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	<title>Portal Cultura PE &#187; cícero dias</title>
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		<title>Projeto mapeia esculturas e murais em espaços públicos do Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2016 19:36:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enchendo os olhos de moradores e visitantes, um rico acervo de murais artísticos e esculturas estão espalhados pela capital pernambucana. São monumentos, esculturas, estátuas, bustos, murais, painéis em cerâmica, pinturas e azulejos datados do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar este valoroso patrimônio artístico, histórico e cultural ainda mais conhecido, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Enchendo os olhos de moradores e visitantes, um rico acervo de murais artísticos e esculturas estão espalhados pela capital pernambucana. São monumentos, esculturas, estátuas, bustos, murais, painéis em cerâmica, pinturas e azulejos datados do século XVII até os dias atuais. Com a intenção de tornar este valoroso patrimônio artístico, histórico e cultural ainda mais conhecido, o projeto <strong>Recife Arte Pública</strong> mapeou estas obras e, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, apresenta nesta quinta-feira, 25/2, o resultado do trabalho.</p>
<div id="attachment_34014" aria-labelledby="figcaption_attachment_34014" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hassan Santos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/grifo-em-bronze-MEPE_hassan-santos.jpg"><img class="size-medium wp-image-34014" alt="Hassan Santos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/grifo-em-bronze-MEPE_hassan-santos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grifo em bronze (Fundição Val d&#8217;Osne), que está no Museu do Estado, é uma das obras mapeadas</p></div>
<p>Dois mapeamentos distintos foram realizados: escultura e mural. O livreto <em>“Recife Arte Pública: Escultura</em>” apresenta mais de 100 pontos de localização. Durante a pesquisa, a equipe visitou trinta e dois bairros da Região Metropolitana do Recife (RMR) e traz como resultado o mapeamento de mais de duzentas esculturas públicas. <em>“A arte pública testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”</em>, explica a coordenadora de pesquisa, Lúcia Padilha.</p>
<p>Mais de 70 murais em espaços públicos e espaços privados com acesso ao público na cidade também foram mapeados. Vinte bairros da RMR foram visitados para compor o site<em> “Recife Arte Pública: Murais”</em>, que traz em seu conteúdo informações sobre a obra de arte, o artista, sua localização e dados para acessar o mural mapeado.</p>
<p>Nas ruas, em parques, praças e prédios, a arte pública do Recife conta a sua história através da arte, que inclui obras de grandes artistas como Cícero Dias, Abelardo da Hora, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Corbiniano Lins.</p>
<div id="attachment_34015" aria-labelledby="figcaption_attachment_34015" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno Laprovitera</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/painel-frei-caneca_casa-da-cultura_cicero-dias_foto-breno-laprovitera.jpg"><img class="size-medium wp-image-34015" alt="Breno Laprovitera" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/painel-frei-caneca_casa-da-cultura_cicero-dias_foto-breno-laprovitera-607x393.jpg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Painel de Cícero Dias sobre Frei Caneca pode ser apreciado na Casa da Cultura</p></div>
<p>O projeto é idealizado pela arquiteta e arte-educadora Lucia Padilha Cardoso. A equipe de pesquisa conta com os educadores Niedja Santos e Hassan Santos, com produção de Janaisa Cardoso e design gráfico da Zoludesign.</p>
<p>O registro das obras em mural é de autoria do fotógrafo Breno Laprovitera e compõem o site “Recife Arte Pública: murais”. As fotos das esculturas foram realizadas por Nando Chiappetta e integram o livreto “Recife Arte Pública: Escultura”, que será distribuído, gratuitamente, em pontos culturais da cidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço<br />
</strong></span><strong>Quinta-feira, 25 de fevereiro, a partir das 17h<br />
</strong>- Lançamento do projeto “Recife Arte Pública” com distribuição do livreto e divulgação do site <strong><a href="http://www.recifeartepublica.com.br" target="_blank">www.recifeartepublica.com.br<br />
</a></strong>- Abertura da exposição de fotografias de arte pública da cidade do Recife<br />
