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Documentário “O Processo” abre programa de longas da Mostra Pajeú de Cinema

Evento apresenta 63 filmes de todas as regiões e 13 estados brasileiros; destes, quatro são inéditos no país e 13 no estado

A Mostra Pajeú de Cinema anunciou nesta quarta-feira (25), os filmes selecionados para a sua quarta edição. No total, 63 filmes brasileiros serão exibidos em doze dias de programação. Destes, quatro fazem estreia nacional e 13 serão exibidos pela primeira vez no estado. A MPC também atualiza sua identidade visual, a cargo da artista Simone Mendes, e que tem como elemento central o Rio Pajeú, que como uma tela de cinema, reflete a luz que vem do céu. Incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e organizado pela Pajeú Filmes, a 4ª MPC será realizada de 15 a 26 de maio em Afogados da Ingazeira, Iguaracy e Ingazeira, no Sertão de Pernambuco.

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Documentário ‘O Processo’ será exibido pela primeira vez em Pernambuco

A seleção de curtas formam um panorama da recente produção nacional, trazendo para o sertão 54 filmes de todas as regiões do país. São filmes de diferentes estilos, técnicas e gêneros, alguns inéditos ou pouco vistos e outros que circularam nos principais festivais do Brasil e do mundo, como o pernambucano Terremoto Santo e o mineiro A retirada para um coração bruto, exibidos no último Festival de Berlim, além de Fantasia de índio, parcialmente rodado no sertão e recentemente exibido no Festival de Tiradentes.

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4ª Mostra Pajeú de Cinema  movimenta o Sertão do Estado

Abre o programa de longas O processo (RJ), novo documentário de Maria Augusta Ramos sobre os eventos que levaram à destituição de Dilma Rousseff da Presidência da República. O processo estreou em sessões lotadas no último Festival de Berlim e acaba de ser eleito o melhor filme do festival Visions du Réel (Suíça), um dos mais importantes do mundo. Outros documentários são os pernambucanos Prelúdio da fúria, que apresenta o trabalho de artistas com obras marcadas pela inflexão política; Em nome da América, que investiga a presença americana no nordeste durante os eventos que precederam o golpe militar de 1964; e o inédito Parquelândia, que olha para as condições de trabalho em parques de diversão em localidades do sertão. Completam a seleção a ficção paraibana Rebento (com Zezita Matos e Fernando Teixeira, recém-lançada em janeiro, no Festival de Tiradentes) e Arábia (MG), um dos melhores, mais premiados e esperados filmes da temporada.

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Em Nome da América, de Fernando Weller, também integra a mostra de longas

Curadoria – A escolha dos longas e curtas a serem exibidos em Afogados da Ingazeira foi realizada pelo pesquisador e crítico André Dib, enquanto os curtas que serão vistos em Iguaracy e Ingazeira foram selecionados pelos diretores da MPC, Bruna Tavares e William Tenório (Iguaracy e Ingazeira). Além de programas especiais para as cidades que a partir de 2018 integram a mostra, outra novidade é a Sessão Acessível, dedicada ao público portador de necessidades especiais (cegos e surdos ou ensurdecidos), que poderá assistir curtas-metragens com recursos de Libras, audiodescrição e LSE.

Oficinas – Este ano a MPC oferece três oficinas gratuitas, todas com inscrições abertas: crítica de cinema com Heitor Augusto (SP), Documentando com Marlom Meirelles (PE) e formação cineclubista com Yanara Galvão (PE). Informações no site www.mostrapajeudecinema.com.br

Sobre a MPC

A 4ª edição da Mostra Pajeú de Cinema é organizada pela Pajeú Filmes, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo do Estado de Pernambuco e conta com apoio do Movimento #CineRuaPE, Rádio Pajeú AM, Gerência Regional de Educação – Sertão do Alto Pajeú, Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Secretaria de Educação de Iguaracy, Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo de Iguaracy, Secretaria de Educação de Ingazeira e Secretaria de Cultura de Ingazeira.

4ª Mostra Pajeú de Cinema – FILMES SELECIONADOS

* inédito no Brasil
** inédito em Pernambuco

AFOGADOS DA INGAZEIRA

Mostra de Longas

Arábia (MG, 2017, 97’), de Affonso Uchôa e João Dumans
Em nome da América (PE, 2017, 95’), de Fernando Weller
O Processo (RJ, 2018, 119’), de Maria Augusta Ramos**
Parquelândia (PE, 2018, 75’), de Cecília da Fonte*
PEsado (PE, 2017, 100’), de Leo Crivellare e Wilfred Gadelha
Prelúdio da fúria (PE, 2017, 60’), de Gilvan Barreto
Rebento (PB, 2018, 97’), de André Morais**

