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	<title>Portal Cultura PE &#187; Casa da Cultura Luiz Gonzaga</title>
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		<title>Exposição fotográfica retrata a cerâmica dos oleiros na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 15:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da mata norte de Pernambuco. As fotografias feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110543" aria-labelledby="figcaption_attachment_110543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-10-at-09.55.36.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110543" alt="As fotografias são do jornalista Júlio César de Araújo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-10-at-09.55.36-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">As fotografias são do jornalista Júlio César de Araújo</p></div>
<p>A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da mata norte de Pernambuco.</p>
<p>As fotografias feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão à mostra na Casa da Cultura de Pernambuco Luiz Gonzaga  até o dia 10 de Agosto, de segunda a sexta , das 10h às 15h, na sala J Soares, 2º andar, raio sul. Este projeto foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem o apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>A Casa da Cultura de Pernambuco, antiga Casa de Detenção do Recife, funcionando de 1825 até 1973, foi reaberta em 1976 como um dos mais importantes centros de negócios das artes artesanais e palco de inúmeras expressões artísticas, monumento histórico visitado por turistas de todas as partes do Brasil e internacionais.</p>
<p>A sala J Soares ,nome de uma das mais expressivas personalidades da cinematografia no Brasil , e uma referência importante para o cinema e o jornalismo de Pernambuco, recebe as fotografias do jornalista Júlio César que reporta a cerâmica regional, um tema popular, também característico da atuação multimidiática de Soares.</p>
<p>Julio Cesar, que também é o curador da exposição, ressalta a importância da mostra fotográfica. ¨ O trabalho dos oleiros tem uma representatividade marcante na vida social do Brasil, sobretudo na historicidade mundial, aqui em Pernambuco as olarias são verdadeiros santuários dessa arte milenar resistente e significativa para a cultura humana.</p>
<p>A exposição traz a rusticidade das olarias, a minuciosidade da atividade dos oleiros e perfeição das suas cerâmicas em forma de jarras, quartinhas ,panelas , filtros dentre outras. As fotografias propõem um reencontro afetivo com os objetos de barro, o reconhecimento do seu valor social e econômico, e também o conhecimento desta cultura para as novas gerações.</p>
<p>O projeto Os Vasos e o Oleiro , reflete a cerâmica utilitária como uma arte muito presente nas práticas das religiões de matrizes Africanas e Indígenas , e a sua utilidade doméstica, fundamental na gastronomia tradicional regional , além de muito utilizada na arquitetura em projetos de ambientação.</p>
<p>Tracunhaém a Capital Estadual do Artesanato de Barro, é um dos mais importantes centros de produção de cerâmica, conhecida nacional e internacionalmente pela diversidade estética da cerâmica produzida pelos seus artistas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Exposição fotográfica: Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular.<br />
Abertura: dia 10 de Julho das 16h às 18h.<br />
Local: Casa da Cultura de Pernambuco, Sala J Soares (Rua Floriano Peixoto, Santo Antônio)<br />
De 10 de Julho a 10 de Agosto (segunda a Sexta &#8211; 10h às 15h)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Casa da Cultura Luiz Gonzaga celebra seus 43 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2019 20:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Casa da Cultura Luiz Gonzaga]]></category>

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		<description><![CDATA[Famoso polo de comercialização do artesanato pernambucano, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga completa 43 anos de atividade como equipamento cultural neste domingo ( 14 de abril). A comemoração será nesta segunda-feira (15), quando o espaço abrigará uma programação especial, a partir das 10h, incluindo apresentação itinerante com o Trio Pé de Serra Beberibe, Serenata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68052" aria-labelledby="figcaption_attachment_68052" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/14252700450_931eb264cb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-68052" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/14252700450_931eb264cb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antiga Casa de Detenção do Recife se tornou a Casa da Cultura Luiz Gonzaga em 1976</p></div>
