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	<title>Portal Cultura PE &#187; especial</title>
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		<title>Programação especial celebra os cinco anos da Rádio Frei Caneca</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2021 21:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85135" aria-labelledby="figcaption_attachment_85135" class="wp-caption img-width-534 alignnone" style="width: 534px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Frei-Caneca-Marca-Nova-3.png"><img class="size-medium wp-image-85135" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Frei-Caneca-Marca-Nova-3-534x486.png" width="534" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Para celebrar os cinco anos, a Rádio Frei Caneca lançou uma nova identidade visual</p></div>
<p>Junho é mês de muita comemoração na Frei Caneca FM. Se no dia 30 deste mesmo mês, em 2016, a 101.5 FM apresentou aos pernambucanos uma nova forma de acessar a produção musical local e independente, desde o 28 de junho de 2018 essa potência se somou à cidadania, à cultura e à história, que passaram a ocupar o mesmo dial na capital pernambucana, a partir da abertura dos microfones e programação própria na emissora, construída junto com a sociedade civil. Para festejar o aniversário da rádio pública, mantida pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, serão realizadas ações que se desdobram entre as redes e a rádio.</p>
<p>A primeira novidade dá para ver logo de cara: a rádio acaba de ganhar uma nova marca, que passa a ser utilizada nas redes sociais, no site e em todas as comunicações institucionais da emissora pública de agora em diante, demarcando um novo momento da rádio, que passou a ter gestão feminina neste ano de 2021, sob o comando de Maíra Brandão, Nice Lima e Priscila Xavier. As três já eram integrantes da equipe da Frei Caneca, desde que foram abertos os microfones da emissora, que lançará também, neste junho de tantas novidades, uma nova edição do Edital de Apoio à Ocupação de Grade da Frei Caneca FM, para selecionar propostas de programas produzidos pela sociedade civil que irão compor a programação da rádio. Essa será a quarta seleção pública promovida pela emissora, com o objetivo de democratizar a comunicação, disponibilizando espaço para que os diversos segmentos culturais, sociais e educativos apresentem suas pautas e abordagens.</p>
<p>Até lá, a programação da rádio segue com celebração em dobro, dando um viva à Frei Caneca e outro aos santos e ritmos juninos. Para matar a saudade das brincadeiras de São João, o ouvinte que estiver sintonizado na 101.5 FM poderá conferir interprogramas com os mestres e mestras da cultura popular ligados ao ciclo, que darão entrevistas sobre as tradições culturais que aprenderam desde cedo a defender e desfilar, além de curtir os ritmos que embalam a época, como xote, xaxado, baião e coco, que ganharão espaço na grade, até o próximo dia 27 de junho.</p>
<p><strong>Instrumental junino</strong><br />
De segunda a sexta-feira, das 13h às 14h, o horário instrumental da Frei Caneca FM ganha uma nova roupagem, trazendo grandes discos de baião e forró, através de uma parceria com o Memorial Luiz Gonzaga. Álbuns como Luiz Gonzaga Canta seus Sucessos com Zédantas, de Luiz Gonzaga, Forró Pé de Serra, de Dominguinhos, Daquele Jeito, de Anastácia, e 6.0, de Terezinha do Acordeon fazem parte da curadoria, realizada em parceria com o Memorial Luiz Gonzaga, reunindo cantores e compositores pernambucanos, de várias gerações, em uma pegada dançante do resfolego da sanfona.</p>
<p>Nos dias 26 e 27 de junho, a festa se instala e toda a programação musical será inspirada nos ritmos juninos, trazendo entrevistas e informações sobre as quadrilhas juninas e blocos musicais juninos.</p>
<p><strong>Parcerias</strong><br />
Passam a ser transmitidos em todos os sábados de junho os programas Forró para Todos, às 10h, e Baião de Dois, às 16h, produzidos a partir de uma rede de conteúdo colaborativo, que congrega as rádios Educadora FM da Bahia, Rádio Timbira AM do Maranhão, Rádio Antares AM do Piauí, Rádio Universitária FM do Ceará, Rádio Universitária FM do Rio Grande do Norte, Rádio Tabajara FM da Paraíba, Rádio Frei Caneca FM de Pernambuco, Rádio Universitária FM de Pernambuco, Rádio UFS FM de Sergipe, Rádio Aperipê FM de Sergipe, e a Rádio UESB FM da Bahia, além do Canal do YouTube Mundo Vinil.</p>
