fim do Mundo&#8221;, no Teatro Marco Camarotti, no Sesc Santo Amaro.</p>
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		<title>Museu do Trem promove &#8220;Folia nos Trilhos&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 21:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para integrar a programação das prévias de Carnaval, a Estação Central Capiba/ Museu do Trem promove a ação “Folia nos Trilhos” neste domingo (24), a partir das 11h, com entrada gratuita. O evento contará com apresentações do Bloco Carnavalesco Misto Pierrot de São José e do Afoxé Ogbon Obá. A atividade tem a proposta de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67083" aria-labelledby="figcaption_attachment_67083" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renato Spencer</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Pierrot-de-São-José-Renato-Spencer.jpg"><img class="size-medium wp-image-67083" alt="Renato Spencer" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/02/Pierrot-de-São-José-Renato-Spencer-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Bloco Carnavalesco Misto Pierrot de São José explora a história do triângulo amoroso vivido pelo Pierrot, o Alerquim e a Colombina.</p></div>
<p>Para integrar a programação das prévias de Carnaval, a Estação Central Capiba/ Museu do Trem promove a ação “Folia nos Trilhos” neste domingo (24), a partir das 11h, com entrada gratuita. O evento contará com apresentações do Bloco Carnavalesco Misto Pierrot de São José e do Afoxé Ogbon Obá. A atividade tem a proposta de celebrar a tradição do carnaval no bairro de São José, onde nasceu o frevo, e aproximar ainda mais a população do equipamento cultural.</p>
<p><b>Saiba mais sobre as atrações:</b></p>
<p><b>Bloco Carnavalesco Misto Pierrot de São José</b><br />
Fundado em 1978, o bloco tem sua origem na comédia dell&#8217; arte, com os personagens Pierrot, Arlequim e Colombina e seu triângulo amoroso. Durante seus quarenta anos de existência, a agremiação tem participado de diversos eventos, destacando-se o Recifolia, o Encontro de Blocos, o Festival de Inverno de Garanhuns, o Bal Masqué e os carnavais de Recife, Olinda e Igarassu.</p>
<p><b>Afoxé Ogbon Obá</b><br />
Fundado em 2007, o grupo é uma casa de matriz africana, onde se realiza um trabalho cultural e social com crianças e adolescentes. Conta com percussão, capoeira, artesanato, gastronomia e dança afro, desenvolvendo a arte, a musicalidade e ritmo brasileiros. Ogbon Obá significa “conselheiros do rei”; o grupo conscientiza sobre a importância da resistência cultural da religião de matriz africana e resgata a história do povo negro.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
Folia nos Trilhos<br />
Quando: Neste domingo (24), das 11h às 13h<br />
Onde: Estação Central Capiba/ Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n – São José/Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Queima da Lapinha movimenta o Recife nesta sexta-feira (6)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/queima-da-lapinha-movimenta-o-recife-nesta-sexta-feira-6/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2017 14:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Informações: Prefeitura do Recife Celebrando o fechamento do Ciclo Natalino na capital pernambucana, a tradicional Queima da Lapinha no Pátio de São Pedro, localizado no Bairro de São José, no Recife, estará reunindo nesta sexta-feira (6), 14 pastoris e grupos de reisado, acompanhados por Mendes e sua Orquestra. A festa tem início às 18h com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43906" aria-labelledby="figcaption_attachment_43906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Pastoril-Lindas-Ciganas-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-43906" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Pastoril-Lindas-Ciganas-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Pastoril Lindas Ciganas é uma das atrações na edição deste ano da festividade.</p></div>
<p align="right"><i>Informações: Prefeitura do Recife</i></p>