<p>Famoso polo de comercialização do artesanato pernambucano, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga completa 43 anos de atividade como equipamento cultural neste domingo ( 14 de abril)<strong>. A comemoração será nesta segunda-feira (15), quando o espaço abrigará uma programação especial, a partir das 10h</strong>, incluindo apresentação itinerante com o Trio Pé de Serra Beberibe, Serenata Luar de Olinda e corte do bolo comemorativo.</p>
<p>Localizado às margens do Rio Capibaribe, no bairro de São José, o prédio é um patrimônio histórico que abrigou a antiga Casa de Detenção do Recife até 1973. A partir de 1976, a construção se tornou a Casa de Cultura de Pernambuco, ligando a população a sua identidade cultural. Atualmente, possui 129 celas em funcionamento, sendo 21 delas ligadas à administração do equipamento (escritório, copa/cozinha, sala Jota Soares, Teatro Clênio Wanderley e a cela original); 90 celas voltadas para o comércio de artesanato, além de três restaurantes e duas lanchonetes; e 18 celas ocupadas por movimentos e associações culturais de Pernambuco.</p>
<p>“<em>A valorização destas representações materiais retrata também a recordação de parte da nossa identidade, pois lembrar nossa cultura é também reafirmar quem somos. Nesse sentido, ao longo desses 43 anos, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga mantém viva e preservada a história do que um dia foi a Casa de Detenção do Recife, através da sua imponente construção do século XIX</em>”, observa a Juliana Rezende, gestora do espaço.</p>
<p>“<em>Nesses 43 anos, a Casa da Cultura se consolidou não só como um polo comercial, mas também como um endereço garantido para apresentações das manifestações culturais de nosso Estado. Através de ambientes como o Teatro Clênio Wanderley e o Palco Nelson Ferreira, o equipamento faz um importante trabalho de difusão quando recebe programações especiais, que destacam grupos e artistas da nossa cultura popular</em>”, comenta o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, destaca o interesse público pelo endereço. “A programação artística que montamos na Casa da Cultura para comemorar essa data vem reafirmar nosso compromisso com a preservação do nosso patrimônio material e imaterial”, conclui ele.</p>
<p><b>HISTÓRIA &#8211; </b>Inaugurada no dia 25 de abril de 1855, a antiga Casa de Detenção do Recife é uma das maiores edificações do século XIX, localizada próxima a duas expressivas obras desse século: a Estação Ferroviária do Recife e a Ponte 6 de Março (mais conhecida como a Ponte Velha). O projeto original é de autoria do engenheiro e urbanista José Mamede Alves Ferreira, responsável por outras obras importantes na cidade, como o Hospital Pedro II e o Ginásio Pernambucano. A construção de Mamede segue o modelo “panopticon”, obedecendo aos padrões tradicionais de segurança das penitenciárias da época.<b></b></p>
<p>Após funcionar por 118 anos como presídio, em 1973, o então governador Eraldo Gueiros Leite determinou o fechamento da Casa de Detenção do Recife. No mesmo ano, um plano de restauração do edifício foi elaborado e a partir de 14 de abril de 1976 o prédio se tornou a Casa da Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Essa mudança de penitenciária para centro cultural havia sido idealizada e planejada cerca de dez anos antes, pelo artista plástico Francisco Brennand, na época em que era o chefe da Casa Civil do Governo do Estado. Convidados por Brennand, a arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi e o arquiteto Jorge Martins Júnior foram os responsáveis pela elaboração do projeto de renovação e adequação do edifício. A Casa da Cultura ainda abriga dois painéis do pintor pernambucano Cícero Dias, que representam a Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1824.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO<br />
</span></b>43 anos da Casa da Cultura Luiz Gonzaga<br />
(Rua Floriano Peixoto, s/n, São José – Recife)</p>
<p><b>Programação gratuita:</b><br />
10h – Apresentação itinerante com o Trio Pé de Serra Beberibe<br />
16h – Serenata Luar de Olinda<br />
16h30 – Corte do bolo comemorativo, às 16h30</p>
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		<title>Mulheres gestoras lideram equipamentos culturais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 17:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Camila Estephania, Jan Ribeiro, Michelle de Assunção, Denizá Rodrigues e Fernando Figueirôa Instituído como o Dia Internacional da Mulher pela ONU em 1975, o 8 de março destaca o debate sobre a atuação da mulher na sociedade buscando combater a desigualdade de gênero e promover um mundo mais equilibrado. Porém, para além da movimentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67584" aria-labelledby="figcaption_attachment_67584" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/gestoras-equipamentos-culturais.jpg"><img class="size-medium wp-image-67584" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/gestoras-equipamentos-culturais-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dez, dos treze equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco, têm mulheres no comando</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram Camila Estephania, Jan Ribeiro, Michelle de Assunção, Denizá Rodrigues e Fernando Figueirôa</strong></p>