<p>Outros conteúdos parceiros, que já entraram na grade este mês, são os programas Notícia da Hora (de segunda a sexta, ao longo da programação), Amplifica e Reviva (ambos aos domingos, às 16h e 19h), da TV Pernambuco, trazendo mais notícia, forró e entretenimento. O acordo de cooperação entre as emissoras públicas acelera e potencializa o caminho da eficiência na comunicação pública, numa iniciativa pioneira.</p>
<p><strong>Mês Orgulho LGBT</strong><br />
Junho também é o mês do Orgulho LGBTQIA+ e a Frei Caneca FM abraça a causa com a campanha “Contra as dores e dissabores, abraçamos todas as letras e cores”, que trará informações e dados sobre os direitos das pessoas de diferentes gêneros e opções sexuais, ouvindo organizações tais como Movimento Leões do Norte, Mães pela Diversidade e Rede LGBT PE. Até o final do mês, produções musicais LGBTQIA+ também poderão ser conferidas de hora em hora, nas vozes de artistas como Bixarte, Ciel Santos, Jup do Bairro e Doralyce.</p>
<p><strong>Sobre a Frei Caneca</strong><br />
A emissora pública, ligada à Secretaria de Cultura e à Fundação de Cultura Cidade do Recife, comemora, neste 2021, cinco anos desde que iniciou a transmissão de sua programação experimental, em junho de 2016, e três anos com microfones abertos e programação própria, iniciada em 28 de junho de 2018. De lá pra cá, além de veicular programas inovadores em conteúdos e formatos, a rádio pública tem desenvolvido ações de formação ligadas às áreas da comunicação e cultura e também celebrado a música pernambucana pelas ondas do rádio e pelas ruas da cidade, tendo até assinado a curadoria de programações de palco gratuitas e a céu aberto na cidade.</p>
<p>A Rádio Frei Caneca pode ser ouvida na frequência 101.5 FM, com alcance, além do Recife, em Olinda, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho, Jaboatão dos Guararapes, Camaragibe, Moreno, Bonança, Itapissuma, Paulista, Abreu e Lima, Itamaracá, Goiana e Igarassu. Pelo site www.freicanecafm.org, no mundo inteiro, 24 horas por streaming &#8211; tecnologia de transmissão de conteúdo online que permite o consumo de vídeos e música. Também pode ser acessada por meio do aplicativo (disponível na Play Store) e em aplicativos de rádio como o Tune In e o Radio Garden.</p>
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		<title>Cais do Sertão prepara programação especial para a criançada neste mês de outubro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cais-do-sertao-prepara-programacao-especial-para-a-criancada-neste-mes-de-outubro/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 13:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Centro Cultural Cais do Sertão promove semana de atividades interdisciplinares em comemoração ao mês da criança. A partir desta quinta-feira (17), pais e responsáveis poderão levar os seus pequenos para visitação no museu e participar de brincadeiras, oficinas e bate-papo sobre tecnologia e apresentações lúdicas. As atividades são abertas para o público em geral. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72320" aria-labelledby="figcaption_attachment_72320" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guga Matos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/programacao-infantil-cais-do-sertao-foto-guga-matos.jpg"><img class="size-medium wp-image-72320" alt="Guga Matos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/programacao-infantil-cais-do-sertao-foto-guga-matos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na programação, haverá brincadeiras, oficinas e bate-papo sobre tecnologia e apresentações lúdicas</p></div>
<p>O Centro Cultural Cais do Sertão promove semana de atividades interdisciplinares em comemoração ao mês da criança. A partir desta quinta-feira (17), pais e responsáveis poderão levar os seus pequenos para visitação no museu e participar de brincadeiras, oficinas e bate-papo sobre tecnologia e apresentações lúdicas. As atividades são abertas para o público em geral.</p>
<p>Apostando na ludicidade e na importância do Rio São Francisco para Pernambuco, nesta quinta-feira (17), a criançada entra de cabeça em atividade dedicada a conhecer melhor a história de um dos rios mais emblemáticos do nosso Estado a partir de pescaria na projeção do Velho Chico do museu. A atividade começa às 15h.</p>