<p style="text-align: justify;">Celebrando o fechamento do Ciclo Natalino na capital pernambucana, a tradicional Queima da Lapinha no Pátio de São Pedro, localizado no Bairro de São José, no Recife, estará reunindo nesta sexta-feira (6), 14 pastoris e grupos de reisado, acompanhados por Mendes e sua Orquestra. A festa tem início às 18h com concentração do cortejo do Pátio do Carmo, sendo promovida pela Prefeitura do Recife, através da Secretaria de Cultura e Fundação de Cultura Cidade do Recife.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os grupos concentrados no Pátio do Carmo seguem, acompanhados da orquestra, cantando as jornadas até o Pátio de São Pedro e conduzindo a lapinha com a imagem do Menino Jesus. A expectativa é de que às 19h eles estejam adentrando ao local. Participam do cortejo os pastoris: Lindas Ciganas, Estrela do Mar, Infanto juvenil da Tia Nininha, Infanto Juvenil Giselly Andrade, Infanto Juvenil Estrela Brilhante de Água Fria, Infanto Juvenil da UR-3 Ibura, Rosa Mística dos Torrões, Estrela Guia do Recife, Estrela Dalva, Viver a Vida, Sonho de Uma Adolescente, Campinas Alegres, Jardim da Alegria, Tia Nininha da Terceira Idade, além dos reisados Imperial e Guerreiro do Sol Nascente.</p>
<p style="text-align: justify;">A lapinha é feita de folhagens secas e incensos. Antes da solenidade da queima, é feita a retirada da imagem do Menino Jesus para que ela seja entregue de presente a um homenageado. Feito isso, a lapinha é queimada, enquanto o público presente joga seus pedidos no fogo, na esperança de que eles sejam atendidos ao longo do ano. Concluída a cerimônia é hora de celebrar o novo ano e já entrar no clima do carnaval pernambucano, ao som de Mendes e Sua Orquestra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>História </strong>– A Queima da Lapinha é uma manifestação religiosa oriunda do século 19 e que foi trazida pelos jesuítas para o Brasil. A lapinha simboliza a manjedoura onde nasceu o Menino Jesus. Além de ser um rito de despedida do Ciclo Natalino, a Queima da Lapinha antecipa o novo período festivo, abrindo caminho para o Carnaval. De acordo com o assessor técnico da Fundação de Cultura Cidade do Recife e coordenador do evento, Marcelo Varella, foi no Nordeste que a manifestação, que tinha um caráter “evangelizador”, ganhou novos elementos. “Com o passar do tempo foram agregadas à tradição religiosa as manifestações populares do Reisado e o Pastoril”, explica.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
<em>Queima da Lapinha</em></strong><br />
<strong> Quando:</strong> sexta-feira, 6 de janeiro<br />
<strong>Horário:</strong> concentração às 18h, no Pátio do Carmo, centro do Recife<br />
<strong>Local:</strong> Pátio de São Pedro, bairro de São José<br />
<em>Acesso gratuito </em></p>
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		<item>
		<title>Núcleo de Cultura Afro-Brasileira promove no Recife oficina gratuita de Ilú</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/nucleo-de-cultura-afro-brasileira-promove-no-recife-oficina-gratuita-de-ilu/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2016 17:48:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Yalorixá Maria Helena Sampaio]]></category>

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		<description><![CDATA[Explorando ritmos da tradição Nagô, a Yalorixá Maria Helena Sampaio estará ministrando na próxima segunda-feira (7), a Oficina de Ilú. Direcionada para qualquer pessoa interessada em aprender um pouco mais sobre o instrumento musical, que é utilizado em rituais de religiões afro-brasileiras, como o candomblé, a atividade acontece gratuitamente, no horário das 9h às 12h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34309" aria-labelledby="figcaption_attachment_34309" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Afoxe-Oya-Tokole-FIG-2015-Foto-Leo-Caldas.jpg"><img class="size-medium wp-image-34309" alt="Foto: Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Afoxe-Oya-Tokole-FIG-2015-Foto-Leo-Caldas-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Helena Sampaio, Yalorixá e integrante do Afoxé Oyá Tokolê Owo, fará uma aula-expetáculo sobre a sua experiência com o instrumento musical.