<p>Instituído como o Dia Internacional da Mulher pela ONU em 1975, o 8 de março destaca o debate sobre a atuação da mulher na sociedade buscando combater a desigualdade de gênero e promover um mundo mais equilibrado. Porém, para além da movimentação em torno da data, mulheres do mundo todo travam uma batalha diária para ocupar mais espaços e ter a sua experiência e o seu conhecimento reconhecidos dentro e fora de casa.</p>
<p>Com uma rede de equipamentos culturais formada por 13 espaços, dos quais 10 deles são geridos por mulheres, o Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, reafirma a importância da contribuição feminina para a gestão pública. A multidisciplinaridade de saberes proporcionada pela vivência das mulheres acrescenta à sua formação uma bagagem única, que pode trazer diferentes pontos de vista para um equipamento cultural, destacando, inclusive, programações mais democráticas, que buscam destacar artistas homens e mulheres igualmente. Por isso, aproveitamos o mês de março para apresentar e ouvir nossas gestoras sobre a maneira como elas percebem o papel da mulher na gestão cultural.</p>
<div id="attachment_67555" aria-labelledby="figcaption_attachment_67555" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40413687193_a894ecdba7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67555" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40413687193_a894ecdba7_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Amélia Campello é gestora do Museu do Barro de Caruaru</p></div>
<p>“<em>Eu me enxergo realizada por ser mulher, por ser mãe e por ser gestora. Gestora é gerir e quando a gente gere, a gente cuida, cria, e essa é a minha função em Caruaru, à frente do Museu do Barro. Cuidar do acervo, promover exposições, receber bem os turistas, inovando com palestras, eventos. Procuro fazer trabalho em parceria com outras instituições e outras comunidades em Caruaru. Esse trabalho da preservação da memória é um trabalho que me gratifica, como mulher, como pessoa, porque estou mostrando a riqueza cultural do nosso estado, através do artesanato</em>”, diz Amélia Campello, gestora do Museu do Barro.</p>
<div id="attachment_67594" aria-labelledby="figcaption_attachment_67594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-67594" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Cláudia Wanguestel é gestora do Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>“<em>Falar sobre a importância da mulher na gestão cultural é, a princípio, falar de luta. Luta que se estende a outros lugares, segmentos e situações, quando o debate se refere à igualdade e aos direitos femininos. Lutamos por igualdade de oportunidades, queremos apenas o que nos é de direito. Seja na gestão pública, privada, administrativa, cultural, teremos mulheres que trazem seriedade, determinação e sensibilidade para o exercício da profissão. Precisamos sim, é que a cultura não perca sua relevância como ferramenta de identidade e apropriação dos costumes do nosso povo para que homens e mulheres, juntos, construam bases sólidas para um fazer cultural justo e democrático</em>”, enfatizou Ana Cláudia Wanguestel, gestora do Teatro Arraial Suassuna.</p>
<div id="attachment_67561" aria-labelledby="figcaption_attachment_67561" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Mureo.jpg"><img class="size-medium wp-image-67561" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Mureo-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Maria Correa é gestora do Museu Regional de Olinda</p></div>
<p>“<em>O Museu Regional de Olinda é uma casa estilo pernambucano. Eu, como mulher, me sinto assumindo a casa. Eu tomo conta daquele espaço, que tem peças bem antigas, dos séculos  XVII, XVIII, XIX. A gente tem aquele carinho e cuidado que toda mulher tem com a sua casa. O Museu é uma extensão disso, um espaço de cultura que a gente tem que ter muito cuidado, muito carinho. Tenho cuidado para não deixar nada quebrar, destruir, quando acontece alguma coisa procuro restaurar logo</em>”, observa Ana Maria Correa, gestora do Museu Regional de Olinda (Mureo).</p>
<div id="attachment_67558" aria-labelledby="figcaption_attachment_67558" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/celia_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-67558" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/celia_Easy-Resize.com_-607x447.jpg" width="607" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">Célia Labanca é gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC)</p></div>