No Museu Murillo La Greca (<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366 &#8211; Parnamirim/Recife)</em></em></em></em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><span style="text-decoration: underline;"><strong>SAIBA MAIS<br />
</strong></span><em>*Com informações da assessoria do projeto</em></em></em></em></em></em></em></p>
<p><strong>Esculturas</strong></p>
<p>O livreto “Recife Arte Pública: Escultura” apresenta mais de 100 pontos de localização para conhecer esses patrimônios construídos em espaços públicos do Recife. Na sua maioria, são locais com livre acesso, alguns possuem horários de visitação, enquanto que outros espaços são privados, porém com acesso ao público. Todas as informações necessárias para visitação das obras estão contempladas na publicação.</p>
<p>Durante a pesquisa, a equipe visitou 32 (trinta e dois) bairros da Região Metropolitana do Recife e traz como resultado o mapeamento de mais de 200 esculturas públicas nas quatro zonas principais da cidade: <i>Leste (Centro), Norte, Oeste e Sul</i>.</p>
<p>Entre as obras da pesquisa estão esculturas francesas do século XVIII como as instaladas no Museu do Estado, Praça da República e Ponte Maurício de Nassau. São esculturas de ferro produzidas pelos mesmos autores das peças encontradas no acervo de museus franceses como o d’Orsay, em Paris. Outras esculturas dessa mesma época podem ser vistas, feitas em mármore ou bronze, muitas delas associadas à arquitetura de prédios ou compondo o contexto urbano da cidade.</p>
<p>Dos artistas pernambucanos, Abelardo da Hora e Francisco Brennand são autores de grande parte do acervo da arte pública do Recife. Realizadas no modernismo, são esculturas e monumentos produzidos, em sua maior parte, entre as décadas de 40 e 60, utilizando técnicas e materiais diversos, como cerâmica, pedra, bronze, entre outros. Além deles, outros grandes nomes se fazem presente nessa exposição a céu aberto, como Corbiniano Lins e José Cláudio. Muitas dessas obras reforçam a memória da nossa sociedade e constroem a cultura pernambucana.</p>
<p>Mais contemporâneas, instaladas às margens do Rio Capibaribe ou em praças públicas, esculturas e monumentos nascem com a vocação de fazer lembrar, evocar, celebrar, como o “Monumento Tortura Nunca Mais” e a escultura “Carne da Minha Perna”, um caranguejo confeccionado com sucata de ferro que homenageia o músico Chico Science e o geógrafo pernambucano Josué de Castro.</p>
<p>Da mesma maneira, as esculturas dos escritores do Recife que compõem o “Circuito da Poesia” prestam homenagem aos poetas que nasceram ou viveram no Recife, como Capiba, Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Carlos Pena Filho e Clarice Lispector. Contemporâneo também é o “Parque de Esculturas de Francisco Brennand”, com 90 esculturas do artista e os 40 metros quadrados no piso do Marco Zero, considerado o ponto de partida da cidade, que traz a obra “Rosa dos Ventos”, de Cícero Dias, e representa a origem do mundo e do Recife.</p>
<p>“A ausência de um inventário sobre esse patrimônio material contribui para o esquecimento e desvalorização desse tesouro cultural pernambucano. A arte pública, ao ser criada para a cidade, testemunha o crescimento urbano, e deve ser vista sob esse caráter documental, um verdadeiro acervo público disponível a toda sociedade”, explica Lúcia.</p>
<p><strong>Murais</strong></p>
<p>O projeto mapeou mais de 70 (setenta) murais em espaços públicos e espaços privados com acesso ao público na cidade do Recife. Durante a pesquisa, a equipe visitou 20 (vinte) bairros da Região Metropolitana do Recife, com a intenção de compor o site “Recife Arte Pública: Murais”, com acesso pelo endereço <a href="http://www.recifeartepublica.com.br/">www.recifeartepublica.com.br</a>. O site traz em seu conteúdo informações sobre a obra de arte, o artista, sua localização e dados para acessar o mural mapeado.</p>
<p>Entre os principais nomes da arte em mural do Recife estão grandes artistas plásticos pernambucanos como Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres, Abelardo da Hora, Cícero Dias, Delfim Amorim, Petrônio Cunha, Maurício Silva, José Paulo, entre outros. Boa parte produzidos entre as décadas de 40 e 90 e disponíveis para apreciação.</p>
<p>O primeiro mural abstrato da América do Sul encontra-se na capital pernambucana, de autoria de Cícero Dias, e está exposto na Secretaria da Fazenda do Estado. Muitos prédios recifenses abrigam nas suas fachadas a arte mural de Francisco Brennand, como o mural de duzentos metros de altura, de 1967, que ocupa metade da lateral de um edifício situado na Rua do Sol. Da mesma forma, os painéis em azulejos de Delfim Amorim compõem fachadas de edifícios que são referência na cidade, como o Edifício Acaiaca em Boa Viagem e o prédio do IMIP no bairro dos Coelhos.</p>