Mostra de Curtas

A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César
A retirada para um coração bruto (MG, 2017, 14’35’’), de Marco Antônio Pereira
Eu o declaro meu inimigo (PE, 2017, 2’18’’), de Marcos Buccini e Tiago Delácio
Fantasia de índio (PE, 2017, 20’), de Manuela Andrade
Festejo muito pessoal (SP, 2017, 8’30’’), de Carlos Adriano**
Inri Cristo (SC, 2018, 25’), de Cláudia Cárdenas e Rafael Schlichting*
Mamata (BA, 2017, 30’), de Marcus Curvelo
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins
Não tema (PB, 2018, 10’), de Odécio Antonio**
O conto do burro amarelo (MG, 2017, 30’), de Daiana Mendes**
Peito vazio (PE, 2017, 17’), de Leon Sampaio e Yuri Lins**
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jéssica Queiroz
Sem Título #3: E para que Poetas em Tempo de Pobreza? (SP, 2016, 13’35’’), de Carlos Adriano**
Superpina (PE, 2017, 25’), de Jean Santos
Terremoto Santo (PE, 2​​017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca
Torre (SP, 2017, 18’40’’), de Nádia Mangolini
Vento frio (PE, 2018, 16’30’’), de Taciano Valério*

Sessão Matinê

A bailarina (RS, 2017, 3’), de Lucas Argenta
A Formidável Fabriqueta de Sonhos Menina Betina (PA, 2017, 7’36’’), de Tiago Ribeiro
A menina banda (PE, 2018, 25’), de Breno César
As aventuras do menino pontilhado (PE, 2016, 14’), de Leo Tabosa
BUG (PE, 2017, 2’07’’), de Gleyse Alcântara e Bruna Tabosa
Caminho dos gigantes (SP, 2016, 11’52’’), de Alois di Leo
Cor de pele (PE, 2018, 15’30’’), de Lívia Perini
Nana & Nilo e o Tempo Brincar (RJ, 2016, 14’), de Sandro Lopes
O anão que virou gigante (RJ, 2008, 9’28’’), de Marcelo Marão
O consertador de coisas miúdas (PE, 2017, 10’35’’), de Marcos Buccini

Sessão Acessível

Au revoir (PE, 2013, 20’), de Milena Times
Havia cinzas dentro de mim (GO, 2017, 20’), de Daniel Calil**
João Heleno dos Brito (PE, 2016, 20’), de Neco Tabosa
Nº 27 (PE, 2008, 20’), de Marcelo Lordello
Sexta série (PE, 2013,18’), de Cecília da Fonte

IGUARACY – Mostra de Curtas

Black out (PE, 2016, 13’), de Adalmir José da SIlva, Felipe Peres Calheiros, Francisco Mendes, Jocicleide Valdeci de Oliveira, Jocilene Valdeci de Oliveira, Martinho Mendes, Paulo Sano, Sérgio Santos
Cancha – antigamente era mais moderno (PB, 2013, 13’), de Luciano Mariz
Candeias (CE, 2017, 19’), de Ythallo Rodrigues e Reginaldo Farias**
Casca de baobá (RJ, 2017, 12’), de Mariana Luiza
CorpoStyleDanceMachine (AL, 2017, 7’), de Ulisses Arthur**
Deusa (SP, 2016, 18’), de Bruna Callegari**
Furna dos negros (AL, 2017, 30’), de Wladimir Lima**
Nada (MG, 2017, 27’), de Gabriel Martins
Peripatético (SP, 2017, 15’), de Jessica Queiroz
Praça de guerra (PB, 2015, 19’), de Edmilson Junior
Terremoto santo (PE, 2017, 20’), de Bárbara Wagner e Benjamin De Burca
Você conhece Derréis? (PB, 2017, 11’), de Veruza Guedes
Sem folhas não tem Orixás (BA, 2016, 10’), Natalia Favre e Fernanda Saenz

INGAZEIRA – Mostra de Curtas

A onda traz, o vento leva (PE, 2012, 25’), de Gabriel Mascaro
Cabelo Bom (RJ, 2017, 15’), de Swahili Vidal
Close (CE, 2016, 20’), de Rosane Gurgel
Cor de pele (PE, 2018, 15’), de Lívia Perini
De profundis (PE, 2014, 21’), de Isabela Cribari
Do corpo da terra (RJ, 2017, 24’), de Julia Mariano**
Dos antigos aos filhos do amanhã (RJ, 2018, 30’), de Leonardo A. Gelio**
Entremarés (PE, 2018, 20’), de Anna Andrade*
Nanã (PE, 2017, 25’), de Rafael Amorim
Simbiose (PE, 2017, 19’), de Julia Morim

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