<p>“<em>Acredito que toda gestão pública deveria ser feita por mulheres, por conta da tranquilidade, da inteligência emocional e da parcimônia com a realidade. Acho que isso é fundamental na gestão. Na área de cultura, principalmente, pois temos sensibilidade e agilidade para tratar do espaço público e da obra de arte. A mulher tem uma capacidade muito grande de reivindicar um direito que é do povo em relação ao equipamento. Através dele, a cidadania pode ser expandida pelo Estado</em>”, frisou Célia Labanca, gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC).</p>
<div id="attachment_67559" aria-labelledby="figcaption_attachment_67559" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Conceição.jpg"><img class="size-medium wp-image-67559" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Conceição-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Conceição Santos é gestora da Torre Malakoff</p></div>
<p>“<em>A Torre Malakoff é um desafio. Não foi fácil, no início, com uma equipe formada quase totalmente por homens e apenas 3 ou 4 mulheres. A gente sofreu um pouco de resistência, mas, aos poucos, as pessoas foram se adaptando e entendendo nosso papel. A cultura pode fornecer elementos que levem a população a refletir sobre a importância da mulher na arte. Fizemos varias atividades na Torre Malakoff com produção, exposições, shows, com mulheres sendo as protagonistas. Isso é o que nós acreditamos que os espaços culturais devem ser: de portas abertas. Eles estão aí para a comunidade. Com essas movimentações culturais, queremos mostrar que as mulheres podem tudo</em>”, aponta Conceição Santos, gestora da Torre Malakoff.</p>
<div id="attachment_67565" aria-labelledby="figcaption_attachment_67565" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/esia.png"><img class="size-medium wp-image-67565" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/esia-607x463.png" width="607" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Ésia Guerra é gestora do Cineteatro Guarany</p></div>
<p>“<em>Nesse contexto atual, os desafios são importantes para nós, pois são uma forma de consolidar nossa presença e contribuição, enquanto mulheres, para a sociedade, através de nossas conquistas, criações e inovações. Afinal somos formadoras de opiniões e somos uma grande fábrica de ideias</em>”, fala Ésia Guerra, gestora do Cineteatro Guarany.</p>
<div id="attachment_67556" aria-labelledby="figcaption_attachment_67556" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/32437529397_e47d026756_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67556" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/32437529397_e47d026756_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Juliana Rezende é responsável pela Casa da Cultura Luiz Gonzaga</p></div>
<p>“<em>Com um perfil multitarefa e agregador, que consegue enxergar vários ângulos da gestão de uma forma mais holística, estamos, mesmo com muito ainda a alcançar, ocupando espaços cada vez mais importante em uma área ainda com muita preponderância masculina. Essa diversidade aponta para a diversificação, impactando positivamente na gestão da cultura em todos os âmbitos. Unimos nossos esforços diariamente na gestão e na condução de ações que visam o fortalecimento e a preservação das diversas faces e formas da cultura. Por isso, precisamos ser respeitadas, reconhecidas, colocadas em condição de igualdade e nunca tratadas de forma diferente</em>”, comenta Juliana Rezende, responsável pela Casa da Cultura Luiz Gonzaga.</p>
<div id="attachment_67562" aria-labelledby="figcaption_attachment_67562" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcia-Xamexaes.jpg"><img class="size-medium wp-image-67562" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcia-Xamexaes-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Chamixaes é gestora da Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem</p></div>
<p>“<em>Para mim, é uma grande satisfação, gerir um espaço de tanta importância, porque, além de preservar a memória ferroviária tão importante para o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco, temos a oportunidade de interagir numa área da cidade de grande importância histórica, com comunidades tradicionais para o Estado. Nós conseguimos articular diversas atividades privilegiando esse público feminino. A gente, como mulher tem esse olhar da importância social das mulheres para a construção de uma sociedade mais equilibrada, mais afetiva, mais estável do ponto de vista também da questão emocional, porque a mulher, desde todas as etapas de sua vida, é acostumada a atuar de forma plural. Ela é a mãe, é a pessoa que faz esse amálgama e transforma realmente a sociedade num local de acolhimento</em>”, reflete Márcia Chamixaes, gestora da Estação Capiba/ Museu do Trem.</p>