<p>Lula Cardoso Ayres assina muitos murais espalhados pela cidade, como o do hall do Cinema São Luiz. Corbiniano Lins e Abelardo da Hora também contribuem com esse acervo de painéis e murais artísticos pelo Recife, especialmente com temáticas mais políticas como o mural “Joaquim Nabuco e a Abolição da Escravatura”, na Rua do Sol e os cinco painéis em azulejo intitulado “Revoluções Pernambucanas” em Santo Amaro. Os artistas mais contemporâneos também participam com obras espalhadas pela cidade como os painéis de Christina Machado, Rinaldo e Maurício Silva no Bar Central.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> </strong></span></p>
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		<title>Catálogo &#8220;Pernambuco Experimental&#8221; tem duplo lançamento no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/catalogo-pernambuco-experimental-tem-duplo-lancamento-no-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 14:10:18 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-30520" alt="Pe_experimental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Pe_experimental-607x224.png" width="607" height="224" /></a></p>
<p>A diversidade da arte produzida no estado no período entre 1920 e 1980 é explorada no catálogo “Pernambuco Experimental”, que será lançado nesta sexta-feira (25/09) no Recife, com bate-papo com os autores. O lançamento acontece com dois momentos: às 15h, na Galeria Capibaribe, no hall do Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e às 19h, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM). Nos dois lugares, os livros serão distribuídos gratuitamente. A publicação é relativa à exposição realizada homônima realizada de dezembro de 2013 a março de 2014, no Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro, com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O catálogo reúne ilustrações, ensaio inédito da curadora da exposição Clarissa Diniz e textos de críticos convidados, Zanna Gilbert, Adolfo Montejo Navas, Jomard Muniz de Brito e José Claudio. A edição é bilíngue, com textos em português e inglês. Com projeto gráfico do pernambucano Raul Luna, o livro é uma evidência do caráter experimental das artes gráficas do estado, que se estende à contemporaneidade por meio de um design arrojado e de notável consciência espacial.</p>
<p>O livro se constitui um documento fundamental acerca da história da arte de Pernambuco. Com a atuação de artistas como Vicente do Rego Monteiro, Cícero Dias, Joaquim Cardozo, João Cabral de Melo Neto, Aloísio Magalhães, O Gráfico Amador, José Cláudio, Jomard Muniz de Britto, Paulo Bruscky, Daniel Santiago, Montez Magno, grupo Vivencial Diversiones, grupo Ave Sangria, Lula Cortes, dentre tantos outros, é possível vislumbrar a riqueza experimental dessa história que, sobretudo nas décadas de 50, 60 e 70 encontra um momento de profícua radicalidade.</p>
<p>Foi durante essas décadas que novos meios são experimentados (impressões, vídeo, fotografia, intervenção) e o corpo surge como protagonista, levando a criticidade da arte a consequências políticas significativas por meio da experimentação. A exposição, que ocupou 900m2 do MAR, apresentou trabalhos e documentos desse período, reunindo diversas obras (pinturas, desenhos, fotografias, vídeos, performances), uma programação de filmes e um ciclo de debates.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong> Lançamento do livro “Pernambuco Experimental”</strong><br />
Dia 25 de Setembro de 2015<br />
Bate-papo com os autores. Os livros serão distribuídos gratuitamente.<strong><br />
</strong>15h &#8211; Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Hall do Centro de Artes e Comunicação:<br />
Av. Prof. Moraes,1235, Cidade Universitária<br />
19H &#8211; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM) &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista.</p>