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Explorando ritmos da tradição Nagô, a Yalorixá Maria Helena Sampaio estará ministrando na próxima segunda-feira (7), a Oficina de Ilú. Direcionada para qualquer pessoa interessada em aprender um pouco mais sobre o instrumento musical, que é utilizado em rituais de religiões afro-brasileiras, como o candomblé, a atividade acontece gratuitamente, no horário das 9h às 12h, no Núcleo da Cultura Afro-Brasileira, localizado no Pátio de São Pedro, no bairro de São José.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Além dos ritmos que envolvem os rituais, estarei falando um pouco sobre a minha ligação com o Ilú, instrumento que aprendi a tocar aos seis anos de idade com meu pai, quando estava iniciando a prática do candomblé”</em>, explicou Maria Helena, que possui mais de 30 anos dedicados a religiosidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A oficina será também um momento de aula-espetáculo, sobre como tirar sons do Ilú correspondentes para Orixás africanos”</em>, concluiu a Yalorixá, ganhadora em 2013 do Prêmio de Mestre em Cultura Popular, concedido pelo MinC. A realização da atividade também faz parte das celebrações pelo Dia Internacional da Mulher, homenageando mulheres negras e defensoras das tradições culturais afro-brasileiras.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Oficina de Ilú</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> segunda-feira, 7 de março<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 12h<br />
<strong>Local:</strong> Núcleo da Cultura Afro-Brasileira (Pátio de São Pedro, nº 34, bairro de São José, Recife)<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 99500-3151 / 99802-5499<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Diego Di Niglio lança catálogo sobre exposição “Instantâneas da África”</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2015 17:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<description><![CDATA[Após circular em comunidades quilombolas como Catucá, Timbó, Aguas Claras e Filhos do Pajeú, nas propriedades rurais de Garanhuns, Goiana, Triunfo e Floresta, o fotógrafo Diego Di Niglio lança na próxima segunda-feira (25), no Núcleo de Cultura Afro Brasileiro, o livro catálogo “Instantâneas da África”. Reunindo uma série de imagens que fizeram parte de suas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25209" aria-labelledby="figcaption_attachment_25209" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Diego-Di-Niglio-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-25209" alt="Foto: Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/Diego-Di-Niglio-Foto-de-Costa-Neto-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Diego Di Niglio</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após circular em comunidades quilombolas como Catucá, Timbó, Aguas Claras e Filhos do Pajeú, nas propriedades rurais de Garanhuns, Goiana, Triunfo e Floresta, o fotógrafo Diego Di Niglio lança na próxima segunda-feira (25), no Núcleo de Cultura Afro Brasileiro, o livro catálogo “Instantâneas da África”. Reunindo uma série de imagens que fizeram parte de suas exposições sobre o continente africano, a obra também possui trabalhos dos fotógrafos Guga Soares e Mateus Sá.</p>
<p style="text-align: justify;">Organizado por Lia Miceli López Lecube, esposa de Diego, os resultados das oficinas de fotografias destinadas a crianças e adolescentes em quilombos do Agreste e Sertão pernambucano, também constam no catálogo. <em>“O critério utilizado para a publicação foi retratar não apenas a identidade da cultura africana, já mostrada nas exposições, mas também demonstrar as semelhanças desta cultura com os resultados das experiências nas comunidades quilombolas. Outro ponto bastante interessante da obra é um ensaio sobre os desertos da África e a busca dos africanos pela água, além de um ensaio realizado na Ilha do Goré, ponto de onde partiam em navios diversos escravos africanos para o Brasil”</em>, explicou Lia.</p>
