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CEPC-PE: Na beleza das cores, Tereza se fez imortal

Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe

Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe

Teresa na sacada de sua casa, na Rua do Amparo

No último domingo (26), o Brasil se despediu da artista plástica, Tereza Costa Rêgo, pintora que escolheu as ladeiras de Olinda para morar, após exílio, nos tempos da ditadura militar.

Tereza, muito admirada, teve uma linda história, marcada, sobretudo pela arte e pelo empoderamento.

Enfrentou, por muitos anos, os mais significativos obstáculos de seu tempo, do patriarcalismo a repressão política. Mas nenhum deles conseguiu conter sua coragem. Pois tinha a força e a ousadia, semelhante as nossas heroínas de Tejucupapo.

Em toda sua vida, Tereza foi mulher, amor e beleza. Suas obras mostram um pouco de sua história e imaginário. E seu legado, como artista e militante das causas mais justas e humanas, sempre será lembrado em Pernambuco e no Brasil.

Sem dúvidas, sua despedida trará saudades aos que tiveram a honra e alegria de ter conhecido Tereza, seja em suas histórias de vida ou nas obras produzidas e espalhadas por todo mundo.

Mas sua arte permanecerá viva, e suas cores sempre representarão a imortalidade de seu legado.

Tereza Costa Rêgo, presente!!

Jocimar Gonçalves
Presidente do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco

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