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		<title>Conheça mais sobre a cultura pernambucana nos equipamentos do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/conheca-mais-sobre-a-cultura-pernambucana-nos-equipamentos-do-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 11:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/4768147970_4151b21681_b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19174" alt="Val Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/4768147970_4151b21681_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Uma boa mostra do que é a cultura pernambucana, além de uma série de atividades de lazer, serão encontradas nos equipamentos do Estado neste final de semana, de sexta (16) a domingo (18). A novidade é que alguns espaços culturais, a exemplo do Teatro Arraial Ariano Suassuna e do Museu do Estado de Pernambuco, se preparam para receber novas atividades na próxima semana. Confira a programação completa:</p>
<p><strong>Torre Malakoff com exposições e história do Recife Velho</strong></p>
<div id="attachment_16784" aria-labelledby="figcaption_attachment_16784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/IMG_6552.jpg"><img class="size-medium wp-image-16784" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/IMG_6552-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Sobre Papel&#8217; é uma das mostras em exibição na Torre Malakoff</p></div>
<p>Construído no século XIX com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha, o equipamento cultural mais antigo do Bairro do Recife é uma boa pedida para se divertir no final de semana. Além da própria estrutura, que por si só já rende um bom passeio, a <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/torre-malakoff/">Torre Malakoff</a> segue com três mostras gratuitas em cartaz: <em>Gráfica Lenta</em>, <em>Sobre Papel </em>e<em> Luta, Proteção, Vida</em>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-montada-em-grafica-lenta-chega-na-torre-malakoff/"><em>Gráfica Lenta</em> é um trabalho do artista Maurício Castro</a>, que preza por uma criação sem tanta pressa e que tem o lema ‘A prensa é inimiga da perfeição’. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/tecnicas-de-impressao-se-encontram-na-torre-malakoff/">Já<em> Sobre Papel</em> é um trabalho montado com um acervo doado pelo Banco Itaú à Secretaria de Cultura do Estado</a>, que apresenta ao visitante algumas técnicas de impressão em papel que estão sendo deixadas de lado no mundo contemporâneo.</p>
<p>Por fim,<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/exposicao-do-projeto-luta-protecao-vida-chega-a-torre-malakoff/"><em> Luta, Proteção, Vida</em> é um apanhado do trabalho realizado pelo projeto homônimo</a> e vai ocupar o equipamento cultural com símbolos do cotidiano de três comunidades tradicionais do Estado: Povo Xukuru de Ororubá, em Pesqueira; o Acampamento Margarida Alves, no município de Moreno e o Quilombo Timbó, localizado em Garanhuns.</p>
<p>Torre Malakoff<br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 10h às 18h; Sábados e domingos | 15h às 18h;<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3185</p>
<p><strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna se prepara para o JGE</strong></p>
<div id="attachment_19695" aria-labelledby="figcaption_attachment_19695" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alcides Ferraz/Divulgaçãp</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/sexo-a-arte-de-ser-censurado-foto-alcides-ferraz.jpg"><img class="size-medium wp-image-19695" alt="Alcides Ferraz/Divulgaçãp" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/sexo-a-arte-de-ser-censurado-foto-alcides-ferraz-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo &#8216;Sexo, a arte de ser censurado&#8217; é uma das peças que Augusta Ferraz irá encenar no Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>Rebatizado no final do ano passado, o agora <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/teatro-arraial/">Teatro Arraial Ariano Suassuna</a>, localizado na Rua da Aurora, é um dos espaços culturais que integra a programação do 21º Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE). Durante o festival, o equipamento será palco da mostra <em>Augusta Ferraz – 40 Anos de Resistência</em>, nesta segunda (19) e terça (20), além dos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro. No local, quatro espetáculos (<em>Stupro, MEDEAponto, Sexo, a Arte de Ser Censurado</em>, e <em>Guiomar, a Filha da Mãe</em>) vão pincelar um pouco das quatro décadas de carreira da atriz pernambucana, a homenageada desta edição do JGE.</p>
<p>Todas as apresentações a serem encenadas no Teatro Arraial Ariano Suassuna, sempre às 19h, são do Grupo Pharkas Serthanejaz e contam com a participação de Augusta Ferraz. <a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2015/">Confira a programação completa</a>.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE<br />