<p style="text-align: justify;">Iniciada no ano de 2014, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, a exposição “Instantâneas da África” possuía como finalidade debater a realidade sócio política e cultural afrodescendente. Após a realização das oficinas, outras atividades foram realizadas nos quilombos, como exposições de fotografias produzidas pelos participantes e produção de documentários audiovisuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Para participar do evento de lançamento, que se trata de um intercâmbio de saberes e experiências composto por uma mesa de diálogo, é necessário se inscrever através de formulário com o Núcleo de Cultura Afro Brasileira, pelo e-mail: <strong>nucleodacultafro@gmail.com</strong> ou pelos telefones: (81) 3355-3100, 3355-3101, 9824-0716 e 9734-9752. As vagas são limitadas. No final da apresentação será entregue uma cópia para cada inscrito que participou do evento.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong> Lançamento do livro catálogo “Instantâneas da África”, de Diego Di Niglio</strong></em><br />
<strong> Quando:</strong> segunda-feira, 25 de maio<br />
<strong>Horário: </strong>a partir das 14h<br />
<strong>Local:</strong> Núcleo de Cultura Afro Brasileiro (Pátio de São Pedro, casa n° 34, Bairro de São Jose, no Recife).<br />
<strong>Inscrições:</strong> <strong>nucleodacultafro@gmail.com</strong> ou (81) 3355-3100, 3355-3101, 9824-0716, 9734-9752.</p>
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		<title>Walmir Chagas: recifense de amor e de revolução</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 19:36:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Bem no coração da cidade do Recife, um coração retumba com toda força e orgulho! Despido da máscara e das presepadas maliciosas do Véio da Mangaba, está o múltiplo Walmir Chagas. Ator, compositor, músico, dançarino e pesquisador, suas inúmeras facetas revelam bem a alma do recifense, da qual ele tanto se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7257.jpg"><img class="size-medium wp-image-22220 aligncenter" title="Walmir Chagas" alt="Fotos: Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7257-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Bem no coração da cidade do Recife, um coração retumba com toda força e orgulho! Despido da máscara e das presepadas maliciosas do Véio da Mangaba, está o múltiplo <strong>Walmir Chagas</strong>. Ator, compositor, músico, dançarino e pesquisador, suas inúmeras facetas revelam bem a alma do recifense, da qual ele tanto se orgulha: um povo guerreiro, que “se vira nos 30”. Convidado da série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, Walmir se embrenhou pelas ruas do bairro de <strong>São José</strong>, onde nasceu, em 2 de abril de 1960, e onde aprendeu a amar seu povo, sua gente, trazendo vivas em suas memórias lugares, momentos e afetos.</p>
<p>Caminhar com Walmir pelo bairro de São José é ter uma aula de História de Pernambuco. Fã confesso de Frei Caneca, ele fala com gosto de um dos principais nomes da Revolução Pernambucana, que aconteceu em 1817. “<em>Ele e vários heróis desta terra lutaram para que a gente se libertasse do Império português e para que se criasse o Brasil republicano, isso quase um século antes de se proclamar a República no país. Ele foi morto por causa disso, por essa causa que defendeu!</em>”, exalta Walmir, em frente ao busto de Frei Caneca e ao muro onde o político e religioso fora executado, em 13 de janeiro de 1825. O monumento se encontra ao lado do Forte das Cinco Pontas, no Bairro de São José. “<em>A bandeira de Pernambuco era a bandeira da Revolução de 1817. E nós somos o povo no Brasil que mais se orgulha da sua bandeira, que usa ela em camisa e vai com ela pra todo canto!</em>”, continua, relembrando outros nomes que participaram desse momento histórico&#8230; muitos deles hoje batizando logradouros públicos e cidades. “<em>Cruz Cabugá, Abreu e Lima, Frei Caneca. Só tinha ‘caba quente’!