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A inesgotável arte de improvisar sobre o cotidiano

Gravatá acompanha, até esta quinta (3/10), o 36º Festival de Violeiros, que reúne os melhores repentistas do Agreste pernambucano

Em versos e rimas, o poder quase que mediúnico da improvisação é uma das característica mais marcantes dos cantadores nordestinos. À medida que são estimulados pelas situações mais comuns ao cotidiano, palavras vão brotando do fundo da mente e ganhando acordes, desafiando uma criatividade sem fim. Em celebração à arte e à força do repente, Gravatá promove, este ano, o 36º Festival de Violeiros da cidade, que chega ao fim nesta quinta (3/10). O último dia do evento que acontece no município agrestino conta com apoio do Governo do Estado e está integrado ao Festival Pernambuco Nação Cultural.

Foto: Clara Gouvêa

Foto: Clara Gouvêa

Final do Festival desafia a criatividade dos violeiros.

O festival começou nesta última terça (1/10). Em três dias, o evento contou com mais de 30 participantes. Nesta última etapa, que acontece na Praça 10 (centro de Gravatá), a partir das 20h, será realizada a tão esperada competição, que vai por à prova a inesgotável capacidade criativa de repentistas. Serão cinco duplas concorrentes, além de duas duplas que se apresentarão especialmente e, ainda, a participação de um declamador.

A competição consiste no sorteio de um tema para cada dupla. Em 20 minutos, elas terão que, de improviso, cantar seu repente, baseado no tema sorteado, em quatro modalidades diferentes: sextilha (com estrofes de seis versos), setissílabos (estrofes de sete versos), decassílabos (estrofes com 10 versos) e um gênero de livre escolha dos participantes. As três primeiras modalidades é que serão colocadas em competição. Fazem parte da comissão julgadora Josenilso França, João Olímpio, Nego Mandurí, Tindara e Isaías Olímpio.

Veja abaixo os repentistas que participam do último dia do 36º Festival de Violeiros de Gravatá:

Juanildo Vila Nova (PE) e João Paraibano (PE)

Hipólito Moura (PI) e João Lourenço (PB)

Edvaldo Zuzú (PE) e Severino Dionízio (PE)

Zé Galdino (PE) e Luciano Leonel (PE)

Rogério Menezes (PB) e Raimundo Caetano (PB)

Heleno de Oliveira (PE) e Maximino Bezerra (PE)

Daniel Olímpio e Djair Olímpio (PE)

 

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