Programação no 21º Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
19, 20, 31 de janeiro e 1º de fevereiro | 19h<br />
Ingressos variam entre R$ 20 (inteira), R$ 10 (meia) e R$ 5 (promocional)</p>
<p><b>Acervo próprio, exposições e muita música no Museu do Estado</b></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MUSEU-DO-ESTADO-MANUELA-GALINDO-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17357" alt="Manuela Galindo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MUSEU-DO-ESTADO-MANUELA-GALINDO-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>No palacete do século XIX, onde viveu o filho do Barão de Beberibe, funciona desde 1929 o<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-estado-de-pernambuco-mepe/"> Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</a>. Atualmente o acervo do MEPE possui mais de 14 mil itens, agregando importantes coleções que se distribuem nas seguintes categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-brasileira, Ex-votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do Palacete, conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa onde são realizados cursos e oficinas de arte.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/museu-do-estado-inaugura-espaco-sobre-casario-pernambucano-do-seculo-xix/">Conhecido como Palacete Estácio Coimbra</a>, o espaço foi reinaugurado recentemente pelo MEPE e irá retratar como era um casario pernambucano durante o século XIX. Por meio de textos, fotografias e mobiliário de época, os visitantes poderão entender a história do casarão. Ao todo, sete núcleos conceituais em 12 ambientes compõem o palacete, que foi remodelado com o intuito de mostrar como funcionava uma residência urbana da aristocrática há duzentos séculos.</p>
<p>No que diz respeito à programação musical, o Museu do Estado preparou para o verão 2015 uma <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/durante-o-verao-mepe-volta-a-receber-shows-de-atracoes-nacionais/">programação especial para o projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE. </a> Neste próximo sábado (17),o museu será palco de <a href="http://www.toninhoferragutti.com.br/">uma apresentação de Toninho Ferragutti</a>, um dos principais instrumentistas brasileiros da atualidade. Músico, compositor e arranjador, Toninho Ferragutti possui uma extensa participação em shows e em CDs de artistas importantes no Brasil e no exterior. <em><br />
</em></p>
<p>Além disso, na próxima quarta-feira (21), às 19h, o MEPE inaugura a exposição <em>Artesanato do Japão – Tradições e Técnicas</em>. Com acervo da Japan Foundation, a mostra itinerante ficará no Museu do Estado de 22 de janeiro a 8 de fevereiro. A série apresenta um recorte do artesanato feito no Japão, através de utensílios do cotidiano produzidos com materiais como o bambu, entre outros, e conta também com palestras e workshops sobre o tema.</p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
(81) 3184 3170</p>
<p><strong>Exposições e cultura popular no MUBAC</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13994" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Um dos museus mais visitados de Pernambuco, o<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-barro-de-caruaru-mubac/"> Museu do Barro de Caruaru (MUBAC) </a>está instalado num prédio moderno, localizado ao lado do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde todos os anos concentram-se as comemorações do São João do município.</p>
<p>O MUBAC destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O museu está situado no Espaço Zé Caboclo, assim batizado em homenagem a um dos mais conhecidos artesãos do Alto do Moura, povoado famoso por sua forte cultura de raiz e localizado a seis quilômetros do centro de Caruaru.</p>
<p>Seu acervo é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos. O espaço expositivo do museu está composto pelas seguintes salas: Ceramistas do Alto do Moura, Mestre Vitalino e sua família, Coleção Abelardo Rodrigues e Pinacoteca Luiza Maciel, que expõe telas de artistas de Caruaru retratando a cidade e suas tradições. Além disso, o museu conta com uma sala para exposições de curta duração e ações educativas.</p>
<p>Além disso, o espaço sedia uma exposição de autoria do artista plástico pernambucano Joaz Silva, intitulada Linguagem do Agreste. A mostra, que conta com o apoio da Fundarpe, apresenta 20 quadros inéditos do estilo impressionista e tem o objetivo de retratar o cotidiano e os costumes do povo caruaruense.</p>