<p>Além da pescaria, a programação segue firme nesta terça-feira (22) promovendo bate-papo sobre robótica e inteligência emocional e mais uma apresentação teatral do projeto Uma Noite no Museu. O Cais recebe, às 15h, a OrientCode &#8211; Escola de Robótica e Inteligência Emocional para conversa sobre robótica e inteligência emocional. O encontro contará com a presença dos palestrantes Kaic Rannys, e do Doutor Ellyson Freitas e do Professor Dayvid. Além da apresentação do Robô coder.</p>
<p>Em seguida, aproveitando a gratuidade do centro cultural, os visitantes, acompanhados dos seus pequenos, poderão conferir mais uma intervenção artística da Erem Brasiliano Carvalho, de Igarassu, sobre o Sertão Pernambucano em mais um encontro do projeto Uma Noite no Museu, que acontece mensalmente no Cais do Sertão. As apresentações acontecem às 17h.</p>
<p>Fechando a programação especial para o mês de outubro, as crianças participam de oficina interativa com emborrachado. Durante a atividade, os participantes serão desafiados a usar a criatividade e produzir os mais variados tipos de cactos. A oficina será ministrada pelo núcleo educativo do museu, a partir das 15h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ações de comemoração ao mês da criança<br />
Data: (17, 22 e 23 de outubro), das 15h às 17h.<br />
Onde: Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n &#8211; Recife, PE)</p>
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		<title>Especial do Cinema Alemão ocupa o Cinema da Fundação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/especial-do-cinema-alemao-ocupa-o-cinema-da-fundacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2019 13:42:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cinema alemão]]></category>
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		<description><![CDATA[O Cinema da Fundação, localizado no Museu do Homem do Nordeste, em Casa Forte, recebe neste fim de semana a mostra especial do Cinema Alemão. O evento, fruto de uma parceria entre a Fundação Joaquim Nabuco e o GoetheInstitut Salvador, é composto por exibições de três filmes lançados durante a Berlinale 2018 e reconhecidos pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Cinema da Fundação, localizado no Museu do Homem do Nordeste, em Casa Forte, recebe neste fim de semana a mostra especial do <a href="http://cinemadafundacao.com.br/filmes/especial-do-cinema-alemao/" target="_blank"><strong>Cinema Alemão</strong></a>. O evento, fruto de uma parceria entre a Fundação Joaquim Nabuco e o GoetheInstitut Salvador, é composto por exibições de três filmes lançados durante a Berlinale 2018 e reconhecidos pela crítica internacional: <strong>&#8220;Nos Corredores&#8221;</strong>, sexta-feira (31), às 20h;<strong> &#8220;3 Dias em Quiberon&#8221;</strong>, sábado (1º), às 20h05; <strong>&#8220;Em Trânsito&#8221;</strong>, domingo (2), às 18h. As sessões são gratuitas. Confira abaixo mais detalhes sobre os filmes:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/o6pxkt70kEE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Nos Corredores (125 min | 12 anos)</strong></span><br />
Nomeado o melhor filme na edição de 2018 do Prêmio Alemão de Cinema, do diretor Thomas Stuber. O filme conta a história do jovem Christian, interpretado por Franz Rogowski, que começa a trabalhar cargas em um supermercado e passa a se aventurar andando para cima e para baixo com sua empilhadeira, descobrindo passagens, driblando as horas de maior movimento.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VY0oaSgWJVQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>3 Dias em Quiberon (117 min | 12 anos)</strong></span><br />
vencedor do Prêmio Alemão de Cinema 2018. Dirigido por Emily Atef, o filme se concentra nos três dias, em que Romy Schneider, estrela do cinema alemão dos anos 50, passa na pequena comuna francesa Quiberon. Apesar de estar em uma clínica de reabilitação, Romy concorda em dar uma última entrevista ao repórter Michael Jürgs. Movidos por romance, ambição profissional e desejo de viver, jornalista e artista se envolvem num jogo de gato e rato.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U7Z13OH9EyY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Em Trânsito (102 min | 12 anos)</strong></span><br />
