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Espaços culturais

Cais do Sertão retoma atividades

Equipamento do Governo do Estado inicia reabertura gradual, com 40% de sua capacidade, em horário especial, de quinta a domingo, respeitando os protocolos de segurança e higienização

Francisco Andrade/Divulgação

Francisco Andrade/Divulgação

O equipamento cultural adotou uma série de medidas sanitárias e de segurança para sua reabertura

Com as portas fechadas para visitação desde o dia 17 de março devido à pandemia da Covid-19, o Centro Cultural Cais do Sertão, equipamento do Governo de Pernambuco, retoma as atividades presenciais nesta quinta-feira (1º de outubro). Especialmente para a reabertura neste mês de outubro, o Cais funcionará nos seguintes horários: quintas e sextas-feiras, das 10h às 16h; e aos sábados e domingos, das 11h às 17h. Nesta primeira semana, a entrada será gratuita.

Gerido pela Secretaria de Turismo e Lazer e a Empetur, o Cais do Sertão é um dos equipamentos turísticos mais contemplados por quem visita a capital. Em 2019, foram quase 82 mil visitantes.

Desde março, quando interrompeu as atividades, o Cais prepara a sua reabertura, estruturando o museu e capacitando as equipes educativa e administrativa da casa para a nova operação, que tem como referência o protocolo do Governo do Estado e ainda orientações da Organização Mundial de Saúde, Conselho Internacional de Museus (ICOM) e Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM.)

A retomada das atividades será feita de forma gradual, inicialmente, com capacidade reduzida para até 40% do público total. O tour em grupo deve contemplará o máximo de 10 pessoas por vez. A ordem é oferecer uma nova experiência de fruição da arte que compõe o acervo do Cais do Sertão, tendo como foco principal a saúde do público e funcionários.

“Foram meses estudando alternativas de retomada e estruturando o Cais internamente para a reabertura. Atentos ao cumprimento dos protocolos de convivência do Governo do Estado, nos preparamos para reabrir o museu e dar continuidade ao seu fim maior, que é o de funcionar como espaço de convivência e de promoção da arte popular pernambucana”, afirma o secretário de Turismo e Lazer, Rodrigo Novaes.

Para receber os visitantes com segurança, foram instalados tapetes sanitizantes e secantes na entrada do espaço, além de totem de álcool em gel. Ainda na área externa, lavatórios doados pela Compesa permitem lavar as mãos antes de entrar no museu. Mudanças também na bilheteria: placa de acrílico foram instaladas nos balcões e em breve será possível adquirir o seu bilhete online. Educadores que operam na linha de frente do atendimento ao visitante usam, além de máscara (obrigatória também para visitantes), protetores faciais.

Um aviso importante: para evitar a contaminação por meio de objetos pessoais, será permitida, excepcionalmente, a entrada do público no museu portando bolsa de até 50 cm. Se forem mais pessoas da mesma família, o ideal é que todos os objetos sejam colocados num mesmo volume. Vale lembrar que tudo está sendo feito pensando na saúde dos visitantes e da equipe de profissionais do Cais do Sertão.

No circuito expositivo, também foram necessárias adaptações. Na área DNA do Baião, os equipamentos foram adaptados para receber fones de ouvido comuns. Cada usuário deve utilizar o seu próprio fone. Bancos em madeira estão sinalizados com o distanciamento exigido, assim como o piso das imediações do Território Trabalhar.

Por enquanto, as atividades imersivas na musicalidade nordestina, oferecidas na Sala Imbalança, no andar superior do museu, não serão oferecidas, assim como a experiência nos estúdios de karaokê.

MAIS SOBRE O CAIS DO SERTÃO - Gerido pela Secretaria de Turismo e Lazer e Empetur, o Cais do Sertão é um dos equipamentos turísticos mais buscados por quem visita a capital. Em 2019, quase 82 mil pessoas visitaram o espaço, que é reconhecido pela sua proposta e arquitetura. O museu recebeu importantes premiações internacionais, entre elas, o Prêmio Obra do Ano, da ArchDaILy; Prêmio Gubbio, que homenageia equipamentos da América Latina e Caribe; e o europeu Dedalo Minosse.

O centro cultural abrigou as exposições “A vida é uma euforia”, da artista visual Joana Lira, e o projeto “Tengo Lengo Tengo”, que marcou os 30 anos de morte de Luiz Gonzaga e do Padre João Câncio, criadores da tradicional Missa do Vaqueiro de Serrita. O equipamento recebeu ainda, em suas salas e auditório, mais de 70 eventos corporativos.

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