<div id="attachment_67557" aria-labelledby="figcaption_attachment_67557" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG_20170504_204627_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-67557" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG_20170504_204627_Easy-Resize.com_-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Margot Monteiro é gestora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</p></div>
<p>“<em>O mais importante é o gestor ter o conhecimento, aprofundamento e vivência com a arte. Não acredito que a mulher seja melhor ou pior que os homens, mas acho que existe uma forma de trabalho que deixa as pessoas mais à vontade. O gestor tem que estar à frente dos acontecimentos contemporâneos, pois é uma área que tem mudanças todo momento. A mulher tem facilidade e é mais sensível para acompanhar isso e lidar com problemas administrativos. Tenho uma história de muitos anos nessa parte artística e sempre foi um trabalho em grupo muito positivo, porque as pessoas se sentem bem, se doam muito e trabalham com amor. Acho que as mulheres proporcionam um ambiente mais familiar e isso facilita bastante</em>”, avalia Margot Monteiro, gestora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE).</p>
<div id="attachment_67563" aria-labelledby="figcaption_attachment_67563" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marília.jpg"><img class="size-medium wp-image-67563" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marília-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Marília Mendes é gestora do Espaço Pasárgada &#8211; Casa de Manoel Bandeira</p></div>
<p>“<em>Em Pernambuco, observo que as mulheres vêm exercendo um papel expressivo e fundamental na educação, na cultura e na formulação de políticas públicas. A presença das mulheres na gestão cultural tem uma importância crucial não só pela representatividade de gênero. Ela vem para garantir os espaços de expressão da pluralidade cultural, religiosa, social, racial, sexual e afetiva da mulher, numa perspectiva de convivência com as diferenças, que soma e integra o todo. É pelo conhecimento e reconhecimento dessas faces que podemos plantar e no futuro colher frutos de uma cultura mais justa e igualitária</em>”, conclui Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada/ Casa de Manuel Bandeira.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo sobre elas:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EOMEE5Rhvwo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Conheça mais sobre a cultura pernambucana nos equipamentos do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 11:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/4768147970_4151b21681_b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19174" alt="Val Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/4768147970_4151b21681_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Uma boa mostra do que é a cultura pernambucana, além de uma série de atividades de lazer, serão encontradas nos equipamentos do Estado neste final de semana, de sexta (16) a domingo (18). A novidade é que alguns espaços culturais, a exemplo do Teatro Arraial Ariano Suassuna e do Museu do Estado de Pernambuco, se preparam para receber novas atividades na próxima semana. Confira a programação completa:</p>
<p><strong>Torre Malakoff com exposições e história do Recife Velho</strong></p>
<div id="attachment_16784" aria-labelledby="figcaption_attachment_16784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/IMG_6552.jpg"><img class="size-medium wp-image-16784" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/IMG_6552-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Sobre Papel&#8217; é uma das mostras em exibição na Torre Malakoff</p></div>
<p>Construído no século XIX com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha, o equipamento cultural mais antigo do Bairro do Recife é uma boa pedida para se divertir no final de semana. Além da própria estrutura, que por si só já rende um bom passeio, a <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/torre-malakoff/">Torre Malakoff</a> segue com três mostras gratuitas em cartaz: <em>Gráfica Lenta</em>, <em>Sobre Papel </em>e<em> Luta, Proteção, Vida</em>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-montada-em-grafica-lenta-chega-na-torre-malakoff/"><em>Gráfica Lenta</em> é um trabalho do artista Maurício Castro</a>, que preza por uma criação sem tanta pressa e que tem o lema ‘A prensa é inimiga da perfeição’. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/tecnicas-de-impressao-se-encontram-na-torre-malakoff/">Já<em> Sobre Papel</em> é um trabalho montado com um acervo doado pelo Banco Itaú à Secretaria de Cultura do Estado</a>, que apresenta ao visitante algumas técnicas de impressão em papel que estão sendo deixadas de lado no mundo contemporâneo.</p>