A obra de Christian Petzold é baseada no romance homônimo de Anna Seghers e também conta o ator Franz Rogowski no elenco. No filme Georg tenta fugir da França após a invasão nazista e assume a identidade de um escritor falecido. Preso em Marselha, ele conhece Marie, uma jovem que está desesperada para encontrar seu marido desaparecido, o mesmo homem que Georg assumiu a identidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Especial do Cinema Alemão<br />
<strong>Quando:</strong> &#8220;Nos Corredores&#8221;, sexta-feira (31), às 20h; &#8220;3 Dias em Quiberon&#8221;, sábado (1º), às 20h05; &#8220;Em Trânsito&#8221;, domingo (2), às 18h<br />
<strong>Onde:</strong> Cinema da Fundação (Av. Dezessete de Agosto, 2187 &#8211; Casa Forte, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Cinema São Luiz exibe sessão especial do filme &#8220;VOLTA, eu te amo!&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2017 19:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Finalista do Festival Internacional do Audiovisual 2016, o filme VOLTA, eu te amo! será exibido numa sessão especial no Cinema São Luiz, na próxima segunda-feira (18), às 19h30. Com acesso gratuito e aberta ao público, a sessão contará com a presença dos produtores Aguinaldo Flor, Taciana Sherlock e Fernando Cunha, responsáveis pela película, que conta a história do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53622" aria-labelledby="figcaption_attachment_53622" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Cunha Jr./Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/filme-volta-eu-te-amo-foto-Fernando-Cunha-Jr.jpg"><img class="size-medium wp-image-53622" alt="Fernando Cunha Jr./Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/filme-volta-eu-te-amo-foto-Fernando-Cunha-Jr-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">No filme, história de Daniel e Amanda se mistura aos de outros casais que enfrentam o mesmo dilema de um relacionamento à distância</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Finalista do Festival Internacional do Audiovisual 2016, o filme <em>VOLTA, eu te amo!</em> será exibido numa sessão especial no Cinema São Luiz, na próxima segunda-feira (18), às 19h30. Com acesso gratuito e aberta ao público, a sessão contará com a presença dos produtores Aguinaldo Flor, Taciana Sherlock e Fernando Cunha, responsáveis pela película, que conta a história do casal Daniel (Daniel Dias da Silva), um fotógrafo pernambucano, e Amanda (Marília Davascio), uma fotógrafa carioca, que se encontram em um dilema: levar ou não um relacionamento à distância. <em>&#8220;A história dos dois protagonistas é contada em meio a histórias reais, documentadas por pessoas que vivem ou viveram dilemas semelhantes e com finais emocionantes&#8221;</em>, adianta o diretor Aguinado Flor em entrevista exclusiva ao <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Portal Cultura.PE</strong></a>. Confira abaixo o texto na íntegra:</p>
<div id="attachment_53626" aria-labelledby="figcaption_attachment_53626" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Dinho Faber/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/aguinaldo-flor-diretor-volta-eu-te-amo.jpg"><img class="size-medium wp-image-53626 " alt="Dinho Faber/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/aguinaldo-flor-diretor-volta-eu-te-amo-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O diretor Aguinaldo Flor</p></div>
<p><strong>1- O filme é um misto de documentário e ficção? Como surgiu a ideia de rodá-lo?</strong><br />
<em>Isso mesmo. Trata-se de um doc-ficção que conta com nove histórias reais de casais que vivem ou viveram relacionamentos à distância. A ideia de produzi-lo surgiu após um curso de formação em documentário, que fiz no Rio de Janeiro. Como trabalho de conclusão, rodamos um documentário com a direção-geral de Ana Rieper e direção coletiva dos alunos, na Cruzada São Sebastião, uma comunidade no Leblon (RJ). Depois desta produção, senti a necessidade de produzir algum documentário independente. Numa noite, sonhei que estava produzindo uma ficção contando a história de um casal de fotógrafos que moravam em cidades diferentes. Uni, então, a ideia de produzir um documentário com o sonho, e roteirizei um doc-ficção, tendo como tema central as relações à distância. Falei desse sonho para o meu sócio, Fernando Cunha Jr., que topou a missão de produzir o &#8216;VOLTA&#8217;, junto com a minha colega de turma de curso, Taciana Sherlock. Formamos uma parceria e, a partir dessa comunhão, o filme foi produzido. Ah, esse mesmo sonho se tornou a primeira cena do &#8216;VOLTA&#8217;.</em></p>