</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7235.jpg"><img class="size-medium wp-image-22221 aligncenter" title="Walmir Chagas" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7235-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Nascido na antiga Rua Augusta – atual Avenida Dantas Barreto, onde hoje funciona o Camelódromo –, Walmir conhece como a palma da mão cada canto do seu lugar de origem. Num misto de admiração e um pouco de desgosto diante da descaracterização de parte do casario antigo, ele recorre às mais claras lembranças, com exatidão. A Farmácia de Seu Pio, o Cinema Ideal, a casa onde viveu Solano Trindade e a Padaria do Leão não estão mais lá. Se transformaram. Mas o carinho de Walmir por cada lugar daquele continua intacto. Em direção à Igreja do Terço (onde Frei Caneca foi despojado do hábito religioso, para seguir rumo à sua execução) uma breve parada na Casa de Badia, para cumprimentar dona Maria Lúcia e refrescar a memória, entre prosas e sorrisos. “<em>É aqui que está o Recife mais autêntico. Foi daqui, do bairro de São José, junto com Boa Vista e Santo Antônio, que o Recife surgiu</em>”, afiança.</p>
<p>Tudo no bairro de São José parece respirar música, poesia, cultura. É como se na cadência dos passos que tecemos caminhando pelas ruas ouvíssemos o batuque dos sambas, dos maracatus, os cânticos negros ecoando por entre o casario. Walmir abraça isso tudo com um amor inabalável. O frevo também é evocado dali, nasceu ali. Dessa gênese, nos surgem aos ouvidos reminiscências dos sons das bandas militares e dos passos dos capoeiras, que deram origem ao ritmo pernambucano. <em>“Nunca vi uma dança, um ritmo popular que tivesse tanto essa energia guerreadora como é o frevo! O povo fervendo na rua, e no subconsciente delas, o grito de liberdade, tirando de dentro de si todas essa vontade de libertação. Se o carnaval já é tomado como aquela coisa que se espera o ano inteiro, em busca dessa liberdade, o frevo é como se representasse essa guerra interna, de se libertar das opressões sociais, dos preconceitos</em>”, conta ele.</p>
<p>Berço do frevo e de uma revolução popular, o bairro de São José reverbera por dentro de Walmir, e dele emana o Recife inteiro. “<em>Esse é um lugar que respira revolução, liberdade. O bairro de São José é o cofre onde ficam guardados preciosos tesouros do Recife: a cultura e a dignidade do povo pernambucano</em>”, arremata.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank">Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes</a>&#8220;</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/" target="_blank"><strong>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/isadora-melo-entre-o-caos-e-a-calmaria/" target="_blank"><strong>Isadora Melo: entre o caos e a calmaria</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/aurinha-do-coco-a-coquista-que-nao-abandona-suas-origens/" target="_blank"><strong>Aurinha do Coco não abadona suas origens</strong></a></p>
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		<title>Programação do Carnaval da Casa da Cultura valoriza as tradições pernambucanas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-do-carnaval-da-casa-da-cultura-valoriza-as-tradicoes-pernambucanas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 21:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Bairro de São José]]></category>
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		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Várzea do Capibaribe]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Pirulito]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está tudo pronto para a realização do Carnaval da Casa da Cultura, equipamento cultural localizado no Bairro de São José, terra onde nasceu o genuíno frevo do Recife. A programação terá início nesta quinta-feira (5) e segue até a sexta-feira (13) de Carnaval, com exceção do domingo (8). A entrada é aberta ao público. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13992" aria-labelledby="figcaption_attachment_13992" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8969227323_593f54615c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13992" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8969227323_593f54615c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Casa da Cultura terá programação especial durante o Carnaval, com cerca de 30 apresentações</p></div>
<p>Já está tudo pronto para a realização do Carnaval da Casa da Cultura, equipamento cultural localizado no Bairro de São José, terra onde nasceu o genuíno frevo do Recife. A programação terá início nesta quinta-feira (5) e segue até a sexta-feira (13) de Carnaval, com exceção do domingo (8). A entrada é aberta ao público.</p>