<p>Por fim,<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/exposicao-do-projeto-luta-protecao-vida-chega-a-torre-malakoff/"><em> Luta, Proteção, Vida</em> é um apanhado do trabalho realizado pelo projeto homônimo</a> e vai ocupar o equipamento cultural com símbolos do cotidiano de três comunidades tradicionais do Estado: Povo Xukuru de Ororubá, em Pesqueira; o Acampamento Margarida Alves, no município de Moreno e o Quilombo Timbó, localizado em Garanhuns.</p>
<p>Torre Malakoff<br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 10h às 18h; Sábados e domingos | 15h às 18h;<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3185</p>
<p><strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna se prepara para o JGE</strong></p>
<div id="attachment_19695" aria-labelledby="figcaption_attachment_19695" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alcides Ferraz/Divulgaçãp</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/sexo-a-arte-de-ser-censurado-foto-alcides-ferraz.jpg"><img class="size-medium wp-image-19695" alt="Alcides Ferraz/Divulgaçãp" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/sexo-a-arte-de-ser-censurado-foto-alcides-ferraz-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8216;Sexo, a arte de ser censurado&#8217; é uma das peças que Augusta Ferraz irá encenar no Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>Rebatizado no final do ano passado, o agora <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/teatro-arraial/">Teatro Arraial Ariano Suassuna</a>, localizado na Rua da Aurora, é um dos espaços culturais que integra a programação do 21º Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE). Durante o festival, o equipamento será palco da mostra <em>Augusta Ferraz – 40 Anos de Resistência</em>, nesta segunda (19) e terça (20), além dos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro. No local, quatro espetáculos (<em>Stupro, MEDEAponto, Sexo, a Arte de Ser Censurado</em>, e <em>Guiomar, a Filha da Mãe</em>) vão pincelar um pouco das quatro décadas de carreira da atriz pernambucana, a homenageada desta edição do JGE.</p>
<p>Todas as apresentações a serem encenadas no Teatro Arraial Ariano Suassuna, sempre às 19h, são do Grupo Pharkas Serthanejaz e contam com a participação de Augusta Ferraz. <a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2015/">Confira a programação completa</a>.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE<br />
Programação no 21º Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
19, 20, 31 de janeiro e 1º de fevereiro | 19h<br />
Ingressos variam entre R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e R$ 5 (promocional)</p>
<p><b>Acervo próprio, exposições e muita música no Museu do Estado</b></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MUSEU-DO-ESTADO-MANUELA-GALINDO-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17357" alt="Manuela Galindo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MUSEU-DO-ESTADO-MANUELA-GALINDO-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>No palacete do século XIX, onde viveu o filho do Barão de Beberibe, funciona desde 1929 o<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe/"> Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</a>. Atualmente o acervo do MEPE possui mais de 14 mil itens, agregando importantes coleções que se distribuem nas seguintes categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-brasileira, Ex-votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do Palacete, conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa onde são realizados cursos e oficinas de arte.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/museu-do-estado-inaugura-espaco-sobre-casario-pernambucano-do-seculo-xix/">Conhecido como Palacete Estácio Coimbra</a>, o espaço foi reinaugurado recentemente pelo MEPE e irá retratar como era um casario pernambucano durante o século XIX. Por meio de textos, fotografias e mobiliário de época, os visitantes poderão entender a história do casarão. Ao todo, sete núcleos conceituais em 12 ambientes compõem o palacete, que foi remodelado com o intuito de mostrar como funcionava uma residência urbana da aristocrática há duzentos séculos.</p>
<p>No que diz respeito à programação musical, o Museu do Estado preparou para o verão 2015 uma <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/durante-o-verao-mepe-volta-a-receber-shows-de-atracoes-nacionais/">programação especial para o projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE. </a> Neste próximo sábado (17),o museu será palco de <a href="http://www.toninhoferragutti.com.br/">uma apresentação de Toninho Ferragutti</a>, um dos principais instrumentistas brasileiros da atualidade. Músico, compositor e arranjador, Toninho Ferragutti possui uma extensa participação em shows e em CDs de artistas importantes no Brasil e no exterior. <em><br />