<p><strong>2- Fala um pouco sobre os protagonistas do filme, Daniel e Amanda, interpretados pelos atores Daniel Dias da Silva (CE) e Marília Davascio (PR). Além deles, você comentou anteriormente que há histórias reais de pessoas que enfrentam os mesmos dilemas de um amor longínquo. Como você chegou a essas histórias e como elas se misturam ao enredo?</strong><br />
<em>Daniel, pernambucano, e Amanda, carioca, formam um casal de fotógrafos que se conheceram em um congresso no Rio de Janeiro. Um ano depois de namoro à distância, Daniel pede Amanda em casamento e resolve morar no Rio de Janeiro. Porém, após um período morando juntos, ele consegue um edital em Pernambuco para realizar um projeto de foto-documentário, que sempre quis realizar e nunca teve recursos financeiros para executá-lo. Com seus projetos acadêmicos na capital carioca, ela não pode mudar de cidade, então, ambos decidem morar em cidades separadas. Nesse período de afastamento compulsório, Amanda visita o marido no Recife e deixa de presente um álbum de fotografias com recordações de um dia especial para o casal. E é aí, a partir dessas imagens, que entram os relatos de outros casais. A ideia original era ter no máximo quatro histórias reais para montar um curta-metragem, mas ao fazermos uma postagem no Facebook, sem grandes pretensões, obtivemos um retorno grande, ao ponto de dobrarmos o número de histórias e dizer para outros casais que, em outro momento, o projeto iria retornar para fazer uma segunda temporada de entrevistas.</em></p>
<p><em>Como disse antes, na parte documental, tem nove histórias reais contadas por 15 pessoas que, durante as filmagens, um não assistia o depoimento do seu respectivo parceiro. Dessa forma, temos histórias iguais contadas por pessoas diferentes. Em relação à trama, a estrutura do filme é montada como se fossem atos, cada personagem conta um pedacinho de sua história, como se fosse um capítulo de sua vida: como se conheceram, as dificuldades de se viver à distância, a decisão de casar, de separar, etc. Assim temos uma &#8220;história&#8221; construída por várias outras.</em></p>
<p><strong>3- Mesmo em tempos de relações líquidas, como diria o Zygmunt Bauman, o amor (ou a distância que o permeia) é a mola propulsora da película. Vale ainda investir em histórias românticas no cinema?</strong><br />
<em>Costumo dizer que os grandes conflitos no mundo são ocasionados por não priorizarmos o amor ao próximo. Isso pode soar clichê, mas, mesmo vivendo em clãs, grupos, sociedades, quando não se tem a presença do amor em sua rotina, o indivíduo não se sente completo. &#8216;VOLTA, eu te amo!&#8217;, como documentário, cumpre com seu papel social de mostrar que toda forma de amor vale a pena. São 40 minutos de cenas de carinho, de dor, de ansiedade, de momentos engraçadinhos&#8230; Durante as exibições do filme, ficamos extremamente satisfeitos com a reação das pessoas perguntando se o projeto iria continuar, pois queriam dar seus depoimentos também. Isto é, a nossa experiência comprova que, seja no cinema ou na vida real, vale a pena amar. </em></p>
<p><strong>4- O filme conta com algum edital de incentivo? Quais são os desafios de realizar uma produção independente em nosso país?</strong><br />
<em>O filme é totalmente independente, não conta com edital incentivo ou financiamento coletivo. Todo o recurso financeiro necessário para a produção saiu do bolso dos três produtores do filme (eu, Aguinaldo Flor, Taciana Sherlock e Fernando Cunha). Realizar uma produção independente no Brasil, por si só, é um grande desafio, pois, por mais que você encontre uma equipe que aposte em seu projeto, a produção cinematográfica tem toda uma pós-produção, que necessita de uma dedicação especial para finalizar o filme. Costumo dizer que ser um realizador que não tem uma pegada tão comercial torna tudo ainda mais difícil, mas acredito no cinema de guerrilha.</em></p>
