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PATRIMÔNIO CULTURAL

Maracatus Nação recebem título de Patrimônio Cultural Imaterial

Ato será realizado nesta terça-feira (18/08), às 19h, e vai contar com a presença de doze maracatus de baque virado

Rodrigo Ramos

Rodrigo Ramos

Desfile da Associaçao Cultural Maracatu Nação Tigre

O Pátio de São Pedro, centro cultural e histórico instalado no coração do Recife, será nesta terça-feira (18/08) palco da celebração que vai entregar aos maracatus nação (também chamados de baque virado) a certificação da titulação como Patrimônios Cultural Imaterial do Brasil. A solenidade, que terá início às 19h, vai contar com a presença de doze grupos da manifestação cultural. Representando o Governo do Estado – que iniciou o processo junto ao Iphan – estarão o secretário de Cultura Marcelino Granja, e a presidente da Fundarpe, Márcia Souto. Também presente o presidente do IPHAN, Frederico Almeida, entre outros representantes do poder público.

A atividade integra a programação da VIII Semana do Patrimônio Cultural, uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. De acordo com Marcelino Granja, este é um passo importante para o fortalecimento das expressões culturais de Pernambuco. “Os maracatus Nação representam a cultura de Pernambuco há mais de um século e são patrimônios do nosso Estado. Nada mais simbólico do que realizar esta cerimônia no centro do Recife, no Pátio de São Pedro, berço dessa manifestação cultural tão rica, e ainda mais dentro da Semana do Patrimônio Cultural”, destaca o secretário de cultura.

Um dos que acompanhou desde o início o processo de construção da candidatura ao título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, Fábio Sotero, presidente da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco, comemora a titulação dada aos maracatus. “Participei da equipe que fez o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), e foi um processo de muito envolvimento e fortalecimento dos Maracatus Nação. Este é um passo importante, porque somos uma das manifestações culturais mais antigas deste estado”, explica Fábio Sotero.

Segundo ele, existem cerca de vinte e cinco grupos de Maracatu Nação em Pernambuco. Deste total, entre dez a quinze estão ativos, se apresentando, na maioria das vezes com o apoio do poder público. “Esta titulação com certeza nos trará mais respeito e vai fortalecer principalmente os maracatus menos conhecidos”, reforça Fábio.

Também conhecido como Maracatu de Baque Virado, Maracatu Nação é uma manifestação cultural que apresenta um conjunto musical percussivo e um cortejo real, que sai às ruas para desfiles e apresentações durante o carnaval.  No cortejo estão personagens que acompanham a corte real, como o séquito do rei e da rainha do Maracatu Nação, entre outras figuras como as baianas, os orixás e as calungas, marco identitário destes grupos.

Eric Gomes

Eric Gomes

Maracatu Nação Leão Coroado, um dos Patrimônios Vivos de Pernambuco

Fábio Sotero, presidente da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco, acompanhou desde o início o processo de construção da candidatura desta manifestação ao título de Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. “Participei da equipe que fez o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), e foi um processo de muito envolvimento e fortalecimento dos Maracatus Nação. Este é um passo importante, porque somos as manifestações culturais mais antigas deste estado”, explica Fábio Sotero.

“Temos um universo entre 20 a 25 grupos de Maracatu Nação em Pernambuco. Deste total, 10 a 15 estão ativos, se apresentando, com apoio do poder público. Esta titulação com certeza nos trará mais respeito e vai fortalecer principalmente os maracatus menos conhecidos”, reforça o presidente da Associação dos Maracatus Nação.

Também conhecido como Maracatu de Baque Virado Maracatu Nação é uma manifestação cultural que apresenta um conjunto musical percussivo e um cortejo real, que sai às ruas para desfiles e apresentações durante o carnaval. No cortejo estão personagens que acompanham a corte real, como o séquito do rei e da rainha do Maracatu Nação, entre outras figuras como as baianas, os orixás e as calungas, marco identitário destes grupos.

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