<p>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)<br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Visitação: Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3701 1533</p>
<p><strong>Artesanato, capoeira e maracatu na Casa da Cultura</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Casa-da-Cultura-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15549" alt="Casa da Cultura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Casa-da-Cultura-1-607x319.jpg" width="607" height="319" /></a></p>
<p>Localizada às margens do Rio Capibaribe, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/casa-da-cultura/">a Casa da Cultura Luiz Gonzaga é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife </a>e um dos cartões postais do estado. O imponente prédio onde está instalada foi construído para abrigar a antiga Casa de Detenção do Recife, que permaneceu por mais de um século como a mais importante penitenciária de Pernambuco.</p>
<p>A Casa da Cultura abriga dois painéis do pintor pernambucano Cícero Dias, que representam a Revoluções Pernambucanas de 1817 e 1824. Além do Teatro Clênio Wanderley, do Palco Nelson Ferreira e mais de 110 lojas de arte e artesanato, a Casa é endereço da sede de movimentos, associações e sindicatos como o Movimento Negro Unificado, Anistiados Políticos, Sindicato de Artesãos da Região Metropolitana do Recife e de Pernambuco e o Núcleo de Design do SEBRAE.</p>
<p>No que diz respeito a programação cultural do espaço, a Casa da Cultura recebe novamente neste sábado (17) mais um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco. Além disso, na sexta-feira (16), às 18h, tem roda de capoeira com o Mestre do Vale, assim como em todas as terças, quintas e sextas-feiras. As duas atividades são abertas ao público.</p>
<p>Casa da Cultura<br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Roda de capoeira com Mestre do Vale<br />
Terças, quintas e sextas-feiras | 18h<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe<br />
Sábado (10) | 15h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3151</p>
<p><strong>Estação Central Capiba a todo vapor</strong></p>
<div id="attachment_18657" aria-labelledby="figcaption_attachment_18657" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-004.jpg"><img class="size-medium wp-image-18657" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-004-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fachada da Estação Central Capiba, um dos equipamentos mais visitados no último mês</p></div>
<p>Com uma média de visitação de 800 pessoas por dia,<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/estacao-cultural-capiba/"> a Estação Central Capiba</a>, no Bairro de São José, tornou-se o novo xodó dos recifenses. O mais novo equipamento cultural do Governo do Estado abriga o requalificado Museu do Trem, que é considerado o primeiro do Brasil e o segundo do gênero da América Latina. Tendo Gilberto Freyre como patrono, o Museu do Trem foi inaugurado em 25 de outubro 1972 e desativado em outubro de 1983.</p>
<p>O espaço conta com a exposição<em> Chegada e Partida – A Memória do Trem em Pernambuco</em>, com curadoria do museólogo Aluízio Câmara, que reúne mais de 500 peças sobre a memória ferroviária pernambucana, como cadeiras, bilheterias, carimbadores, sinalizadores, apitos, relógios, além de fotografias, cartazes, textos e diversos outros aparelhos relacionados no contexto do trem. Ao todo, mais de R$ 2,5 milhões foram investidos nas reformas, requalificações e compra de equipamentos da Estação Central Capiba/Museu do Trem.</p>
<p>Estação Central Capiba/ Museu do Trem<br />
Rua Floriano Peixoto, s/n, São José (Centro do Recife)<br />
Visitação: Terça a sexta, das 9h às 17h. Sábados e domingos, das 10h às 17h<br />
Telefone para agendamento: (81) 3184 3097</p>
<p><strong>História de Olinda e arte contemporânea no MAC</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MAC-ISABELLA-VALLE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17358" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/MAC-ISABELLA-VALLE-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>Quem for ao Sítio Histórico de Olinda neste final de semana pode aproveitar e ir conhecer o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-de-arte-contemporanea-mac/">Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC)</a>. Localizado no sítio histórico de Olinda, o MAC foi inaugurado no dia 23 de dezembro de 1966, com a doação de parte da Coleção do Embaixador Assis Chateaubriand ao Estado. Hoje o museu conta com um acervo de mais de 4 mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade.</p>