<p><strong>5- Esse é seu primeiro filme? Conta um pouco da sua trajetória no mercado audiovisual.</strong><br />
<em>É o meu primeiro filme independente. Após o &#8216;VOLTA&#8217;, roteirizei e codirigi o curta &#8216;O Som do Surto&#8217;, durante o Festival 72Horas Rio, além de roteirizar e dirigir o curta &#8216;As Cores das Estações&#8217;. Atualmente, tenho desenvolvido uma pesquisa audiovisual relacionada ao processo criativo no teatro. Em 2016, criei a produtora pernambucana <strong>zero8onze</strong>, com foco em produção audiovisual e fotografia. Fora isso, estou cheio de projetos: coproduzindo, junto à Ponto de Equilíbrio, um documentário sobre a história do ator Paulo César Pereio; produzindo um documentário histórico-religioso; e na fase de pré-produção de um piloto para uma série original, que prefiro manter em segredo por enquanto.</em></p>
<p><strong>6- Como tem sido a receptividade do público com o filme? Há pretensão de inscrevê-lo em festivais?</strong><br />
<em>Nós o exibimos no Festival Internacional do Audiovisual 2016 e fizemos um lançamento no Rio de Janeiro, e o feedback dos espectadores é bastante positivo. Estamos com uma fila de espera de casais aguardando uma nova temporada de entrevistas. A nossa ideia é criarmos uma série do &#8216;VOLTA&#8217;, pois as nove histórias são narrativas redondas e cheias de nuances que, junto aos novos depoimentos que temos em mente para captar, rendem uma segunda temporada. Após, o lançamento no Cinema São Luiz, iremos focar nossos esforços em inscrever nos festivais nacionais e internacionais.</em></p>
<p>Assista o<em> teaser</em> do <em>VOLTA, eu te amo!</em>:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CHnkuDrtyJE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Sessão especial do filme &#8220;VOLTA, eu te amo!&#8221;<br />
<strong>Quando:</strong> segunda-feira (18), às 19h30<br />
<strong>Onde:</strong> Cinema São Luiz (Rua da Aurora 175, Boa Vista, Recife – PE)<br />
<strong>Quanto:</strong> Acesso gratuito</p>
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		<title>Aurinha do Coco não abandona suas origens</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 18:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Quem escuta o nome Áurea da Conceição de Assis Souza, talvez, nem imagine que seja a mesma Aurinha do Coco que vemos dançando, sorrindo e cantando nos palcos mundo a fora, movida pelo ritmo contagiante do coco. Carismática que só ela, a cantora, que foi criada dentro do ambiente coquista de sua cidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22206" aria-labelledby="figcaption_attachment_22206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/aurinha-do-coco.jpg"><img class="size-medium wp-image-22206" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/aurinha-do-coco-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nascida em Olinda, Aurinha revela que o Largo do Amparo é o seu reduto artístico na cidade</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Quem escuta o nome Áurea da Conceição de Assis Souza, talvez, nem imagine que seja a mesma Aurinha do Coco que vemos dançando, sorrindo e cantando nos palcos mundo a fora, movida pelo ritmo contagiante do coco. Carismática que só ela, a cantora, que foi criada dentro do ambiente coquista de sua cidade natal, Olinda, despontou para vida artística ainda jovem, apresentando-se nos corais da igreja. <em>&#8220;Fiz parte do coral São Pedro Mártir e, depois, do Madrigal do Recife, ambos regidos pelos maestros José Beltão e Otoniel Mendes&#8221;</em>, contou ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre o início de sua carreira.</p>
<p>Honrando a tradição dos coquistas do bairro do Amaro Branco, que ouviu durante durante toda sua infância, Aurinha integrou por 10 anos o grupo de Selma do Coco, como vocalista. <em>&#8220;Foi uma experiência muito rica. Aprendi muito com ela. Hahay&#8221;</em>, disse fazendo alusão à célebre risada de D. Selma. Nos anos 90, a artista popular decidiu seguir carreira solo e, desde então, vem difundindo esse ritmo da cultura pernambucana em inúmeros eventos dentro de nosso Estado, assim como em várias cidades brasileiras. <em>&#8220;O coco já me deu uma porção de coisas: já toquei na Bahia, ao lado de Naná Vasconcelos, no Panorama Percussivo Mundial; em Garanhuns, durante o Festival de Inverno; e fiz uma participação no CD Forró de Todos os Tempos, de Alceu Valença, e no CD Pernambuco em Concerto, cantando uma canção minha&#8221;,</em> disse satisfeita com a repercussão que seu trabalho vem tendo ao longo desses anos.</p>