</em></p>
<p>Além disso, na próxima quarta-feira (21), às 19h, o MEPE inaugura a exposição <em>Artesanato do Japão – Tradições e Técnicas</em>. Com acervo da Japan Foundation, a mostra itinerante ficará no Museu do Estado de 22 de janeiro a 8 de fevereiro. A série apresenta um recorte do artesanato feito no Japão, através de utensílios do cotidiano produzidos com materiais como o bambu, entre outros, e conta também com palestras e workshops sobre o tema.</p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
(81) 3184 3170</p>
<p><strong>Exposições e cultura popular no MUBAC</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13994" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Um dos museus mais visitados de Pernambuco, o<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-barro-de-caruaru-mubac/"> Museu do Barro de Caruaru (MUBAC) </a>está instalado num prédio moderno, localizado ao lado do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde todos os anos concentram-se as comemorações do São João do município.</p>
<p>O MUBAC destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O museu está situado no Espaço Zé Caboclo, assim batizado em homenagem a um dos mais conhecidos artesãos do Alto do Moura, povoado famoso por sua forte cultura de raiz e localizado a seis quilômetros do centro de Caruaru.</p>
<p>Seu acervo é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos. O espaço expositivo do museu está composto pelas seguintes salas: Ceramistas do Alto do Moura, Mestre Vitalino e sua família, Coleção Abelardo Rodrigues e Pinacoteca Luiza Maciel, que expõe telas de artistas de Caruaru retratando a cidade e suas tradições. Além disso, o museu conta com uma sala para exposições de curta duração e ações educativas.</p>
<p>Além disso, o espaço sedia uma exposição de autoria do artista plástico pernambucano Joaz Silva, intitulada Linguagem do Agreste. A mostra, que conta com o apoio da Fundarpe, apresenta 20 quadros inéditos do estilo impressionista e tem o objetivo de retratar o cotidiano e os costumes do povo caruaruense.</p>
<p>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)<br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Visitação: Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3701 1533</p>
<p><strong>Artesanato, capoeira e maracatu na Casa da Cultura</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Casa-da-Cultura-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15549" alt="Casa da Cultura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Casa-da-Cultura-1-607x319.jpg" width="607" height="319" /></a></p>
<p>Localizada às margens do Rio Capibaribe, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/casa-da-cultura/">a Casa da Cultura Luiz Gonzaga é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife </a>e um dos cartões postais do estado. O imponente prédio onde está instalada foi construído para abrigar a antiga Casa de Detenção do Recife, que permaneceu por mais de um século como a mais importante penitenciária de Pernambuco.</p>
<p>A Casa da Cultura abriga dois painéis do pintor pernambucano Cícero Dias, que representam a Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1824. Além do Teatro Clênio Wanderley, do Palco Nelson Ferreira e mais de 110 lojas de arte e artesanato, a Casa é endereço da sede de movimentos, associações e sindicatos como o Movimento Negro Unificado, Anistiados Políticos, Sindicato de Artesãos da Região Metropolitana do Recife e de Pernambuco e o Núcleo de Design do SEBRAE.</p>
<p>No que diz respeito a programação cultural do espaço, a Casa da Cultura recebe novamente neste sábado (17) mais um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco. Além disso, na sexta-feira (16), às 18h, tem roda de capoeira com o Mestre do Vale, assim como em todas as terças, quintas e sextas-feiras. As duas atividades são abertas ao público.</p>
<p>Casa da Cultura<br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Roda de capoeira com Mestre do Vale<br />
Terças, quintas e sextas-feiras | 18h<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe<br />
Sábado (10) | 15h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3151</p>
<p><strong>Estação Central Capiba a todo vapor</strong></p>
<div id="attachment_18657" aria-labelledby="figcaption_attachment_18657" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-004.jpg"><img class="size-medium wp-image-18657" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-004-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fachada da Estação Central Capiba, um dos equipamentos mais visitados no último mês</p></div>