<p>O Museu de Arte Contemporânea está instalado em um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por ter sido a antiga Casa de Câmara e Cadeia Pública do Município de Olinda. O prédio, datado de 1765, foi projetado para ser o Aljube da Diocese, sendo durante todo o período da Inquisição a única prisão eclesiástica que se tem notícia na história do Brasil.</p>
<p>Museu de Arte Contemporânea (MAC)<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3153</p>
<p><strong>Exposições sobre a arte sacra de Pernambuco</strong></p>
<div id="attachment_14077" aria-labelledby="figcaption_attachment_14077" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14459495693_6d9a76a663_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-14077" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14459495693_6d9a76a663_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O MASPE fica instalado na antiga Casa da Câmara, fundada por Duarte Coelho em 1537</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-de-arte-sacra-maspe/">O acervo fixo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE),</a> que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Um dos destaques deste acervo é a coleção de imagens antigas eruditas, policromadas e douradas, datadas do século XVI. Na sua fachada, é possível ver o antigo brasão episcopal e uma placa da Unesco, de 14 de dezembro de 1982, que declara Olinda Monumento Cultural da Humanidade.</p>
<p>Museu de Arte Sacra (MASPE)<br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3184 3154</p>
<p><strong>Costumes do século XVIII no MUREO</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/mureo.jpg"><img class="size-medium wp-image-3721 alignnone" alt="Val Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/mureo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-regional-de-olinda-mureo/">O prédio do Museu Regional de Olinda</a> abriga uma casa museu, um solar em estilo colonial construído entre 1745 e 1749. Originalmente abrigou a residência episcopal. Foi criado em virtude da comemoração do 4° centenário da chegada de Duarte Coelho à Capitania de Pernambuco, sendo inaugurado em 1935.</p>
<p>O MUREO propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado. Seu acervo é composto por mobiliários, pinturas, louças, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade. Ainda, possui um conjunto raro de peças de arte sacra do século XVII e XVIII em terra-cota e madeira.</p>
<p>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3159</p>
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		<title>Museu do Estado recebe exposição com obras de grandes nomes das artes plásticas brasileiras</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 17:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em mais uma iniciativa de valorização da cultura brasileira e da produção artística local, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) inaugura nesta terça-feira, 26 de agosto, a exposição Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil. A mostra utiliza como referência a relação entre artes plásticas e poesia, com curadoria de Helena Severo. Além dos artistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/5_Cicero-Dias_Baile-no-Campo_1937.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12737" alt="Cícero Dias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/5_Cicero-Dias_Baile-no-Campo_1937-580x486.jpg" width="580" height="486" /></a></p>
<p>Em mais uma iniciativa de valorização da cultura brasileira e da produção artística local, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) inaugura nesta terça-feira, 26 de agosto, a exposição Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil. A mostra utiliza como referência a relação entre artes plásticas e poesia, com curadoria de Helena Severo. Além dos artistas pernambucanos que já integram o acervo do Santander, como Gilvan Samico, Cícero Dias e José Cláudio, trabalhos de outros dois talentos do Estado, Joaquim Cardozo e Carlos Pena Filho, foram especialmente selecionados para compor a narrativa no Recife.</p>
<p>Com percurso livre, a exposição tem como objetivo levar a arte brasileira a um público amplo e oferecer múltiplas possibilidades de leitura para as obras de seu próprio acervo, com o apoio narrativo de fragmentos de poemas selecionados. A Coleção Santander Brasil, formada pelas obras de arte dos bancos que foram sendo integrados ao grupo, reúne um significativo capital da cultura brasileira. A partir da análise deste conjunto, identificou-se um expressivo núcleo de arte moderna brasileira, além de diferentes manifestações culturais, incluindo arte popular e de cartografia dos séculos XVII ao XIX.</p>