<p>Quando perguntada sobre sua relação com Olinda, Aurinha foi enfática ao afirmar que a cidade lhe traz muitas alegrias e que guarda, em especial, um carinho pelo Largo do Amparo. &#8220;<em>Berço e passarela de várias troças carnavalescas, esse Largo é uma referência para o meu trabalho. Aqui ouvi/ouço os grandes artistas da minha terra e, aqui, também encontro inspiração para compor minhas músicas. Sou muito satisfeita com o meu bairro e te garanto que daqui não saio tão cedo&#8221;</em>, revelou a cantora (com o sorriso no rosto) à série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, do Portal Cultura.PE, que destacou, nos últimos dias, a relação de afeto que os artistas mantém com os espaços dos dois municípios-irmãos, Olinda e Recife, que aniversariam nesta quinta-feira (12).</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank">Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes</a>&#8220;</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/" target="_blank"><strong>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</strong></a><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/isadora-melo-entre-o-caos-e-a-calmaria/" target="_blank">Isadora Melo: entre o caos e a calmaria<br />
</a></strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/walmir-chagas-recifense-de-amor-e-de-revolucao/" target="_blank"><strong>Walmir Chagas: recifense de amor e de revolução</strong></a></p>
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		<title>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 15:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Criador da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), que é, sem dúvidas, uma das grandes referências da música produzida atualmente em Pernambuco, Gilú Amaral, apesar da pouca idade &#8211; 31 anos, acumula em seu currículo a experiência de já ter tocado com vários nomes consagrados da cena musical de nosso Estado, como Mundo Livre S/A, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22128" aria-labelledby="figcaption_attachment_22128" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870.jpg"><img class="size-medium wp-image-22128" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gilú Amaral não dispensa um pôr do sol no adro da Igreja de Nossa Senhora do Guadalupe</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Criador da<strong> <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">Orquestra Contemporânea de Olinda</a> </strong>(OCO), que é, sem dúvidas, uma das grandes referências da música produzida atualmente em Pernambuco, Gilú Amaral, apesar da pouca idade &#8211; 31 anos, acumula em seu currículo a experiência de já ter tocado com vários nomes consagrados da cena musical de nosso Estado, como Mundo Livre S/A, Otto e Naná Vasconcelos.</p>
<p>Nascido Gilson Lúcio do Amaral Filho, o percussionista é um apaixonado pelas ladeiras olindenses. Também pudera: foi, nas ruas e nos terreiros de candomblé do Sítio Histórico da cidade, que aprendeu a tocar. <em>&#8220;Como nasci e me criei aqui, minha maior referência sempre foi Olinda. O município é muito plural, respira cultura. Descobri a música nos idos anos 90. Tinha 8 anos. Minha escola foi a rua, os maracatus. Frequentei a casa de Mestre Salustiano, toquei com ele, passei pelo Maracatu do Camaleão, agremiação que já revelou muita gente. De lá pra cá, fui só aprimorando minha arte&#8221;</em>, disse o músico, que, desde 2008, já rodou o mundo mostrando todo o suingue de nossos ritmos, ao lado dos seus companheiros da OCO.</p>
