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PATRIMÔNIO CULTURAL

Secult e Fundarpe lamentam falecimento do sanfoneiro Camarão

Patrimônio de Pernambuco, o mestre Camarão faleceu neste 21 de abril, aos 74 anos.

Em nome de todos que fazem a gestão cultural do Estado, o secretário Marcelino Granja e a presidente da Fundarpe, Márcia Souto lamentam o falecimento do sanfoneiro Camarão, patrimônio da cultura pernambucana. Nascido Reginaldo Alves Ferreira, o nosso mestre da sanfona partiu na manhã deste 21 de abril, aos 74 anos.

Costa Neto

Costa Neto

Na foto, o mestre em apresentação no Teatro Arraial Ariano Suassuna, nas comemorações do Centenário de Lui Gonzaga (dezembro 2012) 

Natural de Brejo da Madre de Deus, Camarão dedicou a maior parte de sua vida à música, sobretudo, à sanfona. O interesse pelo instrumento surgiu dentro da própria família. Foi nos oito baixos do seu pai que ele tocou “Maria Bonita” com apenas sete anos de idade. Aos 20, ingressou na Rádio Difusora de Caruaru e já com uma carreira bastante influenciada por Luiz Gonzaga, criou em 1968 a primeira banda de forró do Brasil, a “Banda do Camarão”.

Após mais de meio século animando a música nordestina e formando novos sanfoneiros – especialmente na Escola Acordeon de Ouro, fundada por ele e localizada em Areias (Recife) -, Camarão parte deixando um rico repertório e um exemplo de dedicação à difusão da nossa cultura. Que a alegria de suas imortais criações e seu exemplo de mestre generoso sigam inspirando não apenas as novas gerações de sanfoneiros, mas a todos nós, que assumimos como missão contribuir para a formação cultural da nossa gente.

Marcelino Granja 
Secretário de Cultura de Pernambuco

Márcia Souto 
Presidente da Fundarpe

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