<p>Com uma média de visitação de 800 pessoas por dia,<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/estacao-cultural-capiba/"> a Estação Central Capiba</a>, no Bairro de São José, tornou-se o novo xodó dos recifenses. O mais novo equipamento cultural do Governo do Estado abriga o requalificado Museu do Trem, que é considerado o primeiro do Brasil e o segundo do gênero da América Latina. Tendo Gilberto Freyre como patrono, o Museu do Trem foi inaugurado em 25 de outubro 1972 e desativado em outubro de 1983.</p>
<p>O espaço conta com a exposição<em> Chegada e Partida – A Memória do Trem em Pernambuco</em>, com curadoria do museólogo Aluízio Câmara, que reúne mais de 500 peças sobre a memória ferroviária pernambucana, como cadeiras, bilheterias, carimbadores, sinalizadores, apitos, relógios, além de fotografias, cartazes, textos e diversos outros aparelhos relacionados no contexto do trem. Ao todo, mais de R$ 2,5 milhões foram investidos nas reformas, requalificações e compra de equipamentos da Estação Central Capiba/Museu do Trem.</p>
<p>Estação Central Capiba/ Museu do Trem<br />
Rua Floriano Peixoto, s/n, São José (Centro do Recife)<br />
Visitação: Terça a sexta, das 9h às 17h. Sábados e domingos, das 10h às 17h<br />
Telefone para agendamento: (81) 3184 3097</p>
<p><strong>História de Olinda e arte contemporânea no MAC</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MAC-ISABELLA-VALLE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17358" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MAC-ISABELLA-VALLE-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Quem for ao Sítio Histórico de Olinda neste final de semana pode aproveitar e ir conhecer o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-de-arte-contemporanea-mac/">Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC)</a>. Localizado no sítio histórico de Olinda, o MAC foi inaugurado no dia 23 de dezembro de 1966, com a doação de parte da Coleção do Embaixador Assis Chateaubriand ao Estado. Hoje o museu conta com um acervo de mais de 4 mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade.</p>
<p>O Museu de Arte Contemporânea está instalado em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por ter sido a antiga Casa de Câmara e Cadeia Pública do Município de Olinda. O prédio, datado de 1765, foi projetado para ser o Aljube da Diocese, sendo durante todo o período da Inquisição a única prisão eclesiástica que se tem notícia na história do Brasil.</p>
<p>Museu de Arte Contemporânea (MAC)<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3153</p>
<p><strong>Exposições sobre a arte sacra de Pernambuco</strong></p>
<div id="attachment_14077" aria-labelledby="figcaption_attachment_14077" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14459495693_6d9a76a663_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-14077" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14459495693_6d9a76a663_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O MASPE fica instalado na antiga Casa da Câmara, fundada por Duarte Coelho em 1537</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-de-arte-sacra-maspe/">O acervo fixo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE),</a> que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Um dos destaques deste acervo é a coleção de imagens antigas eruditas, policromadas e douradas, datadas do século XVI. Na sua fachada, é possível ver o antigo brasão episcopal e uma placa da Unesco, de 14 de dezembro de 1982, que declara Olinda Monumento Cultural da Humanidade.</p>
<p>Museu de Arte Sacra (MASPE)<br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3184 3154</p>
<p><strong>Costumes do século XVIII no MUREO</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/mureo.jpg"><img class="size-medium wp-image-3721 alignnone" alt="Val Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/mureo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-regional-de-olinda-mureo/">O prédio do Museu Regional de Olinda</a> abriga uma casa museu, um solar em estilo colonial construído entre 1745 e 1749. Originalmente abrigou a residência episcopal. Foi criado em virtude da comemoração do 4° centenário da chegada de Duarte Coelho à Capitania de Pernambuco, sendo inaugurado em 1935.</p>
<p>O MUREO propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado. Seu acervo é composto por mobiliários, pinturas, louças, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade. Ainda, possui um conjunto raro de peças de arte sacra do século XVII e XVIII em terra-cota e madeira.</p>
<p>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3159</p>
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