<p>Embora tenha passado por países como França, Portugal, Alemanha, Suíça, Bélgica, Itália, África e Estados Unidos, Gilú não hesita em dizer que o bairro do Guadalupe é o cantinho que mais gosta de ficar quando está de folga das apresentações da Orquestra. <em>&#8220;O Guadalupe é um bairro muito cultural. Moro aqui e, sempre que posso, estou envolvido com as atividades e as festividades promovidas pelos moradores da comunidade. Fora isso, adoro contemplar o pôr do sol e a visão privilegiada do Recife que o largo da Igreja [de Nossa Senhora do Guadalupe] me oferece todas as tardes&#8221;</em>, afirma o líder da OCO à série<strong> Meu Lugar na Cidade</strong>, do <strong>Portal Cultura.PE</strong>, que tem destacado a relação de afeto que os artistas mantém com os espaços das cidades de Olinda e Recife, nos próximos dias.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank"><strong>Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes”</strong></a></p>
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		<title>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 19:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Amante confessa da folia e das procissões olindenses, a artista plástica Tereza Costa Rêgo, de 86 anos, é um ícone vivo da pintura pernambucana. Seus quadros, cheios de referências da cultura popular, já foram expostos/aclamados em diversas cidades do Brasil e do mundo, como São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa, Paris e Cuba, e revelam um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22070" aria-labelledby="figcaption_attachment_22070" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6881.jpg"><img class="size-medium wp-image-22070" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6881-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tereza na sacada de sua casa, em Olinda</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Amante confessa da folia e das procissões olindenses, a artista plástica Tereza Costa Rêgo, de 86 anos, é um ícone vivo da pintura pernambucana. Seus quadros, cheios de referências da cultura popular, já foram expostos/aclamados em diversas cidades do Brasil e do mundo, como São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa, Paris e Cuba, e revelam um valioso patrimônio do nosso povo. Recifense de origem, a pintora ainda criança encontrou, nas telas e nos pincéis, uma maneira de expressar seus sentimentos.</p>
<p>Aos 15 anos, ingressou na Escola de Belas Artes e, lá, seu ofício começou a ganhar contornos mais espessos, tendo faturado três prêmios do Museu do Estado e outro da Sociedade de Arte Moderna. Em 1962, realizou a primeira grande exposição, na Editora Nacional. Neste mesmo ano, Tereza conheceu o grande amor de sua vida: Diógenes Arruda. Dirigente do Partido Comunista, Arruda teve que fugir com a artista para São Paulo, onde, por motivos políticos, viveram na clandestinidade até 1969, quando ele foi preso. Costa Rêgo aproveitou o tempo fora do Recife para se dedicar à arte e aos estudos, e se formou em história na Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Em 1972, seu companheiro foi libertado, e os dois seguiram juntos para o exílio no Chile, mas, a derrubada de Salvador Allende e a ditadura militar de Pinochet, forçaram a uma nova fuga, desta vez para a França. Afastada das filhas, fruto de um casamento de 14 anos, e dos irmãos, a artista abandonou um pouco a própria vida para ser a mulher do líder comunista. Porém, não deixou de pintar em momento algum e, inclusive, expôs seus quadros em Paris, assinando com o nome de Joanna.</p>
<p>De volta a sua pátria, e, após a perda de Diógenes, que não resistiu à chegada ao Brasil e morreu de ataque cardíaco, Tereza fixou residência em Olinda, no ano de 1979. Desde então, mora e pinta na mesma casa, que, como define, é uma espécie de toca-ateliê, localizado na Rua do Amparo.</p>
<p>&#8220;Desde que voltei do exílio, em 79, o Brasil, para mim, é Olinda. E Olinda, para mim, é a Rua do Amparo, que é de onde vejo, da janela da minha casa, as procissões, na Semana Santa, e o meu namorado, o Homem da Meia-Noite, no Carnaval. Como adoro pintar temas carnavalescos e religiosos, é daqui que extraio a matéria-prima dos meus quadros&#8221;, revela Teresa à série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, do <strong>Portal Cultura.PE</strong>, que, em comemoração aos aniversários de Olinda e Recife, tem destacado a relação de afeto que os artistas mantêm com os espaços das duas cidades.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank"><strong>Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes”</strong></a></p>
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