<p>“A vinda da exposição Narrativas Poéticas para o Recife, através do Santander, é um grande presente para o pernambucano. Uma experiência artística importante, que só contribui para o enriquecimento do nosso repertório cultural e para a valorização das artes plásticas brasileira”, diz o secretário de Cultura de Pernambuco, Marcelo Canuto. Ele também saúda a parceria que o Santander firmou com o Governo do Estado, através do MEPE, que proporcionou esta exposição, entre outros projetos.</p>
<p>Maria Digna Pessoa de Queiroz, diretora do MEPE, afirma: “Estamos muito felizes em receber Narrativas Poéticas aqui no Museu do Estado. Mais felizes ainda em perceber que nomes pernambucanos como Samico, José Cláudio e Cícero Dias fazem parte da coleção. Sabemos da importância deste acervo para a memória das artes no Brasil”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/10_Gilvan-Samico_O-Enigma_1989.jpg"><img class="size-medium wp-image-12738 alignright" alt="Gilvan Samico" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/10_Gilvan-Samico_O-Enigma_1989-302x486.jpg" width="302" height="486" /></a></p>
<p>Após anos de rigoroso trabalho de catalogação, conservação, restauro e pesquisa, esta é a primeira exposição itinerante com obras da Coleção Santander Brasil. Entre as 59 obras que fazem parte da exposição, destacam-se as de expoentes do Modernismo brasileiro, como Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Alfredo Volpi e Tomie Ohtake, e também alguns trabalhos recentes, de artistas como Tuca Reinés, Fernanda Rappa e Renata de Bonis.</p>
<p>O poeta, filósofo e ensaísta Antonio Cicero, em parceria com Eucanaã Ferraz, é responsável pela seleção de 48 fragmentos de poemas de 24 grandes poetas brasileiros, como João Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de Andrade e Vinicius de Moraes.</p>
<p>Outro diferencial da exposição é a inclusão de quatro obras reproduzidas em alto relevo para vivências táteis de pessoas com deficiência visual. São quatro totens que contêm relevos em resina das telas selecionadas, que poderão ser manipulados. As obras escolhidas foram Baile no Campo, de Cícero Dias; Figura, de Milton da Costa; Paisagem, de Francisco Rebolo; e Série Amazônica, de Ivan Serpa.</p>
<p>Narrativas Poéticas já passou por Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, com registro de mais de 200 mil visitantes nas quatro capitais. Antes do fim do ano, a exposição ainda seguirá para Fortaleza.</p>
<p><strong>Curiosidades</strong></p>
<p>O primeiro ciclo do movimento Modernista foi marcado pela busca de uma linguagem genuinamente brasileira, capaz de revelar nossa identidade, nosso verdadeiro caráter nacional. Este instante fundacional do movimento assinala o surgimento de uma arte que se quer brasileira, modernamente brasileira.</p>
<p>Expoentes do Modernismo, como Mário e Oswald de Andrade que lutaram contra a concepção de nação atrelada a relações de poder oligárquicas, acreditavam que só sairíamos da pré-modernidade se assumíssemos nosso verdadeiro caráter nacional. Partiram em busca de nossas raízes forjando, em suas obras, uma estética de caráter nativista e regionalista.</p>
<p>É o momento de afirmação de nossa produção artística. Do nacionalismo exacerbado, da busca pela construção de uma arte capaz de se impor no cenário internacional por sua dimensão de brasilidade, o projeto modernista caminhou para um patamar mais universal chegando ao século XXI aberto à diversidade e ao multiculturalismo.</p>
<p>O purismo inicial deu lugar ao entendimento de que a cultura é resultado de uma construção histórica que se faz na dinâmica dos contatos entre povos e visões de mundo diferenciadas. Ninguém possui uma só identidade e a pujança de uma cultura reside, sobretudo, na diversidade buscada e assumida.</p>
<p><strong>Mostra Narrativas Poéticas – Coleção Santander Brasil</strong><br />
27 de agosto até 12 de outubro de 2014 (26 de agosto abertura para convidados)<br />
Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE<br />
Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife-PE | (81) 3184-3174</p>
<p>Horário de Funcionamento<br />
Terça a sexta-feira, das 9h às 17h;<br />
Sábados e domingos, das 14h às 17h</p>
<p>Ingressos<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada para estudantes, professores e idosos acima de 60 anos)</p>
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