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Garanhuns abraça as ações de cinema do FIG

Por: André Dib

Renata Pires

Renata Pires

“Tatuagem”: público conversa com diretor Hilton Lacerda sobre seu premiado longa-metragem

Na sala 1, Transformers; na sala 2, onze filmes de seis países. Diversidade, eis a principal contribuição da 10ª Mostra de Cinema do FIG para a cidade de Garanhuns. Durante uma semana, filmes que dificilmente estreariam no Cine Eldorado estiveram disponíveis para o público, entre eles os pernambucanos Tatuagem e Amor, Plástico e Barulho (com a presença dos diretores), e o vencedor da Palma de Ouro em Cannes, Azul é a cor mais quente.

De acordo com a coordenadoria de cinema da Secult/Fundarpe, mais de mil pessoas foram atendidas entre a programação da Mostra, sessões inclusivas, feitas no próprio cinema e no Hospital Psiquiátrico Providência e a Mostra Itinerante Cinema na Estrada. Os filmes infantis foram os recordistas, com a animação brasileira Minhocas na liderança.

“É importante chamar a atenção para a produção nacional nessa categoria”, diz o crítico de cinema Luiz Joaquim, curador da mostra. “Dentro das possibilidades disponíveis no mercado, procuramos oferecer um painel de filmes de distintas partes do mundo, os pernambucanos mais recentes em 35mm e, entre os brasileiros, títulos que se comunicassem bem com o público”.

Para a coordenadora de cinema da Fundarpe, Carla Francine, o saldo da mostra tem sido positivo. “A mostra foi novamente abraçada pelo público, desde o primeiro dia. Em alguns casos, como se trata de uma filmografia que a população não tem tanto acesso, o estranhamento é normal, mas isso faz parte do processo de formação de plateia”, diz a gestora.

Para o ano que vem, a meta é aumentar as sessões com acessibilidade, um dos destaques deste ano, assim como levar cinema para mais comunidades carentes com o Cinema na Estrada.

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