<p>Ao todo, serão cerca de 30 apresentações culturais durante o Carnaval da Casa da Cultura. Na grade da p rogramação estão agendadas apresentações de grupos como orquestras de frevo, ursos, bois, afoxés, maracatus, circenses, coco e bandas, entre outras atrações. Os shows vão começar às 14h ou 15h, a depender do dia.</p>
<p>Uma das atrações será o Maracatu Várzea do Capibaribe, liderado por Asidezio Santana, mais conhecido como Mestre Pirulito. O maracatu já ensaia regularmente na Casa da Cultura todo sábado, às 15h, mas nunca havia participado da programação do carnaval do espaço.</p>
<div id="attachment_20745" aria-labelledby="figcaption_attachment_20745" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mark Williams/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mark-williams.jpg"><img class="size-medium wp-image-20745" alt="Mark Williams/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mark-williams-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Várzea do Capibaribe</p></div>
<p>“Pra gente é uma honra poder participar pela primeira vez desta festa. E uma coisa interessante que aconteceu é que o figurino da gente, feito pelo figurista Eduardo Ferreira, foi construído a partir de uma pesquisa em cima da arte de Francisco Brennand. Dia desses a gente lembrou que o projeto de revitalização da Casa da Cultura foi feito pelo artista plástico pernambucano. Uma linda coincidência, não é verdade?”, questiona orgulhoso o Mestre Pirulito.</p>
<div id="attachment_20744" aria-labelledby="figcaption_attachment_20744" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mark Williams/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/10917343_10153153367316458_580164361092939055_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-20744" alt="Mark Williams/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/10917343_10153153367316458_580164361092939055_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Várzea do Capibaribe</p></div>
<p><strong>Casa da Cultura -</strong> Localizada às margens do Rio Capibaribe, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife e um dos cartões postais do estado. O imponente prédio onde está instalada foi construído para abrigar a antiga Casa de Detenção do Recife, que permaneceu por mais de um século como a mais importante penitenciária de Pernambuco.</p>
<p>Hoje, as antigas celas são ocupadas por lojas, associações culturais e lanchonetes. A Casa conta ainda com teatro e anfiteatro que acolhem ações formativas e espetáculos de teatro, música e dança, promovidas ou apoiadas pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Carnaval da Casa da Cultura</em></strong><br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife-PE<br />
05 a 13 de fevereiro<br />
(81) 3184 3151 | 3184 3152<br />
casadaculturape@gmail.com</p>
<p><strong>Confira a programação do Carnaval da Casa da Cultura:</strong></p>
<p>Quinta (05/02)<br />
14h &#8211; Banda Musical Paulo Freire<br />
15h – Orquestra Harmonia<br />
16h – Urso Cangaçá de Água Fria<br />
17h – Orquestra Nordeste Show</p>
<p>Sexta (06/02)<br />
14h – Orquestra de Frevo Versátil<br />
15h – Cia. 2 em Cena – ME (Circense)<br />
16h – Boi Pipão</p>
<p>Sábado (07/02)<br />
14h – Super Frevo<br />
15h – Orquestra Maia Júnior<br />
16h – Afoxé Babá Orixalá Funfun<br />
17h – Frevo Estarte</p>
<p>Segunda (09/02)<br />
14h – Orquestra de Frevo Itinerante Voo Livre<br />
15h – Quinteto de Prata<br />
16h – Coco de Roda Raio de Luz<br />
17h – Orquestra Super Pop</p>
<p>Terça-feira (10/02)<br />
15h – Orquestra Plural<br />
16h – Urso Branco do Zé<br />
17h – Orquestra QY Frevo</p>
<p>Quarta-feira (11/02)<br />
15h – Orquestra Apipucos<br />
16h – UR Frevo<br />
17h – Maracatu Várzea do Capibaribe</p>
<p>Quinta-feira (12/02)<br />
14h – Orquestra Plural<br />
15h – Orquestra Frevo É<br />
16h – Coco de Seu Mané<br />
17h – Quinteto de Prata</p>
<p>Sexta-feira (13/02)<br />
14h – Orquestra Plural<br />
15h – Estrelinha do Coco<br />
16h – Grupo Passistas Mariza Lopes</p>
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